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Ronda da Moda GPS: novidades e atualizações da semana
Nesta edição da tradicional Ronda da Moda GPS, trazemos as últimas novidades e atualizações do vibrante universo fashion. De novas coleções inspiradoras a movimentações estratégicas dentro de grandes marcas, confira os lançamentos mais aguardados e as mudanças que prometem impactar suas marcas queridinhas.
AZZAS 2154
A recém-criada AZZAS 2154, fruto da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, anunciou Gisela Dantas Rodenburg como sua Chief of Staff. Desde abril de 2022, Gisela integrava o Conselho de Administração do Grupo Soma e agora irá apoiar diretamente o CEO/CCO Alexandre Birman. Sua missão será aprofundar a estratégia de branding e promover a inserção global da marca no universo da moda.
Nova coleção Beachwear de Lari Duarte e Kopsch
A influenciadora Lari Duarte une-se novamente à marca beachwear Kopsch, de Niterói, para lançar a coleção Euro Summer. Inspirada no verão europeu, a linha traz peças clássicas e elegantes para as férias de julho, marcando a segunda colaboração entre Lari e a marca após o sucesso da primeira coleção em 2022.
Converse lança coleção Festival Style
A Converse, ícone no universo dos tênis, apresenta sua nova coleção Festival Style. A linha inclui três novos modelos: Chuck 70 De Luxe Heel, Chuck 70 e Chuck Taylor All Star Modern Lift. Combinando estilo e conforto, os modelos são caracterizados por materiais texturizados, costuras e aplicações, prometendo ser a tendência da temporada.
Hering celebra o Dia dos Namorados com ‘Tempo do Amor’
A Hering lançou sua campanha especial de Dia dos Namorados intitulada “Tempo do Amor”. A campanha destaca a conexão entre sentimentos e a qualidade do tempo vivido, estrelando os casais Sabrina Sato e Nicolas Prattes, Carla Salle e Gabriel Leone, que refletem sobre seus relacionamentos e momentos de afeto.
Silvia Fregonese abre espaço em São Paulo
Referência na moda noiva, Silvia Fregonese inaugurou a Naemii – By Silvia Fregonese no bairro Jardins, em São Paulo. Com uma curadoria impecável de marcas internacionais exclusivas no Brasil, o novo espaço marca o primeiro passo da estilista em sua expansão nacional, consolidando uma trajetória de quase 15 anos iniciada em Curitiba.
Arezzo com ‘Arezzo in Arezzo’
A Arezzo lançou a coleção “Arezzo in Arezzo”, inspirada na cidade italiana que deu nome à marca. A coleção celebra as raízes da marca com peças clássicas que combinam estilo e tradição. As homenagens começam no Brasil esta semana e culminam com uma exposição na cidade de Arezzo, na Itália, em junho.
Loungerie eleva a sensualidade em nova coleção
A Loungerie lança sua coleção de Dia dos Namorados, focada em ousadia e sensualidade. Com uma campanha que convida as mulheres a viverem suas fantasias, a marca oferece peças íntimas que prometem transformar momentos especiais em memórias inesquecíveis. A curadoria inclui desde itens mais sensuais até os mais casuais, adaptando-se a diferentes ocasiões e estilos de mulheres.
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Fonte: Nacional
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Líder do PT aciona PRF e tenta interromper caminhada de Nikolas

O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (PT-RJ), e o deputado Rogério Correia (PT-MG) protocolaram um pedido de providências à Prolícia Rodoviária Federal (PRF) para interromper a caminhada organizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que segue de Paracatu (MG) até Brasília (DF), onde planeja chegar domingo (25/1).
No documento, os deputados afirmam que a manifestação ocorre em uma rodovia federal de tráfego intenso, com uso indevido do acostamento, invasão da pista de rolamento e indícios de pouso de helicópteros nas margens da estrada. Para eles, a situação configura uma conduta “grave, inaceitável e irresponsável”, que exige intervenção imediata do poder público.
Na segunda-feira (19/1), o parlamentar mineiro iniciou a chamada “caminhada pela liberdade”. Até agora, 22 parlamentares de direita se uniram a Nikolas.
Segundo os parlamentares petistas, o ato foi feito sem comunicação prévia às autoridades e expõe participantes e motoristas a riscos à vida e à integridade física.
“Eles podem se manifestar onde quiserem, mas não podem colocar em risco a vida das pessoas. Façam essa mobilização onde quiserem, mas não desse jeito, sem autorização e colocando vidas em perigo”, disse Lindbergh.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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PGR arquiva pedido para impedimento de Toffoli no Caso Master

