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Cotidiano

Rio Branco-AC bate Pacajus nos pênaltis e avança às oitavas de final da Série D

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O Rio Branco-AC está nas oitavas de final do Campeonato Brasileiro da Série D. O Estrelão venceu o Pacajus nos pênaltis por 5 a 4 após empate sem gols no tempo normal, neste domingo (31), no estádio Florestão, na capital acreana, pelo jogo de volta da segunda fase. Os dois times haviam empatado por 1 a 1 no jogo de ida.

Matheus Nego, Luan, Ciel, Yago e Negueba marcaram nas cobranças de pênaltis. O goleiro Evandro Gigante, do Rio Branco-AC, pegou a última cobrança batida por Rayro, do Pacajus. Com o resultado, o Estrelão vai enfrentar o ASA-AL nas oitavas de final.

PRÓXIMOS COMPROMISSOS

O Rio Branco-AC vai enfrentar o ASA-AL nas oitavas de final da Série D. O time de Alagoas despachou o Afogados-PE com vitórias por 2 a 1 e 2 a 0, respectivamente.

PRIMEIRO TEMPO

O Rio Branco-AC dominou o primeiro tempo, mas não conseguiu criar chances claras de gol. A primeira boa oportunidade de marcar foi logo aos dois minutos. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Yago cabeceou firme para o gol, mas o goleiro Cris defendeu em dois tempos.

O Pacajus jogou com a proposta de sair nos contra-ataques e não tinha pressa. A primeira chegada com perigo do time visitante foi aos nove minutos em cruzamento do atacante Edson, interceptado por Yago.

O Cacique do Vale do Caju usou e abusou das faltas sofridas para ganhar tempo e cozinhar o jogo. O Estrelão passou a ter dificuldades para imprimir pressão nos visitantes.

Aos 20 minutos, o atacante Wanderson arriscou chute forte de fora da área e o goleiro espalmou.

A segunda metade do primeiro tempo seguiu com o Estrelão com mais posse de bola, mas com poucas oportunidades. O Pacajus, sem pressa, segurou o resultado igual até o intervalo.

Rio Branco-AC x Pacajus - Série D 2022

Rio Branco-AC x Pacajus – Série D 2022 (Foto: Arquivo pessoal/Manoel Façanha)

SEGUNDO TEMPO

Estrelão voltou para etapa final com o mesmo ímpeto ofensivo e o Pacajus seguiu se defendendo. Aos seis minutos, André Lessa cobrou falta da entrada da área e o goleiro defendeu em dois tempos.

O Estrelão seguiu em cima e voltou a levar perigo aos 12 minutos. Após cobrança de falta de André Lessa, a bola desviou e o goleiro espalmou.

O Pacajus cozinhava o jogo, valorizando cada falta. Apesar das mudanças feitas nos dois lados, o panorama do jogo seguiu o mesmo. Aos 32 minutos, Testinha quase marcou em cobrança de falta da entrada da área, mas Evandro Gigante conseguiu defender.

O Estrelão pressionou nos minutos finais, mas o jogo acabou empatado por 0 a 0.

Nas cobranças de pênaltis, Matheus Nego, Luan, Ciel, Yago e Negueba marcaram e Evandro Gigante defendeu a última cobrança batida por Rayro, do Pacajus

Evandro Gigante, goleiro do Rio Branco-AC, agradece torcida pelo apoio

Evandro Gigante, goleiro do Rio Branco-AC, agradece torcida pelo apoio (Foto: Arquivo pessoal/Manoel Façanha)

BORDERÔ

Público pagante: 1.100 torcedores Renda: R$ 12.260

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Nuvens carregadas persistem no Acre nesta sexta-feira, alerta Censipam

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De acordo com o órgão, o oeste acreano terá céu nublado a encoberto, com possibilidade de chuva a qualquer hora do dia. Já na capital, Rio Branco, e nas demais regiões, o sol aparece entre muitas nuvens

Em Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolândia, Capixaba e Xapuri as temperaturas oscilam entre a mínima de 21°C e a máxima de 33ºC.

O Acre segue sob influência de instabilidade atmosférica nesta sexta-feira (7), conforme o Centro Gestor do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). O fluxo de umidade em baixos níveis da atmosfera mantém o tempo fechado em grande parte do estado.

De acordo com o órgão, o oeste acreano terá céu nublado a encoberto, com possibilidade de chuva a qualquer hora do dia. Já na capital, Rio Branco, e nas demais regiões, o sol aparece entre muitas nuvens.

“O dia será de céu nublado a encoberto com chuva a qualquer hora do dia nas cidades do oeste acreano. Já na capital e demais regiões do estado a previsão é de sol entre muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas entre a tarde e a noite”, disse o Censipam.
Confira abaixo as temperaturas por região.
Alto Acre

Em Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolândia, Capixaba e Xapuri as temperaturas oscilam entre a mínima de 21°C e a máxima de 33ºC.

Baixo Acre

Mínima de 22°C e máxima de 32ºC são as temperaturas registradas em Acrelândia, Bujari, Plácido de Castro, Porto Acre, Senador Guiomard e Rio Branco.

Vale do Juruá

Já em Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Waltere Rodrigues Alves os termômetros ficam entre 23ºC e 31ºC.

Vale do Purus

Em Manoel Urbano, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira faz entre 22ºC e 31ºC.

Vale do Tarauacá/Envira

Por fim, em Feijó, Tarauacá e Jordão as temperaturas variam entre 23ºC e 31ºC.

