Acre
Recursos destinados por Alan Rick contribuíram para colocar o Acre em 1º lugar no ranking de redução da violência

Emendas do parlamentar permitiram a implantação e ampliação do Cerco Eletrônico, além da aquisição de equipamentos e viaturas para as Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros. Ao todo, foram mais de R$ 18 milhões.
Uma das prioridades do mandato de Alan Rick (União-AC) como o deputado federal sempre foi garantir recursos para melhorar o sistema público de segurança. Uma de suas primeiras ações, quando assumiu o cargo, foi destinar emenda de R$ 3,3 milhões para a implantação do Cerco Eletrônico na capital, Alto e Baixo Acre e mais R$ 2 milhões, em 2020 e 2021, para a ampliação do Sistema.
A tecnologia permite o acompanhamento de veículos com restrição criminal em tempo real e câmeras de videomonitoramento instaladas em 49 pontos estratégicos, permitindo o acompanhamento da movimentação das cidades 24 horas por dia.
O recurso destinado por Alan Rick, em 2015, foi o pontapé inicial para a implantação do Cerco Eletrônico, que, desde então, vem elevando o índice de segurança no Estado. “Antes disso, o Acre chegou a ocupar o 1° lugar no ranking entre os estados mais violentos do país e, no ano passado, nos tornamos o que mais reduziu o número de mortes violentas”, comemora o parlamentar.
Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, houve redução de 53,36% no número de crimes contra a vida, em 2021, em relação a 2018. Já a diminuição de crimes contra o patrimônio nesse mesmo período foi de 39,72%.
Ao todo, Alan Rick já indicou mais de R$ 18 milhões em emendas para a Segurança Pública dos 22 municípios acreanos.
Como os recursos, foram adquiridas viaturas e equipamentos tanto para a Polícia Civil quanto a Militar e o Corpo de Bombeiros. Para a PM, o Bope e a Polícia Penal, o parlamentar destinou recursos para a construção dos estandes de tiro. O do Batalhão de Operações Especiais foi entregue em junho e os demais estão em fase de conclusão. Para o Corpo de Bombeiros, já foram entregues equipamentos de segurança e combate a incêndios, além de 14 novas viaturas, adquiridas com emenda de R$ 1,5 milhão destinada pelo parlamentar.
Alan Rick também trabalhou junto com o Governo do Estado para a aquisição de 14 viaturas para o Sistema Vigia; o Programa de Vigilância das Fronteiras; e para o Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron). Outros quatro veículos foram destinados à Patrulha Maria da Penha; duas viaturas adaptadas foram para a Companhia de Cães da PM, bem como recursos para a reforma do canil; e quatro motos BMW foram entregues à Polícia Rodoviária Federal, para o policiamento ostensivo nas estradas federais.
A equipagem e o desenvolvimento de sistema informatizado de gerenciamento de informações do Centro de Referência em Direitos Humanos do Acre também foram feitos com recursos destinados por Alan Rick. Assim como a implantação do Laboratório de Pesquisa e Estudo da violência e da Criminalidade (LAPESC); o reaparelhamento das Instituições do Sistema Integrado de Segurança Pública; e o fortalecimento do Programa de Conciliação de Conflitos (PACIFICAR).
Além disso, Alan Rick apresentou os Projetos de Lei 708/2015 e 2965/2015, que instituem o Plano Nacional de Enfrentamento e Combate ao Uso de Drogas nas Escolas. “Quando vejo que tornamos o Estado mais seguro para as famílias, tenho certeza que estou cumprindo o dever de representar com eficiência as pessoas que me escolheram para ser representante delas no Congresso Nacional. E eu não vou parar, porque ainda queremos alcançar melhores índices de segurança e não permitir, nunca mais, que o Acre volte a ser colocado em uma lista de Estado mais violento do país”, encerra Alan Rick.
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Brasileia: MPAC obtém internação provisória de adolescente por ato infracional análogo à tentativa de homicídio qualificado
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Brasileia, obteve a internação provisória de uma adolescente de 13 anos investigada pela prática de ato infracional análogo à tentativa de homicídio qualificado, ocorrido em uma unidade de acolhimento no Alto Acre.
A decisão foi proferida nesta terça-feira, 3, pelo Juízo da Vara Cível da Comarca de Brasileia, que acolheu o pedido do MPAC e determinou a medida socioeducativa de internação provisória pelo prazo de até 45 dias, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
De acordo com a apuração conduzida pelo MPAC, o fato ocorreu no interior de uma instituição de acolhimento. A adolescente teria atentado contra a vida de outra adolescente, de 15 anos, utilizando uma faca de mesa. A vítima sofreu ferimentos e foi socorrida após a intervenção de terceiros que impediram a consumação do ato.
Ainda segundo os autos, a adolescente foi apreendida em situação de flagrante, havendo indícios suficientes de autoria e materialidade, além de outros elementos que evidenciam a gravidade concreta da conduta, o risco à integridade de terceiros e a necessidade de adoção de medida imediata.
Conforme apurado, a adolescente declarou vínculo com organização criminosa de atuação nacional, afirmando ter retornado à unidade de acolhimento com o objetivo de cumprir uma ordem para executar a vítima. Esse elemento foi considerado de especial gravidade no caso, ao indicar possível atuação articulada e maior risco de reiteração da conduta.
Na decisão, o Judiciário destacou a necessidade da internação para garantir a segurança da vítima, dos demais acolhidos e dos profissionais da unidade, bem como para assegurar a adequada apuração dos fatos. Também foi determinada a realização de avaliação psicológica e psiquiátrica da adolescente.
Com a decisão, a adolescente será encaminhada a uma unidade socioeducativa, onde permanecerá à disposição da Justiça durante o período de internação provisória.
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Bocalom e o déjà vu político: PL repete roteiro do PP ao liberar prefeito para deixar legenda
Após ser desfiliado em 2024, Bocalom venceu eleição com apoio do partido que o expulsou; agora, novamente sem partido, tucanos e avante disputam abrigo do prefeito

