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SAÚDE NA ESCOLA: Municípios podem aderir ao Programa até 28/02

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O Ministério da Saúde e o Ministério da Educação possuem uma política conjunta chamada Programa Saúde na Escola, voltada a crianças e adolescentes.

Você já imaginou seu município recebendo investimentos do Governo Federal para realizar ações de prevenção e promoção da saúde dentro das escolas? Mas o que isso quer dizer? Significa que o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação possuem uma política conjunta chamada Programa Saúde na Escola, voltada a crianças e adolescentes com objetivo de tornar acessível o conhecimento de qualidade, além de orientar sobre práticas de vida saudável que possam ser seguidas por toda a vida. Daniele Cruz é a responsável técnica pelo programa no Ministério da Saúde. Ela afirma que os benefícios dessa estratégia são importantes para melhorar a saúde da população, desde a infância até a vida adulta.

“A gente usa de evidências científicas comprovando que, se você faz atividade física na infância, você tende a ser um adulto ativo. Isso é importante, então temos a importância de ampliar o escopo da atividade física, e eu não estou falando de aula de educação física, estou falando de atividade física e práticas corporais. Alimentação adequada e saudável para a promoção da saúde, o acesso a informações, por exemplo, de prevenção da gravidez, isso a gente tem evidência que funciona. Hoje o PSE já é recomendado pela evidência que a gente tem nas ações que ele propõe, porque na política pública a gente tem que avaliar para poder orientar os rumos com base em evidência”.

O programa Saúde na Escola foi criado em 2011 e nos últimos anos foi reformulado, se tornando mais acessível para todos os gestores municipais, respeitando as necessidades de cada localidade. Daniele Cruz explica como é fácil o município aderir ao programa.

“Todo município pode aderir ao programa, não tem restrição, inclusive, agora a gente está com adesão aberta. Basicamente precisa de uma decisão local, o gestor da saúde e da educação conversar e falar ‘o nosso município quer participar do PSE, então vamos começar a planejar e vamos fazer adesão’, que está aberta agora para o ciclo 2019-2020, até o dia 15 de fevereiro. Então eu deixo aqui esse chamado: é importante que todos os municípios brasileiros (a gente já está chegando a 100% e a nossa meta chegar a 100%), então está aberta a adesão a todos os municípios brasileiros, independente do porte populacional, de região, de cobertura de atenção básica”.

Os municípios de todo o país podem aderir ao Programa Saúde na Escola para o ciclo 2019-2020, efetuando adesão até o dia 28 deste mês por meio do Portal e-Gestor da Atenção Básica. Interessados devem acessar: egestorab.saude.gov.br, repetindo egestorab.saude.gov.br

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Bolsonaristas fazem manifestação no Rio com críticas a Lula e STF

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Reprodução/X
imagem colorida manifestação bolsonarista rj

O ato convocado nacionalmente pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), foi esvaziado no Rio de Janeiro (RJ). Os manifestantes bolsonaristas se reuniram na Praia de Copacabana, na manhã deste domingo (1º/3), para protestar contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além do Rio, houve manifestações na manhã deste domingo em pelo menos seis cidades: Brasília (DF), Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), São Bernardo do Campo (SP) e Ribeirão Preto (SP).

Críticas a Lula e STF

No Rio de Janeiro, o ato teve a participação de nomes como os deputados federais do PL Carlos Jordy, Sóstenes Cavalcante, Altineu Côrtes, General Pazuello e o senador Carlos Portinho. Além dos parlamentares, quem também discursou foi o secretário estadual das cidades, Douglas Ruas (PL), escolhido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) como pré-candidato ao governo do Rio.

Na ocasião, Ruas criticou o prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD). O pré-candidato ressaltou que Paes é aliado de Lula, e lembrou de sua participação no desfile da escola Acadêmicos de Niterói.