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Após veto, PL que proíbe nomeação de condenados por violência doméstica e sexual é reapresentado em Rio Branco

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Vereadora Elzinha Mendonça apresentou novamente, na última quarta (5), o Projeto de Lei que proíbe a nomeação em cargos públicos municipais. Prefeito Tião Bocalom vetou PL em 2024

Projeto de Lei visa proibição de condenados por violência doméstica volta para a câmara. Foto: Reprodução

A vereadora Elzinha Mendonça apresentou novamente, na última quarta-feira (5), o Projeto de Lei que proíbe a nomeação de pessoas condenadas por violência doméstica ou familiar e sexual em cargos públicos municipais. O PL foi vetado pelo prefeito Tião Bocalom no início de dezembro do ano passado depois de ter sido aprovado pela Câmara de Vereadores da capital.

O veto se baseou no entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a caracterização de condenações anteriores e penas já cumpridas como maus antecedentes. Além disso, o veto questionou a competência do legislativo municipal para tratar sobre o tema.

Cerca de dois meses depois, a vereadora justificou que atualizou a redação do PL, fez os ajustes sugeridos pela Procuradoria Jurídica da Câmara Municipal e que o projeto mantém o mesmo objeto e essência da versão anterior.

“Trata-se de uma medida que encontra sustentação tanto no ordenamento jurídico brasileiro quanto em princípios sociais e éticos fundamentais, e que se justifica pelo imperativo de se garantir que o exercício de funções públicas, especialmente em cargos administrativos e políticos, seja pautado pela moralidade, integridade e respeito aos direitos humanos”, disse.

Aprovação do projeto

Os vereadores de Rio Branco aprovaram, em outubro do ano passado, o projeto proibindo a nomeação de pessoas condenadas por violência doméstica ou familiar e sexual em cargos públicos municipais, durante sessão no dia 24 de outubro. Na ocasião, o Projeto de Lei Ordinária (PLO) n.º 28/2024 foi aprovado por sete votos a um.

“A aludida vedação inicia com a certificação do trânsito em julgado da decisão judicial de condenação definitiva e se encerra com a sentença judicial que julga extinta a punibilidade pelo cumprimento integral da pena”, afirmava o paragrafo único do PLO.

A proibição, segundo o texto, seria válida apenas após o trânsito em julgado e durante o cumprimento da pena.

O texto revogava a Lei 2.321/2019, de autoria do então vereador Mamed Dankar, aprovado em uma legislatura anterior. Elzinha reconheceu que um projeto semelhante já havia sido aprovado, mas afirmou que este amplia para além da violência doméstica, que era a abrangência do texto anterior.

O único parlamentar que votou contra o projeto foi o vereador não reeleito Arnaldo Barros (Podemos). Para ele, o texto dava margem para injustiças, e culpou até mesmo a imprensa por supostas “armações”.

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Gerido por Marina Silva, Fundo Amazônia recebeu R$ 990 milhões em 2024

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Os Estados Unidos fizeram o terceiro maior repasse, de R$ 276 milhões, equivalente a 28% do total. A continuidade das doações norte-americanas, porém, está sob risco após a posse de Donald Trump na presidência

Os recursos são destinados a projetos de prevenção e combate ao desmatamento, além de iniciativas de conservação florestal. Foto: internet

Gerido pela ministra de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, a acreana Marina Silva, o Fundo Amazônia recebeu R$ 990 milhões em doações em 2024. O valor é 5 vezes maior que o registrado em 2023, quando arrecadou R$ 150 milhões.

O Fundo Amazônia foi criado em 2008 e é a principal ferramenta de captação de recursos internacionais para preservação e desenvolvimento sustentável na Amazônia Legal. Os recursos são destinados a projetos de prevenção e combate ao desmatamento, além de iniciativas de conservação florestal.

O montante dos recursos foi alcançado após o fundo ficar paralisado de 2019 a 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro. Reino Unido, Noruega, Estados Unidos, Alemanha, Dinamarca e Japão foram os países doadores em 2024. Em 2023, apenas Alemanha, Estados Unidos e Suíça haviam contribuído.

Os Estados Unidos fizeram o terceiro maior repasse, de R$ 276 milhões, equivalente a 28% do total. A continuidade das doações norte-americanas, porém, está sob risco após a posse de Donald Trump na presidência. Trump declarou que retirará o país do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, da Organização das Nações Unidas (ONU), e desfará medidas ambientais do governo Joe Biden.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), administrador do fundo, negocia novos repasses de R$ 400 milhões nas próximas semanas – R$ 314 milhões do Reino Unido e R$ 86 milhões da Dinamarca.

Criado em 1º de agosto de 2008,  o Fundo Amazônia tem como principal objetivo captar recursos para investir em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, bem como para promover a conservação e o uso sustentável da Amazônia Legal.

Combate a incêndios no MT

No último dia 24, o  Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA)  anunciou que o Fundo Amazônia destinará R$ 45 milhões para fortalecer a estrutura do Corpo de Bombeiros Militar do estado do Mato Grosso.

Mato Grosso é o oitavo estado a receber apoio para ações de prevenção e combate a incêndios florestais, que totalizam R$ 405 milhões do Fundo, em valores não reembolsáveis, na Amazônia Legal. O projeto compreende aquisição de um helicóptero e acessórios, capacitação de agentes públicos, sensibilização de comunidades locais e formação de brigadas, ampliando os serviços prestados pela corporação.

A destinação de recursos para os estados da Amazônia Legal que apresentarem projetos para prevenção e combate a incêndios foi aprovada pelo Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA) em 2023, após a retomada do Fundo e do comitê.

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