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Acre

Recursos indicados por Gladson Cameli vão fortalecer infraestrutura e saúde de municípios acrianos

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Mais de um milhão de reais foram liberados para prefeituras do Acre

Porto Walter, Jordão, Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Brasiléia foram contempladas com a liberação de mais de R$ 1 milhão de recursos indicados pelo senador Gladson Cameli (PP-AC). As emendas vão beneficiar principalmente as áreas de infraestrutura e saúde das prefeituras.

Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional (CEDN) - Agenda Brasil: Reunião deliberativa com 8 itens. Entre eles, o PLS 187/2012, que permite dedução do Imposto de Renda de valores doados a projetos e atividades de reciclagem, e o PLS 313/2011, que dispõe sobre a destinação dos prêmios das loterias administradas pela Caixa não procurados pelos contemplados.Em pronunciamento, senador Gladson Cameli (PP-AC)Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Senador Gladson Cameli (PP) – Foto: Roque de Sá/Agência Senado

De acordo com o progressista Gladson Cameli, o trabalho em Brasília tem gerado resultados satisfatórios. “Mesmo diante dos problemas econômicos que o país enfrenta estamos conseguindo garantir os pagamentos. Neste mês de junho, já foram liberados mais de R$ 2 milhões em recursos aos municípios acrianos. As prefeituras do Acre estão recebendo investimentos para proporcionar bem-estar aos cidadãos”, informou o parlamentar.

Brasiléia vai receber cerca de R$ 427 mil para construção de calçadas, aquisição de equipamentos e duplicação da avenida Marinho Monte. Já Porto Walter terá mais de R$ 355 mil destinados à pavimentação de ruas do município. À cidade de Jordão vão ser repassados aproximadamente R$ 250 mil, que serão aplicados na compra de equipamentos na área da Saúde. No noroeste do estado, Tarauacá receberá mais de R$ 98 mil para pavimentação de ruas e Cruzeiro do Sul, R$ 7 mil para a construção de calçadas e abrigos em paradas de ônibus.

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Acre

Ricco Transportes paralisa 31 linhas do transporte coletivo em Rio Branco

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Empresa alega desequilíbrio econômico-financeiro; prefeitura afirma que pagamentos estão em dia

A empresa Ricco Transportes comunicou na noite de sexta-feira (13) que 31 linhas do transporte coletivo de Rio Branco serão paralisadas a partir deste sábado (14). Segundo a concessionária, a medida é resultado de um desequilíbrio econômico-financeiro causado por uma conjuntura multifatorial que vem impactando a operação do sistema.

O comunicado foi publicado no perfil oficial da empresa no Instagram e orienta os usuários a verificarem se a linha utilizada está entre as afetadas, além de compartilhar a informação com familiares e conhecidos.

Entre as linhas suspensas estão: 101 – Santa Inês, 102A – Taquari/Praia do Amapá, 105 – Amapá, 106 – 6 de Agosto/Judia, 107 – Recanto dos Buritis, 108 – Polo Belo Jardim, 109 – Polo Benfica, 113 – Jacarandá, 114 – Ramal Bom Jesus, 115 – Ramal Castanheira, 117 – Belo Jardim I, 118 – Belo Jardim II, 119 – Ramal do Canil, 134 – Baixa Verde, 205 – Irineu Serra, 303 – Bahia/Carandá, 304 – Aeroporto Velho/Cabreúva, 381 – Transacreana km 58/44/25, 382 – Polo Wilson Pinheiro/Transacreana km 18, 384 – IFAC/Transacreana, 402 – Floresta/Shopping, 701 – São Francisco/Placas, 702A – Apolônio Sales/Mangueira, 702B – Apolônio Sales/Apadeq, 703 – Wanderley Dantas/Café Contri, 705 – Quixadá, 706 – Panorama, 708 – Apolônio Sales/Altamira, 801 – Morada do Sol/Tropical/Cohab do Bosque, 803 – Manoel Julião e 805 – Aviário/Cadeia Velha.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte de Passageiros e Cargas do Acre (Sinttpac), Antônio Neto, confirmou a paralisação. Segundo ele, esteve na manhã deste sábado (14) na garagem da empresa e foi informado sobre a suspensão das linhas.

De acordo com Antônio, os motoristas das linhas paralisadas foram chamados a uma sala e aguardavam uma decisão da direção da empresa sobre quais funções devem desempenhar. Até o momento, não há informações sobre o resultado da reunião.

O secretário especial de Comunicação da Prefeitura de Rio Branco, Ailton Oliveira, afirmou que o Executivo municipal mantém diálogo com a empresa e que todas as obrigações financeiras com a concessionária estão em dia.

