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Revoltada, acreana expõe agressão de sobrinho em bar de Sena, denuncia racismo, preconceito e agressor armado; veja vídeo

Lídia acredita que o sobrinho, Adiel Neto, sofreu racismo e preconceito por sua cor e corte de cabelo.

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POR DOUGLAS RICHER

Mais um episódio de violência foi noticiado nas redes sociais, envolvendo o tradicional Bar do Nunes, localizado no município de Sena Madureira. No domingo (22), a senamadureirense Lídia Teixeira usou seu Facebook para denunciar agressões ao seu sobrinho Adiel Teixeira Neto.

De acordo com a publicação de Lídia, o sobrinho que estava bebendo no bar e fumando,  foi agredido por um outro homem, que se ofendeu com o cigarro do jovem. Lídia acredita que o sobrinho, Adiel Neto, sofreu racismo e preconceito por sua cor e corte de cabelo.

“Um safado, covarde com o c* cheio de cachaça, simplesmente por ele SER PRETO, e com o cabelo cortado com listra, achou que meu sobrinho era algum vagabundo, marginal, cão sem dono ou sem família. Esse cidadão simplesmente se invocou com a cara do meu sobrinho. Foi até a mesa dele, mandou ele parar de fumar e disse que não podia fumar naquele estabelecimento. Sendo que tinha várias pessoas fumando LA DENTRO DO BAR, INCLUSIVE UM RAPAZ FUMANDO NARGUILE EM UMA MESA NA ÁREA EXTERNA, a fumaça comendo a vontade…. Meu sobrinho ignorou e continuou fumando, ESSE COVARDE SIMPLESMENTE retornou a mesa, bateu na mão do meu sobrinho e derrubou seu cigarro. Meu sobrinho ignorou, acendeu outro cigarro, esse cidadão simplesmente se levantou METEU A MÃO NA CARA DELE, OS 2 SEGURANÇAS DO BAR DO NUNES, PEGARAM MEU SOBRINHO PELO PESCOÇO DANDO GRAVATA, E O COLOCARAM PRA FORA DO BAR.”

Imagem cedida

Recentemente, o Bar foi envolvido em outra confusão generalizada, envolvendo o vereador do município Elvis Dany. As imagens percorreram as redes sociais e viralizaram.

No post, Lídia desabafa sobre  as dificuldades de acesso as imagens, e também não poder gravar a tela das imagens de segurança onde mostra o momento da agressão. Lídia ainda relata o caso do vereador e mostra um boletim de ocorrência já registrado na delegacia do município.

Imagem cedida

Em contato com o site ContilNet, na manhã desta segunda-feira (23), Lídia desabafou e disse que está indignada com o episódio, e que hoje vai na delegacia solicitar as imagens e breve divulgará o momento da agressão.

Veja os vídeos de desabafo de Lídia Teixeira: (Vídeos cedidos)

Confira os prints da postagem no Facebook:

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Médica alerta para aumento de síndrome respiratória grave em Rio Branco e reforça importância da vacinação

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Pneumologista Célia Rocha destaca que maioria dos internados e óbitos é de pessoas não imunizadas; doses contra Influenza e Covid-19 estão disponíveis na rede pública

“Não deixa para depois. A vacina é de graça, é rapidinho e é a única forma da gente evitar que o pior aconteça”, alertou a médica pneumologista Célia Rocha. Foto: captada 

Com o aumento de casos de síndrome respiratória grave em Rio Branco, a médica pneumologista Célia Rocha fez um alerta à população, na tarde desta quarta-feira (11), sobre a importância da vacinação contra a Influenza e a Covid-19. Segundo ela, as doses já estão disponíveis gratuitamente em todas as unidades de saúde da capital.

De acordo com o boletim epidemiológico mais recente, os registros de casos graves de doenças respiratórias vêm crescendo nas últimas semanas, o que acende um sinal de alerta entre os profissionais de saúde.