O procurador-Geral da República, Paulo Gonet, arquivou pedido de deputados da oposição para que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixe a relatoria do Caso Master.
Os parlamentares representaram à PGR pedido de impedimento e suspeição para afastar Toffoli devido viagem realizada pelo ministro a Lima, no Peru, em 28 de novembro, em aeronave de advogado que trabalha para um dos investigados na ação.
Os deputados federais Adriana Miguel Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC) questionaram denúncias que colocam Toffoli na mesma aeronave em que estava o advogado Augusto Arruda Botelho, advogado do diretor de compliance do Master e investigado, Luiz Antônio Bull.
A PGR entendeu, no entanto, que “o caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria-Geral da República. Não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento”, disse Gonet no arquivamento, datado do último dia 15.
Mal-estar
- O Caso Master tem provocado mal-estar dentro do STF devido ao desgaste de imagem da Corte.
- Ainda assim, o ministro do STF Dias Toffoli tem comentado com pessoas próximas e com outros ministros que não cogita deixar a relatoria do caso Banco Master.
- Toffoli, segundo apurou o Metrópoles, reforçou a essas pessoas que não há motivos para se declarar impedido ou suspeito no inquérito que tramita na Corte, hoje alvo de críticas de alguns setores da política em Brasília.
- O ministro tem reiterado que sua condução no processo busca evitar alegações futuras de nulidade e que não há parcialidade na condução do caso — citando, inclusive, que avocou à Suprema Corte os processos relacionados ao tema justamente para evitar questionamentos posteriores.
Com as repercussões pela atuação no caso e com os recentes fatos publicados pelo Metrópoles na coluna de Andreza Matais acerca do Resort Tayayá, construído pela família do ministro, crescem as pressões para que o ministro deixe o caso. O presidente do STF, ministro Edson Fachin, antecipou a conclusão das férias para tratar da crise e tem conversado sobre um Código de Ética.
Toffoli tem sido pressionado ainda por segmentos da política e foi alvo de reclamações de delegados da Polícia Federal (PF), especialmente após a deflagração da segunda fase da Operação Compliance Zero, quando determinou que as provas obtidas na operação ficassem sob a guarda da Procuradoria-Geral da República (PGR), e não da autoridade policial.
Por decisão de Toffoli, quatro peritos da PF poderão acompanhar a extração de dados e a perícia das provas. Delegados, entretanto, avaliam que essa atribuição deveria caber ao setor responsável dentro da própria corporação, e não ao ministro. Um dos peritos indicados atuou no caso Lava Jato, e as investigações do caso foram prorrogadas por mais 60 dias.
Inquérito
Relator do processo na Corte, Toffoli concordou com pedido da PF para a prorrogação do inquérito, que tramita em sigilo.
“Trata-se de manifestação da autoridade policial, requerendo nova prorrogação do prazo para conclusão das investigações por mais 60 (sessenta) dias. Posto isso, considero que as razões apontadas para prorrogação, por mais 60 (sessenta) dias, devem ser deferidas”, escreveu o ministro em decisão de sexta-feira (16/1).
Os itens apreendidos, como telefones, computadores e outros aparelhos, inicialmente ficariam “lacrados” e “acautelados” na sede da Corte. Em seguida, no entanto, Toffoli mudou de entendimento e determinou que a custódia passasse à PGR.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Receita aposta em "cobrança amigável" para arrecadar mais. Entenda

A Receita Federal estima arrecadar cerca de R$ 200 bilhões em 2026 com a chamada “cobrança amigável”, estratégia que prioriza a autorregularização de contribuintes com débitos tributários e busca reduzir disputas judiciais.
A expectativa foi apresentada nesta quinta-feira (22/1) pelo secretário da Receita, Robinson Barreirinhas, e integra um plano do governo para ampliar a arrecadação sem elevar impostos.
Segundo Barreirinhas, a iniciativa representa uma mudança de postura do fisco, que deixa de atuar apenas de forma repressiva para antecipar problemas, orientar contribuintes e evitar litígios.
A ideia é estimular o pagamento espontâneo de tributos antes da abertura de processos administrativos ou judiciais, considerados mais caros e demorados para o Estado.
Em 2025, a arrecadação com medidas de conformidade tributária chegou a R$ 177,5 bilhões, acima dos R$ 171,2 bilhões registrados em 2024.
Para 2026, a projeção é de novo avanço, impulsionado pela ampliação dos mecanismos de autorregularização e pelo uso mais intenso de dados para identificar inconsistências fiscais.

O plano prevê, tratamento mais cooperativo para contribuintes que cometem erros ou deixam de pagar tributos de forma não intencional e endurecimento contra devedores contumazes, considerados reincidentes e estratégicos na inadimplência.
A Receita avalia que essa diferenciação é essencial para aumentar a eficiência da cobrança e melhorar o ambiente de negócios.
A estimativa de arrecadação ocorre em meio à pressão do governo para cumprir as metas fiscais previstas no novo arcabouço, especialmente para 2026, quando a equipe econômica trabalha com a promessa de superávit primário.
Com resistência no Congresso Nacional a novos aumentos de impostos, o reforço no caixa por meio da recuperação de créditos é visto como uma das principais alternativas para equilibrar as contas públicas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
