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Restaurante Popular comemora aniversário de reabertura nesta terça-feira

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Local ficou fechado por dois anos durante a pandemia de covid-19 (Foto: Assecom)

Um espaço acolhedor criado com o propósito de oferecer dignidade em forma de alimentação saudável para aqueles que mais precisam. Assim pode ser definido, em linhas gerais, o Restaurante Popular de Rio Branco que, nesta terça-feira (18), completa seu primeiro aniversário de reinauguração, após ficar fechado por dois anos devido à pandemia de covid-19.

Localizado na Estrada da Sobral, na regional da Baixada, o restaurante leva o nome oficial de José Marques de Souza, uma homenagem ao líder social e ativista cultural popularmente conhecido como Matias.
O local, que antes dependia de recursos federais para funcionar, foi totalmente reformado pela prefeitura que, além de administrá-lo passou a custeá-lo.

“É totalmente custeado pela Prefeitura de Rio Branco. Esse é um cuidado especial do nosso prefeito Tião Bocalom com os usuários”, disse a diretora do Restaurante Popular, Márcia Andreato.

A comida é muito boa e tem garantia de qualidade (Foto: Assecom)

Diariamente, são preparadas 550 refeições e, destas, uma parte é embalada e enviada ao Centro Pop para atender pessoas em situação de rua. A maior parte, porém, é servida no restaurante onde, logo nas primeiras horas da manhã, as pessoas, na sua maioria idosos, chegam cedo para garantir o almoço. Além de ter preço acessível – somente R$ 2,00 – é uma alimentação saudável, com cardápio balanceado, cuidadosamente elaborado por nutricionistas.

Nos pratos tem o básico e nutritivo feijão com arroz e a proteína varia entre carne, frango ou peixe preparados de formas diferentes. Também tem macarrão, salada com legumes e verduras e a farofa de todo dia do acreano.
Gente de toda a cidade almoça no Restaurante Popular, a exemplo do casal Manoel Pereira e Kelly Matos, moradores do Adalberto Aragão.

Cozinheiras não abrem mão dos temperos que todos gostam (Foto: Assecom)

“A comida daqui é excelente, as pessoas nos atendem na delicadeza, são muito educados e tratam a gente bem. Igual a mim que sou cadeirante e desde a primeira vez que eu vim almoçar aqui eu fiquei muito feliz, muito agradecida”, destacou Kelly.

Seu esposo, o ajudante de pedreiro Manoel Pereira, acrescentou: “Eu gostei muito daqui. Depois que o prefeito fez isso aqui, todo mundo vem almoçar aqui porque a comida é gostosa”.

José Soares é artista de rua aposentado e vem lá do Taquari quase todos os dias só para aproveitar o benefício. Ele disse que “é uma comida saudável com ótimo atendimento, que a qualidade da comida é muito boa e aqui está sendo uma ajuda importante pra ele”.

A dona de casa, Maria Araújo, também aposentada é outra que não abre mão do almoço no Restaurante Popular. Ela contou que vai ao restaurante todo dia e que a comida é muito boa.

A comida é muito boa e não só ao paladar, mas tem garantia de qualidade também. Na cozinha a equipe toma todos os cuidados com a higiene desde o armazenamento dos alimentos comprados de fornecedores locais, assim como os legumes as verduras sempre fresquinhas, direto dos produtores da agricultura familiar.

No preparo, os cuidados são redobrados. Luvas, toucas, máscaras são itens indispensáveis assim como o capricho das cozinheiras que não abrem mão dos temperos que todo mundo gosta.

Critérios

Mas nem todo mundo pode almoçar no Restaurante Popular. Para ser usuário é preciso ser cadastrado no CADÚnico ou ser gestante, lactante – que são aquelas mães que ainda estão amamentando – idosos ou pessoas em situação de rua.

Segundo explicou a diretora, Márcia Andreato, a prioridade da Prefeitura de Rio Branco é que seja dada a devida atenção às pessoas em vulnerabilidade social.

“Esse trabalho é observado pela nossa equipe de acolhimento. Nós temos assistente social, psicólogo e fazemos essa identificação. Muitas pessoas vêm até a gente. Ficamos também do lado da UPA e tem aqueles que chegam da Zona Rural e dizem que só tem o dinheiro do ônibus, nem por isso a gente os deixa voltar sem se alimentar. Fazemos o cadastro dessas pessoas como vulnerabilidade total. Fazemos essa triagem e liberamos o almoço. Eles não saem sem almoço daqui”, ressaltou.

Dessa forma, o Restaurante Popular tem cumprido sua missão social: possibilitar comida na mesa a quem só pode pagar o mínimo ou até quem não pode pagar nada. Em cada prato servido, uma experiência gastronômica saborosa e nutritiva quem tem ajudado muita gente.

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Prefeitura de Brasiléia investe em melhoramento de Ramais para garantir acesso de qualidade

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Neste sábado, dia 20, a cidade de Brasiléia realizou mais um esforço significativo da administração municipal para melhorar a infraestrutura de seus ramais. Sob a coordenação da Secretaria de Obras, uma equipe dedicada está empenhada em realizar serviços essenciais para garantir a acessibilidade e a qualidade de vida dos moradores.

