Brasil
Saiba mais sobre Jeff Bezos, fundador da Amazon e homem mais rico do mundo

Jeff Bezos é, até o momento, o homem mais rico do mundo – Foto: Alex Wong/Getty Images
Tamires Vitorio, do CNN
Jeff Bezos conquistou o posto de homem mais rico do mundo em 2017, quando passou à frente de Bill Gates, da Microsoft. Desde então, o fundador da varejista Amazon tem brigado pelo topo com outros grandes nomes, como Elon Musk, da Tesla, e Bernard Arnault, do conglomerado de beleza LVMH.
Bezos foi o CEO da Amazon até o início de 2021, quando deixou o posto para atuar no conselho administrativo da empresa, e foi substituído por Andy Jassy, confidente próximo de Bezos.
Qual a fortuna estimada de Bezos?
US$ 188 bilhões: este é o valor da fortuna estimada de Bezos, segundo o ranking de bilionários da agência de notícias Bloomberg em 19 de maio de 2021.
Quanto Bezos ganha por ano? E por segundo?
O bilionário ganhou cerca de US$ 64 bilhões em um ano. Isto representa US$ 175.342.465 por dia, US$ 7.305.936 por hora e US$ 121.765 por minuto.
A cada segundo, ele faturou cerca de US$ 2.029. Pela cotação atual, isso dá R$ 10.735,85. Ou seja, Bezos ganhou em um segundo o que um trabalhador brasileiro que recebe o salário mínimo (R$ 1.100) levaria quase 10 meses para ganhar.
Quem é Jeff Bezos? Quantos anos ele tem?
Jeff Bezos é um empresário fundador da gigante do varejo Amazon, empresa que presidiu por 27 anos, até o início deste ano. Em 2021, ele tem 57 anos. Ele nasceu em 1964, em Albuquerque, no Novo México (EUA).

Jeff Bezos em 1997, três anos depois da fundação da Amazon – Foto: Paul Souders
Quando Bezos fundou a Amazon?
Seu primeiro emprego foi em Wall Street, em uma variedade de empresas — função que ocupou de 1986 até 1994, quando fundou a Amazon.com, ao lado de sua ex-mulher, Mackenzie Scott.
À época, o foco da companhia era vender livros digitalmente, mas a ideia de Bezos era fazer da Amazon uma loja que “vendia de tudo”. Deu certo. E todo o império do homem mais rico do mundo começou com um investimento de US$ 10 mil.
Que outros negócios Bezos comanda, além da Amazon?
Bezos tem outros projetos, além da Amazon. Ele comprou o jornal “The Washington Post”, fundou o projeto filantrópico Bezos Earth Fund, contra mudanças climáticas, a iniciativa filantrópica Amazon Day One Fund e a empresa espacial Blue Origin, que promete levar a primeira mulher à superfície da Lua.
Quando Bezos tornou-se o homem mais rico do mundo?
Os rankings da Forbes e da Bloomberg — que estimam as fortunas dos bilionários do mundo todo — mudam quase que diariamente, uma vez que os valores expostos dependem muito do vaivém das Bolsas mundiais e da precificação das empresas que os bilionários comandam.
Por 24 anos, o líder da lista da Bloomberg foi Bill Gates, da Microsoft. Isso aconteceu até 2017, quando Bezos subiu à liderança do pódio e por lá ficou, competindo muitas vezes com Gates, até que, no começo de 2021, foi superado por Elon Musk, da Tesla —mas não durou muito e, logo, o dono da Amazon estava de volta ao primeiro lugar.
Jeff Bezos é casado?
Bezos foi casado com Mackenzie Scott por 25 anos. Eles se divorciaram em 2019.

