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Acre

Samu promove curso de reposta a incidente com múltiplas vítimas em Cruzeiro do Sul

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Durante três dias, Cruzeiro do Sul foi palco de um importante curso promovido pelo governo do Acre,  por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre). O curso de resposta a incidente com múltiplas vítimas (IMV), organizado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), teve duas aulas teóricas no sábado, 24, e uma prática no domingo, 25.

Sesacre e outros órgãos do Estado unem forças em curso de IMV. Foto: Diego Silva/Secom

No domingo, profissionais do Samu, Corpo de Bombeiros, 61º Batalhão de Infantaria de Selva do Juruá, Polícia Militar, Marinha, Aeronáutica e Polícia Federal estiveram no Estádio Arena do Juruá, para a parte prática do curso, quando foram simulados acidentes com 30 vítimas, para que os profissionais atuassem de forma realística.

Necila de Souza, coordenadora estadual do Samu, prestigiou o evento. Foto: Diego Silva/Secom

Necila de Souza, coordenadora estadual do Samu, esteve presente e explicou que, geralmente, esse curso é realizado em Rio Branco, mas foi estendido para Cruzeiro do Sul. “É um curso de grande importância para a equipe, primeiramente, e consequentemente para a população”, destacou.

Equipes de saúde e segurança pública participaram do curso de IMV. Foto: Diego Silva/Secom

O IMV é um treinamento que já faz parte do escopo do Samu e traz a simulação de um acidente de trânsito com um grande número de pessoas envolvidas, visando apresentar um plano de atendimento a catástrofe.

Por isso é relevante a participação de todas as forças de segurança e de saúde no evento. “Nenhum de nós consegue atender, prestar um bom atendimento, se não estivermos integrados. Então a gente precisa estar em sintonia, para garantir o salvamento de vidas. Foi muito bom”, frisou Diani Carvalho, coordenadora regional de Saúde do Juruá, Taraucá e Envira.

Atuando há quase um ano no Samu de Cruzeiro do Sul, médico Miguel Lima diz que é uma honra participar do curso de IMV. Foto: Diego Silva/Secom

Entre os participantes do curso, esteve o médico Miguel Lima, que atua há quase um ano no Samu do Juruá. Para o profissional, foi gratificante participar do evento. “Eu sempre tive o sonho de trabalhar no Samu, então, para mim, é uma honra participar desse curso do IMV. É uma satisfação”, afirmou.

Capacitação resultará em atendimentos mais seguros à população. Foto: Diego Silva/Secom

O que disseram

“O resultado virá futuramente para a população. A gente treinando, no momento da ação vai estar mais forte ainda. Para mim foi uma experiência muito grande, difícil, cansativa, mas gratificante.”

Gabriel Barbosa, médico e coordenador técnico do Samu e coordenador do curso de IMV

“É necessário um treinamento como esse, para que, em casos extremos, seja possível dar uma resposta mais adequada à população. Quando se trata de um acidente que envolve um número maior de vítimas, precisa haver realmente uma força-tarefa de todas as instituições”.

Josadac Ibernon, comandante do 4° Batalhão de Educação, Proteção e Combate a Incêndio Florestal (BEPCIF) de Cruzeiro do Sul

Fonte: Governo AC

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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