Em mensagem direcionada à população, a pneumologista destacou que a maior preocupação é com as pessoas que não se imunizaram.

“Os casos de síndrome respiratória grave estão aumentando muito e o que mais preocupa é que a maioria das pessoas que estão ficando internadas ou que, infelizmente, estão chegando a óbito, são justamente aquelas que não se vacinaram”, afirmou.

A médica reforça que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra complicações causadas pelos vírus respiratórios, principalmente entre os grupos mais vulneráveis.

“Não deixa para depois. A vacina é de graça, é rapidinho e é a única forma da gente evitar que o pior aconteça”, alertou.

Célia Rocha também orienta que a população procure uma unidade de saúde o quanto antes para garantir a imunização e reduzir os riscos de agravamento da doença.

“Passa num postinho hoje mesmo. Se cuidem”, concluiu.

Vacinas contra Influenza e Covid-19 já estão disponíveis em todas as unidades de saúde da capital. Foto: ilustrativa 

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Educação do Acre realiza oficina para agentes territoriais do novo Pronacampo

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Os agentes, segundo a professora, irão ajudar a realizar as ações e na supervisão a dinâmica de execução em todo o estado

Ao todo, 16 agentes terrirtoriais participaram da oficina. Foto: Mardilson Gomes/SEE

A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE) realiza até a próxima sexta-feira, 13, no prédio da secretaria, oficina para agentes territoriais no âmbito do novo programa do governo federal, o Pronacampo. Além da oficina, também está sendo realizada a primeira Jornada Pedagógica da Educação do Campo, no auditório da Biblioteca Pública.

A chefe do Departamento de Educação do Campo da SEE, professora Maria Clara Geraldo Siqueira, explica que a Jornada Pedagógica está sendo ofertada para representantes dos núcleos. “Convidamos os assessores que acompanham as escolas do campo e eles vieram participar dessa formação e quando retornar eles serão agentes multiplicadores”, afirma.

“Paralelo a isso, está acontecendo a oficina para agentes territoriais do novo Pronacampo, que é uma política adotada pelo MEC e que vai trazer ações para ampliar e qualificar a oferta da educação do campo. Essa oficina está sendo oferecida para 16 agentes territoriais”, explicou.

Os agentes, segundo a professora, irão ajudar a realizar as ações e na supervisão a dinâmica de execução em todo o estado. “Eles estão participando de oficinas de direitos humanos, de educação especial, de educação ambiental e, agora, de letramento digital”, disse.

Professora Maria Clara Siqueira: “ampliar e qualificar oferta da educação do campo”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Maria Clara faz questão de destacar que os agentes não são professores, são pessoas da comunidade e que estão engajados nos movimentos sociais. “Eles passaram por uma seleção, por entrevista e foram selecionados para atuar como agentes do Pronacampo”, frisou.

“Então, eles irão atuar nas ações que o Pronacampo disponibilizar para a educação do campo e a gente vai ter um centro de referência e vamos ter os recursos para essas ações e os agentes estarão ao longo de todo o território, então eles farão uma espécie de articulação”, destacou.

Entre os agentes territoriais que participam da oficina está Rodrigo de Paiva Soares, que atuará nos municípios de Rio Branco e Bujari. Para ele, a oficina tem sido uma experiência enriquecedora para a aprendizagem e para a compreensão de como operacionalizar a política pública da educação do campo.

“É preciso ter um projeto para a escola que foque em melhorar estruturas, ensino e qualidade de vida para a comunidade e, nesse sentido, seremos um elo entre município, Estado, sociedade civil organizada e comunidade, fazendo uma interlocuação para fomentar as políticas voltadas para os territórios”, disse.

Rodrigo Soares: “elo entre municípios, governo e comunidade”. Foto: Mardilson Gomes/SEE

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Diretoria do Humaitá regulariza os atacantes Davi e Marcos Rudwere

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Foto Glauber Lima: Elenco do Humaitá trabalha forte para semifinal do Estadual

 

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