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Rondônia passa de 5 mil mortes causadas pelo Coronavírus

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em

rondoniagora.com

O Estado de Rondônia passou neste sábado (24), de 5 mil mortes causadas pelo Coronavírus, de acordo com dados da Secretaria de Saúde (Sesau).

Foram 5.040 óbitos, 41 apenas em 24 horas. Desde o início da pandemia, 208.887 pessoas foram infectadas com a doença.

Neste sábado foram consolidados os seguintes resultados:

Casos confirmados – 208.887
Casos ativos – 9.391 (4,50%)
Pacientes recuperados – 194.452 (93,09%)
Óbitos – 5.040 (2,41%)

Pacientes internados na Rede Estadual de Saúde – 401
Pacientes internados na Rede Privada – 100
Pacientes internados na Rede Municipal de Saúde – 125
Pacientes internados na Rede Filantrópica – 06

Total de pacientes internados – 632
Pacientes aguardando leitos: 0
Testes Realizados – 552.893
Aguardando resultados do Lacen – 564

* População vacinada:
1ª Dose – 173.155
2ª Dose – 56.791

Profissionais de Saúde vacinados:
1ª Dose – 45.318
2ª Dose – 25.781

Indígenas vacinados:
1ª Dose – 6.566
2ª Dose – 4.777

Idosos vacinados:
1ª Dose – 118.714
2ª Dose – 26.176

Deficientes ILP:
1ª Dose – 200
2ª Dose – 18

Segurança e Salvamento:
1ª Dose –2.357
2ª Dose – 39

* (Dados obtidos às 17h10)

No Estado, os números de casos confirmados, recuperados e de óbitos, desde o primeiro registro em 20 de março de 2020 até 24 de abril de 2021, por covid-19 são:

TOTAL DE CASOS EM RONDÔNIA – 24/04/2021
Município Casos Óbitos Curados Totais
Porto Velho 72.361 2.156 67.476
Ariquemes 17.994 383 17.233
Ji-Paraná 15.237 433 14.349
Cacoal 10.917 198 10.169
Vilhena 10.590 201 10.087
Jaru 6.622 142 6.053
Rolim de Moura 5.425 114 4.883
Machadinho D’Oeste 5.311 69 5.020
Guajará-Mirim 5.205 196 4.878
Pimenta Bueno 4.450 55 4.002
Buritis 4.141 56 4.021
Ouro Preto do Oeste 3.837 107 3.452
Candeias do Jamari 3.378 67 3.182
Alta Floresta D’Oeste 3.310 51 3.125
Nova Mamoré 2.853 47 2.362
Presidente Médici 2.708 59 2.513
Espigão D’Oeste 2.398 51 2.216
Cerejeiras 2.027 46 1.863
São Miguel do Guaporé 1.936 37 1.819
São Francisco do Guaporé 1.800 39 1.744
Alto Paraíso 1.580 36 1.500
Cujubim 1.576 33 1.468
Nova Brasilândia D’Oeste 1.545 24 1.372
Colorado do Oeste 1.480 23 1.308
Monte Negro 1.343 22 1.057
Chupinguaia 1.246 16 1.197
Itapuã do Oeste 1.225 18 1.103
Alto Alegre dos Parecis 1.172 26 1.015
Costa Marques 1.157 25 1.052
Urupá 1.044 26 980
Seringueiras 1.042 10 954
Campo Novo de Rondônia 1.037 22 975
Mirante da Serra 896 8 863
Vale do Anari 859 14 691
Alvorada D’Oeste 818 23 741
Santa Luzia D’Oeste 754 10 716
Cacaulândia 731 9 712
Nova União 721 12 677
Vale do Paraíso 636 24 602
Cabixi 629 14 594
Corumbiara 579 13 536
Theobroma 551 20 464
Governador Jorge Teixeira 548 14 490
Rio Crespo 520 9 475
Novo Horizonte do Oeste 499 20 446
Ministro Andreazza 453 14 431
Teixeirópolis 449 8 429
Pimenteiras do Oeste 395 15 380
São Felipe D’Oeste 311 7 284
Parecis 223 7 180
Castanheiras 215 5 189
Primavera de Rondônia 153 6 128
Total geral 208.887 5.040 194.456
Em Rondônia, nas últimas 24 horas foram registrados os seguintes resultados para covid-19:
ÚLTIMAS 24 HORAS
MUNICÍPIOS CASOS ÓBITOS
Porto Velho 324 19
Ariquemes 49 0
Ji-Paraná 11 0
Cacoal 17 6
Vilhena 6 1
Jaru 0 2
Rolim de Moura 23 2
Machadinho D’Oeste 3 1
Guajará-Mirim 0 0
Pimenta Bueno 28 0
Buritis 4 0
Ouro Preto do Oeste 1 0
Candeias do Jamari 1 1
Alta Floresta D’Oeste 4 0
Nova Mamoré 0 0
Presidente Médici 17 0
Espigão D’Oeste 16 0
Cerejeiras 16 1
São Miguel do Guaporé 5 0
São Francisco do Guaporé 8 0
Alto Paraíso -1 0
Cujubim 3 2
Nova Brasilândia D’Oeste 2 0
Colorado do Oeste 1 0
Monte Negro 0 0
Chupinguaia 1 0
Itapuã do Oeste 2 0
Alto Alegre dos Parecis 2 1
Costa Marques 0 0
Urupá 5 0
Seringueiras -1 0
Campo Novo de Rondônia 0 0
Mirante da Serra 1 0
Vale do Anari 0 0
Alvorada D’Oeste 0 0
Santa Luzia D’Oeste 5 0
Cacaulândia 13 0
Nova União 11 1
Vale do Paraíso 0 0
Cabixi 2 1
Corumbiara 6 0
Theobroma 0 0
Governador Jorge Teixeira 1 1
Rio Crespo 6 0
Novo Horizonte do Oeste 4 1
Ministro Andreazza 0 0
Teixeirópolis 0 0
Pimenteiras do Oeste 0 0
São Felipe D’Oeste -1 0
Parecis 0 0
Castanheiras 0 0
Primavera de Rondônia 0 1
Total geral 595 41