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Acre

Prefeitura promove vacinação antirrábica gratuita para cães e gatos em Rio Branco

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Ação ocorre neste fim de semana em alusão ao Dia Nacional dos Animais e busca reforçar a prevenção contra a raiva

Em alusão ao Dia Nacional dos Animais, comemorado em 14 de março, a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco, promove neste sábado uma ação especial de vacinação antirrábica para cães e gatos na capital acreana.

A iniciativa tem como objetivo reforçar a proteção dos animais e a saúde pública, já que a imunização é a principal forma de prevenção da raiva, doença grave que pode afetar tanto animais quanto humanos.

Neste sábado, a vacinação ocorrerá no Mercale, localizado na Avenida Ceará, das 10h às 15h. A aplicação da vacina será gratuita para animais a partir dos três meses de idade.

A prefeitura orienta que os tutores levem os cães com coleira ou guia e os gatos em caixas apropriadas, garantindo segurança durante o processo de imunização.

No domingo, a ação continua no Via Verde Shopping, das 15h às 18h, ampliando as oportunidades para que mais animais sejam vacinados.

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Acre

Ambulatório de endometriose no Acre atendeu mais de 160 mulheres em menos de um ano e traduz compromisso público com o bem-estar das mulheres

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“A parte mais difícil é lidar com os sintomas. É preciso um esforço extra para conviver com as dores e com a dificuldade de manter um estilo de vida que ajude a amenizar tudo isso”, relata Beatriz Mendonça, de 23 anos. Seu depoimento traduz a realidade de muitas mulheres que enfrentam a endometriose — uma condição ginecológica inflamatória e crônica caracterizada pelo crescimento do tecido que reveste o útero fora da cavidade uterina.

Estima-se que cerca de oito milhões de mulheres no Brasil convivam com a endometriose, o que reforça a importância de dar visibilidade ao tema. Neste 13 de março, é celebrado o Dia Nacional de Luta contra a Endometriose, data que integra o “Março Amarelo”, mês dedicado à conscientização sobre a doença.

Secretaria de Estado de Saúde tem intensificado a atenção às políticas públicas e às ações voltadas para amenizar os impactos da endometriose na vida feminina. Foto: cedida

Pensando nas mulheres que enfrentam essa condição, a Secretaria de Estado de Saúde tem intensificado a atenção às políticas públicas e às ações voltadas para amenizar os impactos da endometriose na vida feminina.

Como parte desse compromisso, em abril do ano passado, o governo do Acre inaugurou um ambulatório exclusivo para diagnóstico e tratamento da doença. A iniciativa representa um avanço significativo na política estadual de atenção à saúde da mulher, garantindo acolhimento e cuidado especializado a quem mais precisa.

De abril do ano passado até fevereiro deste ano, o ambulatório realizou 162 atendimentos a mulheres que convivem com a endometriose, uma condição frequentemente subdiagnosticada ou identificada tardiamente.

Estima-se que cerca de oito milhões de mulheres no Brasil convivam com a endometriose. Foto: internet

‘Doença invisível’

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a endometriose afeta cerca de 10% das mulheres e meninas em idade reprodutiva em todo o mundo, o que representa mais de 190 milhões de pessoas. No Brasil, o SUS oferece atendimento integral às pacientes com a doença e registrou um aumento de 30% nos diagnósticos na Atenção Primária, passando de 115.131 atendimentos em 2022 para 144.971 em 2024. Somente nos dois últimos anos (2023 e 2024), foram realizados mais de 260 mil atendimentos.

Na Atenção Especializada, o SUS contabilizou um crescimento de 70% nos atendimentos por endometriose, que saltaram de 31.729 em 2022 para 53.793 em 2024. Entre 2023 e 2024, foram registrados 85,5 mil atendimentos. Também houve aumento de 32% nas internações, passando de 14.795 em 2022 para 19.554 em 2024. No mesmo período (2023 e 2024), o total chegou a 34,3 mil internações.

Beatriz buscou atendimento especializado privado e comemora os avanços do debate sobre a doença nos últimos anos. Foto: cedida

Ampliação do diálogo

Beatriz de Souza Mendonça descobriu a endometriose aos 21 anos, mantendo sua rotina de exames em dia, já que sua mãe também convive com a doença. Assim como acontece com muitas mulheres, o primeiro desafio foi obter o diagnóstico.

“Só fui descobrir que tinha mesmo quando procurei uma médica diferente, que solicitou uma ressonância magnética. Um dos sintomas que mais me afeta é a fadiga e o cansaço constante. Mesmo com exames mostrando vitaminas e hormônios equilibrados, ainda sinto muita indisposição”, relata.

O depoimento da jovem escancara a realidade de milhares de mulheres que convivem com dores incapacitantes e de difícil compreensão. O impacto não se limita à saúde física: muitas vezes atinge também a vida social e profissional.

