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São Paulo perde para o Atlético-MG em jogo marcado por estreia de Lucas Moura

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O jogador do Tricolor foi ovacionado pela torcida presente, mas cometeu um pênalti decisivo para o resultado do Galo

Em um Morumbi lotado, o São Paulo recebeu o Atlético-MG neste domingo (6), às 16h (horário de Brasília), pela 18º rodada do Campeonato Brasileiro. Com gols de Hulk e Pavón, o Galo venceu por 2 a 0.

Com o resultado, o Atlético chega a 24 pontos, na décima posição. Já o Tricolor fica com 26, em oitavo lugar.

Agora, as equipes voltam as atenções para os jogos continentais. O São Paulo recebe o San Lorenzo na próxima quinta-feira (10) pela Sul-Americana, enquanto o Galo visita o Palmeiras pela Libertadores, na quarta (9).

São Paulo domina, mas o Galo abre o placar

Os donos da casa, embalados pela torcida, começaram o jogo pressionando. No entanto, quem abriu o placar foi o Atlético, logo aos 3 minutos, após uma cobrança de falta de Hulk. O Tricolor seguiu no ataque e teve boas chances, mas não conseguiu convertê-las em gol.

Rodrigo Nestor e Diego Costa também tiveram chances que não foram concretizadas, com a bola passando próximo da trave ou parando nas mãos do goleiro Matheus Mendes. O Galo apostava na força de Hulk e na velocidade de Paulinho e quase ampliou, mas Diego Costa desarmou o jogador atleticano dentro da área.

Lucas volta a jogar no Morumbi, mas comete pênalti

Na segunda etapa, a alegria do torcedor são-paulino se tornou uma preocupação. Lucas Moura voltou a defender a camisa do Tricolor e protagonizou alguns lances interessantes. Aos 21 minutos, entretanto, o estreante derrubou Patrick na área, e o árbitro marcou pênalti.

Na cobrança, o argentino Pavón chutou bem e ampliou o placar para o Galo, dificultando a vida do São Paulo. Hulk ainda teve uma excelente oportunidade, aos 37 minutos, após um cruzamento rasteiro de Patrick. O camisa 7 recebeu sem goleiro, mas mandou a bola por cima das traves de Rafael.

FICHA TÉCNICA

São Paulo 0 x 2 Atlético-MG
Local: 
estádio do Morumbi
Data e hora: domingo (6), às 16h (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima (PE)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (Fifa-RJ) e Francisco Chaves Bezerra Junior
VAR: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Cartões amarelos: Jemerson, Battaglia, Sarávia, Pavón (Atlético-MG); Rafinha, Diego Costa, David, Beraldo (São Paulo)
Gols: Hulk, aos 3’/1°T; Pavón, aos 23’/2°T (Atlético-MG)

São Paulo: Rafael; Rafinha (Pato), Arboleda, Beraldo e Caio Paulista; Pablo Maia, Talles Costa (Lucas Moura), Rodrigo Nestor (Alisson) e Michel Araújo (David); Luciano (Wellington Rato) e Calleri. Técnico: Dorival Jr.

Atlético-MG: Matheus Mendes, Saravia, Igor Rabello, Jemerson (Maurício Lemos) e Guilherme Arana; Otávio, Battaglia e Hyoran (Patrick); Pavón (Edenílson), Hulk (Alan Franco) e Paulinho (Igor Gomes). Técnico: Felipão.

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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada 

O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.

O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.

A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.

Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.

“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.

Situação em outros estados e capitais

Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.

Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).

Incidência, mortalidade e dados de 2026

Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.

Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.

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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul

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Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada 

Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.

Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.

A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.

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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

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Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias

O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.

O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.

Volta aos treinos

O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.

Aumentar a pressão

A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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