ÚLTIMAS ATUALIZAÇÕES:

  • Neste sábado (24) foram registrados 41 óbitos por Covid-19 no estado, desses, 20 são do município de Porto Velho, sendo nove mulheres (87, 77, 72, 67, 61, 59, 56, 56 e 54 anos) e 11 homens (75, 72,68, 67, 63, 61, 56, 46, 45, 45 e 27 anos de idade); seis em Cacoal, sendo duas mulheres (77 e 75 anos) e quatro homens (60, 41, 38 e 29 anos); dois homens (57 e 53 anos) de Cujubim; dois de Jaru, sendo uma mulher de 82 anos e um homem de 48 anos; um homem de 60 anos de Alto Alegre dos Parecis; um homem de 59 anos de Cabixi; um homem de 94 anos de Candeias do Jamari; um homem de 62 anos de Cerejeiras; uma mulher de 64 anos de Governador Jorge Teixeira; uma mulher de 57 anos de Machadinho D’Oeste; uma mulher de 36 anos de Nova União; um homem de 46 anos de Novo Horizonte do Oeste; uma mulher de 40 anos de Primavera de Rondônia; uma mulher de 60 anos de Rolim de Moura e um homem de 36 anos de Vilhena.
  • Porto Velho remanejou um óbito para o município de Rolim de Moura

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Ato de Nikolas leva GSI a instalar grades no Palácio do Planalto

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
foto-nikolas-quinto-dia1

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) optou por instalar grades de proteção ao redor do Palácio do Planalto em razão da manifestação comandada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Em nota, o GSI informou que as grades foram instaladas e “são utilizadas como medida de reforço, conforme os protocolos de segurança”.

A reportagem apurou que, apesar da medida adotada pelo Planalto, as forças de segurança do Distrito Federal rechaçam a possibilidade de qualquer tentativa de invasão ou de ação violenta do tipo, garantindo a segurança da capital federal.

Isso porque, embora a mobilização de apoiadores de Nikolas e de pessoas ligadas à direita esteja marcada para domingo (25/1), o local do ato é considerado bastante distante da Praça dos Três Poderes.

A manifestação, intitulada pelo deputado como “caminhada pela liberdade e justiça”, teve início em Paracatu (MG) na segunda-feira (18/1) e ficará concentrada na Praça do Cruzeiro, a cerca de 6,5 km de distância do Planalto.

