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Renato Aragão teve infarto e segue internado Rio, diz hospital
Comediante foi submetido à angioplastia e está na Unidade Coronariana.
Segundo cunhado, Aragão tem quadro estável e ‘está bem tranquilo’.
G1

Humorista Renato Aragão é também mestre de cerimônias do Criança Esperança (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)
O humorista Renato Aragão, de 79 anos, sofreu, no sábado (15), um infarto agudo do miocárdio, segundo o Hospital Barra D’Or, onde ele está internado. A informação foi repassada pela unidade em uma nota oficial na tarde deste domingo (16). O humorista passou por uma angioplastia e segue internado na Unidade Coronariana. De acordo com o cunhado Reivaldo Taranto, que falou ao G1 na manhã deste domingo (16), Aragão passa bem.
“Ele está como ontem, estável. O que eu sei é que cheguei de manhã e encontrei com a Lilian [esposa do humorista] . Ele está bem tranqüilo. O médico já passou e disse que está tudo bem e que vai segurar ele um pouquinho ainda. O médico particular dele falou que ele tem um procedimento, então, deve ficar uns dois dias no hospital. A Lilian está lá dentro com ele e passou a noite com ele”, declarou Reivaldo.
Ainda de acordo com a nota divulgada pelo Barra D’Or, o quadro do paciente é “estável hemodinamicamente”.
Intérprete do personagem Didi, que completou 50 anos em 2010, o ator foi nomeado embaixador da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Além do trabalho na televisão, Renato Aragão já fez mais de 40 filmes. Parte deles com os amigos do grupo “Os Trapalhões”, que deixou de ser produzido em 1995 após 18 anos de existência.
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Nasa lança a primeira missão lunar tripulada em meio século
Quatro astronautas decolaram da Flórida nesta quarta-feira (1ª) na missão Artemis 2, da Nasa, em uma viagem de 10 dias de alto risco ao redor da Lua que marca o passo mais ousado dos Estados Unidos para o retorno de humanos à superfície lunar nesta década antes do primeiro pouso tripulado da China.
O foguete do Sistema de Lançamento Espacial (SLS) da Nasa, acoplado à cápsula da tripulação Orion, ganhou vida pouco antes do pôr do Sol no Centro Espacial Kennedy para levar sua primeira tripulação de três astronautas norte-americanos e um canadense ao espaço, em uma subida estrondosa que deixou para trás uma imponente coluna de um espesso vapor branco.
A tripulação da Artemis 2, composta pelos astronautas da Nasa Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch e pelo astronauta da Agência Espacial Canadense Jeremy Hansen, preparou-se para uma expedição de quase 10 dias ao redor da Lua, levando-os mais longe no espaço do que os humanos jamais foram.
Após quase três anos de treinamento, eles são o primeiro grupo a voar no programa Artemis da Nasa, uma série de missões multibilionárias criada em 2017 para construir uma presença de longo prazo dos EUA na Lua a partir da próxima década.
O lançamento constitui um marco importante de mais de uma década para o foguete SLS da agência espacial dos EUA, entregando aos seus principais contratantes, Boeing e Northrop Grumman, a validação de que o sistema de 30 andares de altura pode transportar com segurança seres humanos para o espaço. A Nasa depende cada vez mais de foguetes mais novos e baratos da SpaceX de Elon Musk e de outros.
Construída para a Nasa pela Lockheed Martin, a cápsula Orion, da tripulação, vai se separar do estágio superior do SLS após 3 horas e meia de voo na órbita da Terra.
A tripulação vai assumir, então, o controle manual da Orion para testar sua direção e manobrabilidade em torno do estágio superior separado, tentando o primeiro de dezenas de testes planejados durante a missão.
A missão Artemis 2 é uma etapa inicial do principal programa lunar dos EUA, que tem como meta o primeiro pouso tripulado na superfície da Lua em 2028, na missão Artemis 4.
A Nasa corre para realizar a descida lunar — o primeiro desde a última missão Apollo em 1972 — enquanto a China expande seu próprio programa com um pouso tripulado na Lua planejado para 2030.

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