“A endometriose, por ser uma doença crônica e dolorosa, traz efeitos psicológicos que nem sempre são considerados. A dor e o cansaço excessivo afetam o emocional e, consequentemente, a vida social e afetiva. Muitas vezes não tenho disposição para ver meus amigos; às vezes as dores surgem de repente e tudo que eu quero é deitar na minha cama”, desabafa.

Equidade

Beatriz recorreu ao atendimento privado para conseguir um diagnóstico mais rápido, mas a realidade de muitas mulheres é diferente: há pacientes que esperam mais de sete anos por respostas, tornando o processo ainda mais doloroso e desgastante.

É nesse ponto que o poder público atua para ampliar o acesso e garantir que o serviço chegue ao maior número possível de mulheres.

“Acho que a ampliação do atendimento especializado pelo SUS é essencial. O tratamento da endometriose deve ser encarado como prioridade, tanto pela quantidade de pessoas que sofrem com ela quanto pelo impacto profundo que causa na vida dessas mulheres”, reforça.

Ginecologista Fernanda Bardi está à frente do atendimento. Foto: Luanna Lins/Fundhacre

Cirurgias futuras

A ginecologista Fernanda Bardi, responsável pelo atendimento no ambulatório, explica que as pacientes são acompanhadas semanalmente e, aquelas que necessitam de intervenção cirúrgica, entram em uma fila específica.

“Nas próximas semanas vamos iniciar as cirurgias de endometriose pelo SUS. O tratamento cirúrgico adequado é realizado por via minimamente invasiva, seja videolaparoscópica ou robótica. A videolaparoscópica já está disponível na Fundação Hospitalar e, futuramente, teremos também a robótica. Assim, poderemos tratar cada vez mais mulheres que sofrem com dor pélvica crônica, dor menstrual, dor durante a relação sexual e infertilidade”, esclarece.

No ambulatório, as pacientes recebem orientação sobre a doença e os próximos passos do tratamento.

“O tratamento clínico começa já no ambulatório, com prescrição de medicamentos, encaminhamento para fisioterapia pélvica e acompanhamento com coloproctologista, quando indicado”, acrescenta.

Sinais de alerta

Entre os principais sintomas da endometriose estão: cólica menstrual intensa, dor pélvica crônica, dor durante a relação sexual, infertilidade e queixas intestinais ou urinárias com padrão cíclico.

Para ter acesso ao Ambulatório de Endometriose da Fundação Hospitalar, a paciente deve primeiro procurar à atenção básica nas UBS, onde o médico fará o encaminhamento para a Fundação Hospitalar, referenciando-a para o ambulatório.

No ambulatório, as pacientes recebem orientação sobre a doença e os próximos passos do tratamento. Foto: cedida

Saiba o que o SUS já oferece

Na rede pública de saúde, as mulheres contam com tratamento clínico e cirúrgico.

No primeiro caso, é ofertada terapia hormonal, como o uso de progestágenos e medicamentos hormonais, como contraceptivos orais combinados (COCs) e análogos do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). Além disso, analgésicos e anti-inflamatórios podem ser utilizados para controle da dor. Vale destacar que as mulheres também contam com acompanhamento multidisciplinar.

Nos casos em que a cirurgia é indicada, estão disponíveis procedimentos como videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva para a remoção de focos de endometriose, também usada para diagnóstico quando necessário; a laparotomia, cirurgia aberta para casos mais complexos; e a histerectomia, que consiste na remoção do útero, sendo recomendada apenas em situações específicas e após avaliação criteriosa.

Nas mulheres que têm a doença, o tecido semelhante ao endométrio (que reveste o útero) cresce fora do útero em órgãos como ovários, intestino e bexiga, o que causa reações inflamatórias.

Para Beatriz, que luta contra a doença há anos, a ampliação desse atendimento cobre uma necessidade que garante dignidade à mulher que precisa viver com a condição.

“Espero que futuramente se amplie o diálogo e conscientização sobre a endometriose porque é uma doença que afeta muitas mulheres, que às vezes nem chegam a receber o diagnóstico. Também tenho esperança que haja um aumento no número de pesquisas e que seja possível melhorar a qualidade de vida das pessoas que convivem com essa doença”, relata.

Principais Avanços e Propostas Legislativas:

Conscientização: A Lei 14.324/2022 visa informar sobre prevenção, diagnóstico e tratamento;

Licença Menstrual/Trabalho (PL 1.919/2025): Em tramitação, propõe licença de até 3 dias por mês para estudantes com dores graves, e projetos similares buscam garantir direitos trabalhistas.

Prioridade e Acesso (PL 762/2025): Busca garantir atendimento rápido no SUS e início do tratamento em até 30 dias após diagnóstico. PL ainda está em andamento na Câmara Federal.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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