“2026 é o ano da virada, do Brasil acordar. Está muito claro o que temos do outro lado. O presidente que diz que traficante é vítima, não vamos admitir isso. Ele esteve aqui, e ao lado do Eduardo, sambou, riu e aplaudiu o maior ataque já visto à família brasileira. Nós defendemos a família, eles defendem os vagabundos. Isso tem que ficar claro”, disse Ruas.

Quando convocou a manifestação pelas redes sociais, Nikolas abordou que o tema ficaria restrito a “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”. No entanto, a pauta desagradou a ala bolsonarista que defende moderação para eleger Flávio. Por conta disso, os organizadores também incluíram os pedidos de anistia.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Netanyahu afirma que ofensiva contra o Irã será intensificada

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© FOTO: FRAME/ X/BENJAMIN NETANYAH

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (1º) que a ofensiva militar contra o Irã, iniciada no último sábado (28), vai ser intensificada.

“Nossas forças estão avançando no coração de Teerã com intensidade crescente, e isso só se intensificará ainda mais nos próximos dias.”

Notícias relacionadas:

Os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã já deixaram centenas de mortos e feridos. Entre as vítimas, o Ministério da Educação do Irã inclui 153 meninas mortas e 95 feridas em um bombardeio aéreo a uma escola em Minab, no sul do país.

Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) anunciou neste domingo o lançamento de um ataque contra o território israelense e pelo menos 27 bases americanas na região do Oriente Médio.

Netanyahu reconheceu o custo humano do conflito para a população israelense, e citou ataques contra duas cidades do país: Tel Aviv e Beit Shemesh.

Benjamin Netanyahu classificou o momento como “dias dolorosos” e prestou condolências às famílias das vítimas. Por fim, desejou uma rápida recuperação aos feridos.

Queda do regime

O político israelense usou sua conta na rede social X para comentar os últimos desdobramentos da campanha militar contra o país persa.

“Acabei de sair de uma reunião com o Ministro da Defesa, o Chefe do Estado-Maior e o chefe do Mossad [Instituto de Inteligência e Operações Especiais de Israel]. Dei instruções para a continuação da campanha”, publicou o líder israelense.

O premiê destacou a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. “Ontem [28], eliminamos o ditador Khamenei. Juntamente com ele, eliminamos dezenas de figuras importantes do regime opressor.”

Aliança militar com os EUA

Em vídeo publicado, o mandatário israelense diz que tem mobilizado todo o poder das Forças de Defesa de Israel, “como nunca antes, para garantir a existência do país no futuro”. Além disso, ressaltou a parceria com os Estados Unidos e seu presidente, Donald Trump, a quem chama de amigo.

“Essa combinação de forças nos permite fazer o que eu venho esperando fazer há 40 anos: atacar o regime terrorista em cheio. Eu prometi, e nós vamos cumprir”.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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Bombardeio a Teerã mata ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad

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© REUTERS/RAHEB HOMAVANDI

O ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, teve a morte divulgada neste domingo (1º) pela agência estatal de notícias Iranian Labor News Agency (ILNA). Ahmadinejad presidiu o Irã entre 2005 e 2013 e foi um dos alvos dos bombardeios promovidos desde sábado (28) por Estados Unidos e Israel contra o país.

Segundo as informações publicadas, o político, de 69 anos, morreu após os ataques aéreos a Teerã, junto com seus guarda-costas. Ele estava em sua residência, no distrito de Narmak, na zona leste da capital iraniana.

Outras autoridades iranianas foram confirmadas entre os mortos pelos ataques, como o próprio líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que ocupava o posto vitalício há 36 anos.

Também foram confirmadas pela mídia estatal iraniana as mortes do secretário do Conselho de Defesa, contra-almirante Ali Shamkhani; e do comandante em chefe do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, o major-general Mohammad Pakpour.

Visita ao Brasil

Em 2009, Mahmoud Ahmadinejad fez uma visita oficial ao Brasil, em que tratou de temas internacionais com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na época em seu segundo mandato. O ex-líder iraniano defendeu a entrada do Brasil no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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