Após reunião entre Bittar e o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, a legenda optou por liberar Bocalom para sair e disputar o governo por outra sigla. Foto: arquivo
Com Matheus Mello
A política acreana tem memória curta. Curtíssima. E, às vezes, reincidente. O que está acontecendo agora com Tião Bocalom lembra, com impressionante semelhança, o roteiro de 2024. Só muda o protagonista da vez no papel de quem toma a decisão.
Antes da última eleição municipal, o Progressistas expulsou Bocalom e o liberou para disputar a reeleição por outra sigla. O plano era bancar a candidatura de Alysson Bestene à Prefeitura de Rio Branco. A candidatura não decolou.
Bocalom, acolhido no Partido Liberal em uma articulação que teve como padrinhos o senador Marcio Bittar e o ex-presidente Jair Bolsonaro, seguiu competitivo. O resultado todo mundo conhece: o PP voltou atrás, reabriu diálogo, indicou Alysson como vice na chapa de Bocalom e a eleição foi vencida em primeiro turno.
Ele poderia ter fechado a porta. Poderia ter cobrado a fatura. Poderia ter deixado o PP assistir de longe. Não fez nada disso. Sentou, conversou, reacomodou forças e ainda garantiu espaço ao partido que meses antes o havia empurrado para fora.
O enredo se repete
Agora, dois anos depois, o enredo se repete. Mas com outro personagem no papel de quem decide.
Após reunião entre Bittar e o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, a legenda optou por liberar Bocalom para sair e disputar o governo por outra sigla. O partido não terá candidatura própria ao Palácio Rio Branco e vai apoiar o nome de Mailza Assis, do Progressistas.
E aqui começa a pergunta que ecoa nos corredores da política local: o PL não está correndo o risco de cometer o mesmo erro que o PP cometeu?
Bocalom já mostrou que é resiliente eleitoralmente. Já mostrou que, quando subestimado, cresce. Já mostrou que sabe negociar depois de vencer. E há um detalhe importante: ele não saiu atirando.
Na coletiva que marcou sua despedida do PL, fez questão de lembrar que essa é a terceira vez que é “convidado” a deixar um partido.
Não houve ataque frontal. Não houve rompimento ruidoso. Houve registro de mágoa, sim, mas também manutenção de pontes.
Lições do passado
A história recente mostra que, no Acre, expulsar Bocalom não significa tirá-lo do jogo. Às vezes, significa colocá-lo no centro dele.
O PP aprendeu isso da forma mais prática possível: na urna. Resta saber se o PL acredita que, desta vez, o desfecho será diferente.

Bocalom já mostrou que é resiliente eleitoralmente. Já mostrou que, quando subestimado, cresce. Foto: captada
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Saiu do Acre: PRF apreende 8,1 quilos de skunk escondidos em latas de massa corrida na BR-364
Droga saiu de Rio Branco e tinha como destino a cidade de Goiânia
Uma fiscalização de rotina da Polícia Rodoviária Federal resultou na apreensão de 8,1 quilos de skunk na noite desta terça-feira (3), no km 1 da BR-364, no município de Vilhena.
A droga estava dividida em sete tabletes e escondida dentro de duas latas de massa corrida, despachadas como encomenda em um ônibus interestadual. Segundo a PRF, o entorpecente foi enviado de Rio Branco e teria como destino final a cidade de Goiânia.
De acordo com a corporação, a apreensão ocorreu após os policiais identificarem inconsistências nas notas fiscais apresentadas na declaração de bens transportados. A irregularidade levantou suspeitas e levou a uma vistoria mais detalhada da carga, quando os tabletes de skunk foram encontrados no interior das embalagens.
O skunk é uma variação mais potente da maconha. Todo o material foi encaminhado à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Vilhena, onde serão adotados os procedimentos legais cabíveis.



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