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SAÚDE EM RISCO: Fim de convênios retira médicos do atendimento básico em Xapuri

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Prefeito de Xapuri, Marcinho Miranda (PSDB) - Foto: Raimari Cardoso

Prefeito de Xapuri, Marcinho Miranda (PSDB) – Foto: Raimari Cardoso

Faltam médicos nas unidades básicas de saúde do município de Xapuri. O fim dos convênios com a prefeitura retirou os três clínicos gerais e um odontólogo que prestavam atendimento à população.

Quatro postos de saúde atendem à comunidade na área urbana. Com os profissionais suspensos de atuar nas unidades, os usuários do sistema público de saúde procuram o Hospital Epaminondas Jácome, mantido pelo Governo do Estado. Desde o início do mês, o hospital tem sido a única referência para atendimento médico à população.

Uma reunião foi realizada durante a tarde de ontem entre o prefeito de Xapuri, Marcinho Miranda (PSDB) e a secretária de Estado de Saúde, Suely Melo, definiu novas referências para resolver o problema.

Suely Melo alega que todo fim de gestão os convênios com os municípios são suspensos. “Nós mandamos ainda no ano passado um comunicado para todos os prefeitos explicando que essa suspenção seria feita”, lembra a secretária. “Com o prefeito de Xapuri, nós abrimos um novo processo de negociação, assim como farei com todos os vinte e dois prefeitos”.

A secretária Suely Melo explica que nem com a Prefeitura de Rio Branco o convênio foi reativado. “Essa situação deve ser normalizada nos próximos 15 dias”, assegurou Suely Melo. “Há setores, no entanto, que não podem sofrer risco de descontinuidade, como é o caso da vigilância epidemiológica”.

O prefeito de Xapuri, Marcinho Miranda, foi procurado pela equipe de A GAZETA. Mas, até o fim desta edição não retornou os telefonemas para falar mais detalhes sobre a situação da saúde pública no município de Xapuri.

Itaan Arruda – A Gazeta

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Bocalom confirma conversas sobre possível acordo do PL para apoiar Alan Rick na disputa pelo governo

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Em meio a articulação entre Republicanos e PL que favorece Alan Rick, prefeito de Rio Branco afirma que projeto pessoal não tem volta e que “única alternativa” é buscar outro caminho; senador Márcio Bittar não se manifesta

Acho que não tem momento melhor do que esse que estou vivendo na minha vida para ser governador, devido ao trabalho em Acrelândia e ao trabalho em Rio Branco”, disse. Foto: captada 

Com Matheus Mello

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), afirmou nesta quinta-feira (12) que, se não houver espaço no Partido Liberal para sua pré-candidatura ao governo do Acre, a única alternativa será deixar a legenda. A declaração ocorre em meio à repercussão de um possível acordo entre as executivas nacionais do PL e do Republicanos para viabilizar a candidatura do senador Alan Rick (Republicanos) ao Palácio Rio Branco.

“Eu fiquei sabendo dessas conversas. O Márcio não me ligou, ninguém me ligou. Estou sabendo. Evidentemente que nós temos um projeto, que é ser governador. Acho que não tem momento melhor do que esse que estou vivendo na minha vida para ser governador, devido ao trabalho em Acrelândia e ao trabalho em Rio Branco”, declarou Bocalom.

O prefeito disse que “já colocou [seu] nome” e que seguirá lutando pela viabilidade da candidatura. “Se houver problema com o PL, vamos ter que achar outro caminho, não tem jeito, mas espero que não tenha problema”, completou.

Nos bastidores, a articulação entre Republicanos e PL é atribuída ao senador Alan Rick, que, em tese, mantém conversas com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — pré-candidato da legenda à Presidência. A proposta de Rick envolve, entre outros pontos, entregar ao PL seu primeiro suplente, Gemil Junior, para compor a bancada bolsonarista no Senado em troca do apoio à sua candidatura.

A cúpula do PL em Brasília, no entanto, ainda avalia o cenário com pesquisas nacionais. Segundo informações publicadas pelo jornal ac24horas, “o PL nacional, pelo que apurou, não tem interesse político-eleitoral em lhe dar legenda”. O senador Márcio Bittar (PL), principal liderança da sigla no Acre, não se manifestou publicamente sobre o caso.

Bocalom oficializou sua pré-candidatura ao governo no dia 19 de janeiro. O gestor lidera o índice de rejeição entre os pré-candidatos, com 29,5%, segundo pesquisa Data Control divulgada nesta semana. Alan Rick aparece à frente nas intenções de voto (35,3%), seguido por Mailza Assis (PP), com 18,3%, e Bocalom, com 18% — empate técnico com a vice-governadora.

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TJAC funcionará em regime de plantão durante o Carnaval

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FOTO: ASCOM

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) funcionará em regime de plantão entre segunda e quarta-feira, 16 a 18 de fevereiro, em razão do feriado de Carnaval. Nesse período, não haverá atendimento presencial nas unidades do Judiciário, sendo analisadas apenas medidas consideradas urgentes.

De acordo com TJAC, com a suspensão das atividades regulares, os prazos processuais ficam interrompidos e voltam a correr após o período de plantão. No site do TJAC está disponível a lista com as servidoras e os servidores designados para atuar nesses dias.

Também haverá plantão com suporte na área tecnológica em caso de intercorrências nos sistemas de tramitação de processos.

Durante o plantão judiciário poderão ser apreciados pedidos de liminar em mandados de segurança e habeas corpus, solicitações de liberdade provisória, sustação de ordem de prisão, entre outras medidas que demandem urgência.

Os atendimentos presenciais serão retomados na quinta-feira, 19, das 7h às 14h.

Com informações do TJAC

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Prefeitura realiza operação “De Volta para Casa” e encerra assistência às famílias atingidas por enxurradas em Rio Branco

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Ação da Defesa Civil marca fim do acompanhamento emergencial após cheia do Rio Acre; órgão alerta para risco de novos eventos no período chuvoso

Foto: Defesa Civil Municipal

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Defesa Civil Municipal, realiza nesta quinta-feira, 12, a operação “De Volta para Casa”, destinada às famílias que haviam sido deslocadas para residências de parentes ou amigos em razão das enxurradas e do transbordamento do Rio Acre.

De acordo com o município, a ação foi concentrada exclusivamente nesta data por questões logísticas. Com isso, a Defesa Civil conclui o ciclo de acompanhamento e apoio prestado às famílias atingidas pelos eventos climáticos recentes na capital.

A operação marca o encerramento da assistência emergencial iniciada após a elevação do nível do Rio Acre e os registros de enxurradas em diferentes bairros da cidade. Durante o período crítico, equipes atuaram no monitoramento de áreas de risco, no suporte às famílias desalojadas e na prestação de auxílio humanitário.

Apesar da finalização desta etapa, a Defesa Civil alerta que o risco de novos transbordamentos ou enxurradas permanece, especialmente diante das condições climáticas típicas do período chuvoso.

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