Acre
Sebastião Viana continua liderando para o governo, mas Márcio Bittar já ultrapassou Bocalom
A disputa pelo comando do governo do Acre se manteve inalterada na cabeça. Uma pesquisa encomenda por ac24horas.com a Delta Agência de Pesquisas, antes do período eleitoral, mantém o governador Sebastião Viana (PT), na frente.
A única posição que se alterou foi a segunda colocação. O pré-candidato Márcio Bittar (PSDB) subiu na preferência do eleitorado e ultrapassou Tião Bocalom (DEM), que caiu alguns pontos ocupando, agora, a terceira colocação.
Pesquisa foi realizada no período de 1º a 9 de junho de 2014 – em todo o Acre, com 2.500 entrevistados. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2% para mais ou para menos. O número do registro no TRE/AC é AC00021/2014.
Segundo os dados da Delta, o governador Sebastião Viana, que disputa a reeleição tem 41,8% das intenções de voto, o pré-candidato Márcio Bittar (PSDB) aparece com 22,5%, Tião Bocalom tem 14,7%, Brancos e nulos 5,6% e não sabem 15,1%.
Na pesquisa espontânea, em que nenhum nome é apresentado aos entrevistados, Sebastião Viana é citado por 18,56%, Márcio Bittar 8,16%, Tião Bocalom 5,64%, outros 0,48%, branco/nulo 3,08% e não sabe/não respondeu 64,08%.
A fatia dos que não souberam indicar espontaneamente nenhum nome poderá ser um indicativo que os números poderão ser alterar ao longo da campanha, quando os candidatos ocuparão horários nas TVs e emissoras de rádio.
Os percentuais de rejeição aos pré-candidatos (em quem o eleitor declara não votar de forma alguma), o governador Sebastião Viana tem 24,3%, Tião Bocalom 24% e Márcio Bittar com 12,5% do eleitorado o rejeitando.
Na simulação de segundo turno entre o candidato que ocupa a primeira colocação e o segundo colocado, Sebastião Viana teria 46,1% dos votos, Márcio Bittar 33%, branco/nulo 6% e não souberam responder 14,9%.
Num segundo cenário de segundo turno com Viana e Bocalom, os número são os seguintes: Sebastião Viana teria 49,7% das preferências de voto, Tião Bocalom 28,4%, branco/nulo somam 7,2% e não saberiam responder 14,7%.
Numa disputa entre os dois candidatos de oposição o cenário é o seguinte: Márcio Bittar teria 39,9%, Tião Bocalom 24,8%, não saberiam responder 19,9% e brancos e nulos somariam 15,4% das intenções de votos.
Com informações do ac24horas
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Acre
Rio Acre sobe 45 cm em nove horas e atinge 10,89 metros em Rio Branco
Elevação registrada neste domingo foi impulsionada por 35,6 mm de chuva; nível segue abaixo da cota de alerta

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Acre
Vídeo; Raio atinge árvore e mata bovinos em propriedade rural de Sena Madureira
Animais buscavam abrigo da chuva quando descarga elétrica atingiu o local, no km 25 da BR-364
Um fenômeno natural provocou prejuízo e assustou moradores da zona rural de Sena Madureira na tarde desta sexta-feira (9). Vários bovinos morreram após uma descarga elétrica atingir uma árvore em uma propriedade localizada no km 25 da BR-364, no trecho que liga o município a Rio Branco.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram os animais já sem vida espalhados pelo pasto logo após o ocorrido. Segundo relatos de moradores, o rebanho havia se concentrado sob a copa de uma árvore isolada na pastagem para se proteger da chuva intensa, no momento em que o raio atingiu o local.
Entre os animais mortos estão vacas e bezerros, o que representa um prejuízo significativo ao produtor rural responsável pela área.
Especialistas alertam que árvores isoladas em áreas abertas funcionam como pontos de atração para descargas elétricas, aumentando o risco de acidentes durante tempestades. A orientação é que, sempre que possível, os animais sejam mantidos afastados desses locais em períodos de chuva com incidência de raios.
O caso serve de alerta para produtores rurais e moradores da zona rural durante o inverno amazônico, período em que tempestades elétricas se tornam mais frequentes na região.
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Acre
Leila Galvão condiciona candidatura a deputada federal à formação de chapa competitiva pelo MDB
Ex-prefeita só concorre pelo MDB se partido tiver chapa competitiva; lista de possíveis candidatas inclui oito mulheres com histórico eleitoral

Caso o MDB não consiga estruturar uma campanha sólida, avalia-se que Leila Galvão poderá migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do estado. Foto: captada
O cenário político do Acre para as eleições de 2026 já movimenta especulações e articulações nos primeiros dias do ano. Na região do Alto Acre, o nome da ex-prefeita Leila Galvão tem sido constantemente mencionado como possível candidata a deputada federal pelo MDB — desde que o partido consiga formar uma chapa competitiva. Caso contrário, ela avalia migrar para outra legenda que apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, apoiada oficialmente pelo governador Gladson Cameli ao governo do estado.
Além de Leila Galvão, outros sete nomes femininos com trajetória eleitoral são citados como possíveis candidatas à Câmara dos Deputados: Socorro Nery, Antônia Lúcia, Fernanda Hassem, Márcia Bittar, Vanda Milani, Perpétua Almeida e Shirley Torres. A movimentação reflete o clima de definição de alianças e composições que marca o início do ano eleitoral no estado, onde, como destacam observadores políticos, “o acreano respira política de segunda a domingo, dia e noite”.
Contexto da articulação:
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Leila Galvão já declarou publicamente apoio a Mailza Assis, candidata oficial do governador Gladson Cameli (PP);
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O MDB estadual ainda não definiu sua estratégia de alianças para 2026;
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A condicionalidade reflete a busca por uma coligação viável que maximize suas chances de eleição.
Outros nomes femininos em evidência:
Além de Leila Galvão, são citadas como potenciais candidatas a deputada federal:
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Socorro Neri
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Antônia Lúcia
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Fernanda Hassem
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Márcia Bittar
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Vanda Milani
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Perpétua Almeida
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Shirley Torres
- Charlene Lima
Análise política:
A disputa por vagas femininas tende a ser acirrada, já que o Acre elege apenas oito deputados federais. A migração partidária é uma estratégia comum em anos eleitorais, especialmente quando há convergência em torno de um projeto majoritário – no caso, a eleição de Mailza Assis.
As convenções partidárias devem ocorrer entre julho e agosto, quando serão definidas as chapas e coligações. Até lá, os nomes devem circular entre legendas como PP, MDB, União Brasil, PL e Republicanos.
A condição imposta por Leila Galvão reflete o pragmatismo eleitoral que marca a política acreana: mais importante que a legenda é estar alinhada ao grupo hegemônico e ter viabilidade de votação.





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