A avaliação das forças de segurança é de que, como os integrantes do ato estarão vindo da outra extremidade da Praça dos Três Poderes, no Eixo Monumental, as chances de chegarem ao Planalto são consideradas nulas, já que teriam de passar também pela sede do governo do Distrito Federal, o Palácio do Buriti.

Além disso, outros eventos locais devem ocorrer na região neste domingo, o que já mobiliza as forças de segurança. Um deles é a implosão do Torre Palace, que também fica na rota dos Três Poderes e, por esse motivo, terá o trânsito parcialmente interrompido, com áreas próximas interditadas por segurança.

Ato

Nikolas iniciou, neste sábado (24/1), o 6º dia da mobilização intitulada “caminhada da liberdade”, que saiu do interior de Minas Gerais em direção a Brasília (DF). À tarde, o deputado mineiro e os seus apoiadores já estavam na BR-40, na altura da região de Santa Maria (DF).

O ato teve início na segunda-feira (19/1) e conta com a presença de aliados políticos e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O parlamentar e os apoiadores saíram do Trevo de Luziânia por volta das 8h20. O grupo segue em direção a Brasília, onde irá se reunir no domingo (25/1), no início da tarde, na Praça do Cruzeiro para uma manifestação.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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No 1º ano de Trump 2.0, os EUA dobraram deportações de brasileiros

Publicado

em

atualizado

Um ano depois do primeiro voo de deportação da nova era Donald Trump pousar no Brasil, os efeitos da política migratória dos Estados Unidos seguem vivos na rotina de brasileiros expulsos do país. Entre denúncias de violações de direitos humanos, retornos forçados e tentativas de recomeço no Brasil, essas pessoas carregam marcas que vão muito além do trajeto que as trouxe de volta para casa.

Aquele primeiro voo da Louisiana para o Brasil ficou marcado por denúncias de violações de direitos humanos e é descrito pelos deportados como uma experiência de “tortura” e “inferno”. As imagens de brasileiros algemados e acorrentados, sobre a asa de um avião no Aeroporto de Manaus, geraram revolta no governo brasileiro e serviram como uma prévia do tratamento que a Casa Branca empregaria contra imigrantes a partir dali.

Ao desembarcarem em Manaus, os brasileiros foram resgatados pelo governo, que proibiu que a aeronave norte-americana seguisse viagem. Um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) foi usado para concluir o trajeto até Belo Horizonte, no dia 25 de janeiro de 2025.

Infográfico com cronologia do primeiro voo de deportados da nova era Trump para o Brasil - Metrópoles

Desde então, o número de brasileiros expulsos dos EUA mais que dobrou. De acordo com dados da Polícia Federal (PF), 37 voos fretados pelo Serviço de Imigração dos Estados Unidos (ICE) desembarcaram no país em 2025 e um total de 3.526 pessoas foram deportadas para o Brasil.

Na série de reportagens Deportados dos EUA: um ano do voo que expôs a nova política migratória de Trump, o Metrópoles investiga os desdobramentos do primeiro voo de brasileiros deportados por Trump a partir do relato de quem foi expulso no país, do cruzamento de dados brasileiros e norte-americanos e da resposta do governo Lula às denúncias de violações de direitos.


Os brasileiros deportados em voos fretados pelos EUA

  • Ano de 2020: 1.138 brasileiros deportados;
  • Ano de 2021: 2.188 brasileiros deportados;
  • Ano de 2022: 1.423 brasileiros deportados;
  • Ano de 2023: 1.256 brasileiros deportados;
  • Ano de 2024: 1.660 brasileiros deportados;
  • Ano de 2025: 3.526 brasileiros deportados;
  • Entre os dias 1º e 20 de janeiro de 2026: 104 brasileiros deportados.

Quem são os deportados

O ICE classifica os imigrantes detidos em três grupos: pessoas com condenações criminais, com acusações pendentes e os chamados “violadores da imigração” — pessoas sem histórico criminal, mas em situação migratória irregular.

É o caso de Aeliton Candido de Andrade, de 34 anos, morador de Divinópolis (MG). Ele foi detido em 2024, no estado de Nova Jersey, após uma confusão em um bar depois de um jogo de futebol americano, mesmo sem participar da briga.