Foto: Danny Moloshok/Reuters
Jeff Bezos tem filhos?
Sim. Ele e Mackenzie Scott têm quatro filhos, sendo que uma delas foi adotada na China.
No que Bezos é formado?
O bilionário é formado em ciência da computação e engenharia elétrica pela Universidade de Princeton.
Comentários
Brasil
Eduardo acusa Moraes de perseguição após ida de Bolsonaro à Papudinha. Vídeo
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu a transferência do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília (DF), conhecida como “Papudinha”, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (15/1).
Em vídeo, Eduardo Bolsonaro criticou duramente a decisão do ministro Alexandre de Moraes e classificou a transferência como perseguição política.
“Alexandre de Moraes acaba de ordenar a transferência de Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para o presídio comum, a Papudinha. Isso demonstra, mais uma vez, a sua total insensibilidade, a sua psicopatia. A gente sabe que Bolsonaro não cometeu crime algum, que não houve tentativa de golpe no Brasil, e que a prisão dele só serve para tirá-lo da corrida presidencial”, afirmou.
Segundo o ex-deputado, a decisão teria motivação eleitoral. “A todo custo, Alexandre de Moraes quer impedir que Bolsonaro tenha influência sobre as eleições deste ano. Esse é o motivo real, o motivo político pelo qual ele não cede em enviar Bolsonaro para uma prisão domiciliar, o que já seria injusto por si só”, disse.
Eduardo também comparou o caso com decisões anteriores do STF. “Em outros casos muito mais leves, como o do ex-presidente Fernando Collor, houve concessão de prisão domiciliar por decisão do próprio Alexandre de Moraes”, declarou.
Ao final, o ex-deputado fez um apelo político. “Este ano é crucial para reverter tudo o que está acontecendo no Brasil. Todos nós podemos fazer alguma coisa: eleger senadores comprometidos com a causa da liberdade e apoiar um presidente que não compactue com esse sistema. Se Deus quiser, o Brasil vai sair dessa ainda mais forte”, concluiu.
Bolsonaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal e, por determinação de Moraes, passará a cumprir sua pena no batalhão da PM, onde também estão presos o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Segundo a decisão judicial, o ex-presidente ficará em uma cela separada dos demais.
O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão acusado de liderar uma tentativa de golpe de Estado.
Motivações para a decisão
Na decisão, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que o sistema prisional brasileiro enfrenta, há anos, um cenário de elevada população encarcerada e déficit estrutural de vagas, o que resulta em índices persistentes de superlotação e péssimas condições estruturais, especialmente no regime fechado.
O ministro usou dados do sistema de Informações Penitenciárias (Infopen), divulgado pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que apontam 941.752 pessoas sob custódia penal no primeiro semestre de 2025.
Frisou que a realidade do sistema carcerário brasileiro revela, ainda, que, historicamente, a execução da pena privativa de liberdade não ocorre de maneira uniforme para todos os indivíduos submetidos ao regime fechado, pois a maioria das pessoas privadas de liberdade enfrenta estabelecimentos marcados por superlotação, precariedade estrutural e restrição severa de direitos básicos.
Moraes, no entanto, ressaltou que Bolsonaro, por ser ex-presidente, estava em cela especial, na Sala de Estado Maior da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.
Condição diferente de todos os demais réus condenados à penas privativas de liberdade pelo atentado contra o Estado Democrático de Direito e Tentativa de Golpe de Estado ocorrida em 8 de janeiro de 2023, dos quais 145 réus estão presos, sendo 131 presos definitivos.
Ainda assim, diversas reclamações chegaram ao STF acerca da cela onde Bolsonaro estava até esta quinta-feira (15/1). Moraes listou todas as reclamações da defesa e afirmou que mesmo diante da cela especial, a prisão não é “uma colônia de férias”.
“As medias não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas Instituições, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir, ao comparar a Sala de Estado Maior a um “cativeiro”, ao apresentar reclamações do “tamanho das dependências”, do “banho de sol”, do “ar-condicionado”, do “horário de visitas”, ao se desconfiar da “origem da comida” fornecida pela Polícia Federal, e, ao exigir a troca da “televisão por uma SMART TV”, para, inclusive, “ter acesso ao YOUTUBE”, diz Moraes.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
Comentários
Brasil
Papudinha: Bolsonaro está sozinho em cela para 4 pessoas

Uma cela com capacidade para até quatro detentos na Papudinha, unidade do Complexo Penitenciário da Papuda, está sendo utilizada de forma exclusiva pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conforme a definição do modelo de custódia adotado após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-presidente foi transferido para a penitenciária federal nesta quinta-feira (15/1), após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a saída de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde ele estava preso desde novembro do ano passado.
Em contraste, outros dois condenados pela trama golpista, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques, dividem juntos uma unidade semelhante à reservada ao ex-presidente. Ambos também estão na Papudinha.
Torres foi ministro da Justiça no governo Bolsonaro e recebeu condenação do STF a 24 anos por participação nos atos que atentaram contra o Estado Democrático de Direito. Já Vasques também foi condenado pela mesma trama, a 24 anos e seis meses, e acabou preso no Paraguai após a decisão judicial.
Privilégios a Bolsonaro
Na decisão que determinou a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes pontou que, embora houvesse uma série de críticas às condições do pai, os filhos de Bolsonaro, como o senador Flávio, Bolsonaro tinha umasituação cercada de privilégios na carceragem da PF.
Moraes citou desde a presença de frigobar e ar-condicionado, dentre um total de 13 privilégios, que o diferenciavam de outros quase 4 mil detentos que cumprem pena em regime fechado atualmente e precisam enfrentar superlotação dos espaços.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
Comentários
Brasil
Michelle busca apoio de Gilmar Mendes para domiciliar de Bolsonaro

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) buscou apoio em Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tentar interceder por Jair Bolsonaro (PL).
Michelle relatou ao ministro as condições de saúde do marido, preso após condenação de 27 anos e 3 meses de prisão, e tentou uma sensibilização por prisão humanitária domiciliar.
A informação foi dada pela jornalista Andrea Sadi, do G1, e confirmada pelo Metrópoles.
As intenções de Michelle seriam de que o decano da Corte conversasse com os outros ministros.
Em especial, a conversa deveria ocorrer com Alexandre de Moraes, que já negou a prisão domiciliar de Bolsonaro por diversas vezes devido às possibilidades de fuga.
Em 1º/1, Moraes negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro de prisão domiciliar humanitária, após o ex-presidente deixar o Hospital DF Star, onde estava internado desde a véspera do Natal para série de procedimentos médicos.
Na decisão, Moraes citou a ausência de requisitos legais para a concessão da prisão domiciliar e o risco concreto de fuga.
“Há total ausência dos requisitos legais para a concessão de prisão domiciliar, bem como diante dos reiterados descumprimentos das medidas cautelares diversas da prisão e de atos concretos visando a fuga”, detalha a decisão.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


Você precisa fazer login para comentar.