O foco das operações recai sobre o ramal do Km 18, conhecido como ramal do Chico Cachecha. Os trabalhadores estão concentrando seus esforços em aprimorar as condições de tráfego por meio de limpeza e piçarramento, visando proporcionar uma via mais segura e transitável para os residentes locais.

A iniciativa da Prefeitura de Brasiléia reflete o compromisso com o bem-estar da comunidade, demonstrando sensibilidade às necessidades de infraestrutura das áreas rurais. O investimento no melhoramento dos ramais não apenas facilita o deslocamento diário dos moradores, mas também contribui para o desenvolvimento no escoamento das produções dessas regiões.

Com ações como essa, a administração municipal reafirma seu comprometimento em promover o progresso e a qualidade de vida de todos os cidadãos de Brasiléia.

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Médico acreano é convidado a palestrar sobre autismo em Angola

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O médico Mazinho Maciel, de Cruzeiro do Sul, é um dos convidados do seminário sobre autismo – “Da infância a vida adulta”, que acontece no próximo dia 4 de maio na cidade de Talatona, em Angola, país do continente africano.

O seminário vai contar com diversos especialistas do Brasil, entre profissionais como psiquiatra, analista de comportamento, educador físico, terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo e neuropediatra, já que o tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA), requer acompanhamento multidisciplinar.

A história do médico cruzeirense formado em medicina da família em Cuba é curiosa. Hoje, considerado um dos especialistas brasileiros no assunto, já tendo sido convidado para palestrar em alguns países do mundo, como os Estados Unidos, que é a nação de maior referência no tratamento do TEA, Mazinho Maciel começou a se dedicar ao estudo do autismo por uma necessidade pessoal.

Em 2017, a filha, do médico, então com dois anos, foi diagnosticada com o Transtorno do Espectro Autista. Mesmo sendo um profissional médico, Mazinho conta que foi um choque. “Foi uma surpresa. Era algo novo, já que o ramo da medicina que eu resolvi me dedicar, não tinha nada com o assunto. Foi aí que percebi que em Cruzeiro do Sul não havia nenhum tipo de tratamento para essa condição que é o autismo”, explica.

Pela necessidade da própria filha, além de se especializar no assunto, Maciel criou em Cruzeiro do Sul, o Centro de Tratamento de Integração Sensorial, o Centrin, em agosto de 2018 para atendimento a crianças com TEA.

Hoje, reconhecido mundialmente e prestes a realizar atendimentos e palestrar em um outro continente, Mazinho fala sobre como a condição da própria filha mudou sua vida. “Ser convidado a participar de eventos dessa magnitude, ser reconhecido por grandes nomes do cenário nacional e internacional só reafirma que, focar 100% no autismo, foi uma decisão acertada. A priori, era apenas pela minha Lara (filha), porém, tomou rumos e proporções inimagináveis”, conta.

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Ageac articula projeto para instalação de porto no interior do estado

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Participaram da reunião representantes da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), e Ageac. Foto: cedida

O governo do Acre, por meio da Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac), se reuniu nesta sexta-feira, 19, com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), para tratar sobre o projeto de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4) no interior do estado. O projeto visa melhorar o transporte hidroviário, garantindo mais acesso e mobilidade às populações ribeirinhas e de difícil acesso.

O Acre era a único da região Norte que ainda não tinha sido contemplado com o Porto IP4, que será essencial para o desenvolvimento do estado e da região Amazônica. Ele será construído em Cruzeiro do Sul e servirá como um ponto vital para o comércio e indústria locais, gerando um impacto positivo, não apenas na cidade, mas também nos municípios vizinhos como Porto Walter, Marechal Thaumaturgo, Jordão e Santa Rosa do Purus.

Além disso, o projeto viabiliza um meio de transporte mais sustentável e exclui a necessidade de depender somente das estradas para o transporte de mercadorias.

Projeto está em fase de planejamento e será essencial para fortalecer a integração logística do Acre, facilitando o comércio e impulsionando o desenvolvimento regional de forma sustentável. Foto: cedida

“A construção do Porto IP4 em Cruzeiro do Sul será transformadora para a economia local. Mais do que uma estrutura portuária, é um catalisador de desenvolvimento que abrirá portas para oportunidades comerciais e industriais até então inexploradas”, explica o presidente da agência, Luís Almir Brandão.

O projeto faz parte do direcionamento do governador Gladson Cameli, que reconhece a importância estratégica dessas iniciativas para o crescimento e a qualidade de vida no estado.

IP4

As IP4 são portos pequenos operados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para melhorar o transporte aquaviário e dar mais dignidade às comunidades ribeirinhas, funcionando como uma “rodoviária das águas”, facilitando o embarque e desembarque de barcos. Por meio do Ministério dos Transportes e Portos, o DNIT constrói esses portos e a Antaq e a Marinha regulam e fiscalizam suas operações para garantir segurança e conformidade. Essa iniciativa busca beneficiar áreas ribeirinhas e promover o desenvolvimento local.
Os requisitos para a construção de IP4 no estado do Acre são:

1º Estar incluído em uma portaria do Ministério dos Portos e Aeroportos;
2º Estar relacionado no Sistema Nacional de Viação –SNV;
3º Operar exclusivamente com embarcações na Navegação Interior;
4º Estar fora da poligonal do Porto Organizado.

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