“Eles começaram a brigar do nada e o dono do bar chamou a polícia. A polícia não pergunta quem é quem, pega todo mundo”, relata. “Eu estava com o braço engessado, não estava participando de nada. Mas eles não perguntam, te prendem igual um animal”, conta o brasileiro ao Metrópoles.

Aeliton conta que ficou detido por um ano no centro de processamento de imigrantes em Moshannon Valley, na Pensilvânia. O local funcionava como uma prisão federal até março de 2021 e, em novembro do mesmo ano, foi reaberto como centro de detenção para pessoas sob custódia da ICE.

Com o endurecimento das políticas migratórias e o aumento das detenções, o Moshannon Valley se consolidou, em 2025, como um dos principais centros para pessoas que aguardam decisões de deportação ou eventual liberação.

Violência no ICE

O último mês ficou marcado por episódios de violência extrema cometidos por agentes do ICE. O de maior repercussão foi o assassinato de Renee Good, uma cidadã americana de 37 anos que foi morta após um agente do ICE atirar contra o veículo dela durante uma abordagem no dia 7 de janeiro, na cidade de Minneapolis.

O assassinato de Renee é o degrau mais recente de uma escalada no uso da força por agentes do ICE nos últimos anos — endurecimento que começou ainda na gestão Biden.

Entre os anos fiscais de 2022 e 2023 — período que vai de 1º de outubro de 2021 a 30 de setembro de 2023 — os registros de agressões físicas diretas, com uso de mãos, punhos e pés, saltaram de 25 para 53 episódios — aumento de 112%.

O uso da força não se restringe a agressões corporais. No mesmo intervalo, houve 28 incidentes envolvendo dispositivos de controle, como sprays e gás. O uso de armas de impacto, como cassetetes, cresceu 150%, enquanto a utilização de agentes químicos, incluindo spray de pimenta, aumentou 21%.

Morador dos Estados Unidos por cinco anos, Aeliton afirma que a violência faz parte da rotina dos agente do ICE. “Eles são conhecidos pela agressividade”, diz. “Estão com decreto de limpar o país de imigrantes mesmo.”

Segundo ele, um dos maiores medos entre os detidos é a separação familiar. “Se você tem criança, eles não estão nem aí. Eles prendem e as crianças que se virem”, afirma. “As pessoas que eu conheci lá, até hoje, não conseguiram recuperar os filhos.”

Um ano depois

À reportagem, Aeliton descreve a deportação e o primeiro ano de volta ao Brasil como uma queda brusca — emocional, financeira e psicológica — seguida de um esforço diário para reconstruir a própria vida.

“Sair de baixo, subir e cair de uma vez é complicado”, diz. “Para mim foi um massacre, mas também uma vitória. Foi uma vivência ruim, mas um aprendizado muito grande, porque eu consegui dar a volta por cima. Hoje, graças a Deus, eu estou bem.”

O recomeço, segundo ele, foi marcado por obstáculos básicos, mas pesados para quem retorna sem nada: regularizar documentos, abrir contas bancárias e tentar se reorganizar financeiramente. “A partir do momento em que você é preso, perde tudo.”

Hoje, Aeliton está desempregado. Ainda assim, tenta se apoiar no pouco que restou depois da expulsão: a casa própria e a tentativa de seguir em frente após uma vida interrompida à força.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Pai desvia R$ 113 mil em doações do filho, gasta no Tigrinho e é preso

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imagem colorida pai desvia doaçoes de filho deficiente alagoas

O pai de uma criança com deficiência foi preso após desviar dinheiro arrecadado em doações para o próprio filho e usar a quantia em apostas virtuais, incluindo o conhecido “Jogo do Tigrinho”. A prisão ocorreu após denúncia do Ministério Público de Alagoas (MPAL), apresentada nessa sexta-feira (23/1), pela Promotoria de Justiça de Murici.

O acusado é João Victor dos Santos Oliveira, apontado como responsável por desviar R$ 113 mil que haviam sido transferidos para a conta do filho, Noah Gabriel Ferreira dos Santos, de 1 ano e 5 meses. O menino teve os membros superiores e inferiores amputados após uma pneumonia, o que mobilizou moradores de Murici e pessoas de outras cidades em campanhas de doação, rifas e pedidos de ajuda divulgados inclusive em programas de TV.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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