Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Recuperação da BR-317 dependerá da liberação de Orçamento

BR 317 está oferecendo perigo com muitos buracos – Foto: Alexandre Lima/arquivo
Por Raimari Cardoso
O site ac24horas publicou nesta semana matéria que chama a atenção para as más condições da BR-317 no trecho entre Rio Branco e o acesso a Xapuri, que nesta reta final do ano está apresentando vários pontos críticos que estão causando a preocupação dos usuários da rodovia federal.
Nesta segunda-feira (19), o superintendente regional do DNIT no Acre, Carlos Moraes, falou sobre o assunto e trouxe uma notícia não muito boa para quem trafega na única via que dá acesso à regional do Alto Acre: não há recursos para os serviços de manutenção que a rodovia necessita.
“Passamos o verão todo praticamente sem recursos. O pouco recurso que tínhamos priorizamos a recuperação de pontos rompidos, que estavam operando com desvios, que representavam um risco maior para os usuários, principalmente agora no período chuvoso”, disse Moraes.
O superintendente disse também que o DNIT obteve, recentemente, uma pequena suplementação orçamentária para aplicar na recuperação das rodovias acreanas, no montante de R$ 12 milhões, mas os recursos priorizarão a BR-364, que leva ao Vale do Juruá, e que está em condição muito pior que a BR-317.
“Essa semana tivemos uma pequena suplementação orçamentária de 12 milhões, mas vamos priorizar a BR-364/AC que tem situações muito piores. A recuperação completa da BR-317/AC dependerá da liberação do Orçamento da União de 2023”, sentenciou Carlos Moraes.

Trecho da BR 317 entre os municípios de Brasiléia à Assis Brasil na fronteira do Acre – Arquivo
No entanto, sobre a BR-317, o superintendente afirmou que esse ano ainda haverá recuperações pontuais de trechos em garantia e de alguns contratos que ainda possuem pequenos remanescentes de empenho, mas sem especificar que trechos são esses e se os serviços terão a capacidade de fazer melhorias efetivas na via.
No fim de novembro, o Ministério Público Federal (MPF) no Acre ajuizou Ação Civil Pública com pedido de liminar contra a União, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Estado do Acre pedindo a realização de reparos necessários à manutenção, fiscalização e conservação do trecho acreano da BR-317.
No ano passado, o Anuário do Transporte, elaborado pela Confederação Nacional do Transporte – CNT -, apontou que 412 km da BR-317 avaliados quanto ao estado geral da pista foram categorizados como “regular”, “ruim” e “péssimo”. Nenhum quilômetro da estrada teve classificação “bom” ou “ótimo”.
Relatório elaborado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), a pedido do MPF, também identificou inúmeros segmentos em que a trafegabilidade de veículos estava bastante prejudicada em função das péssimas condições da pista e dos serviços de reparação em execução, trazendo grandes riscos de acidentes.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.
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Prefeitura de Brasiléia analisa projeto de regularização fundiária do Bairro Nazaré
Reunião tratou do avanço do REURB, que garante segurança jurídica a centenas de moradores do núcleo urbano informal
A Prefeitura de Brasiléia realizou, na última quarta-feira (21), um encontro técnico na sede do setor de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município para análise do projeto de Regularização Fundiária Urbana (REURB) do núcleo urbano informal do Bairro Nazaré.
Durante a reunião, foi destacada a importância do avanço no processo de regularização fundiária da área, considerada essencial para garantir segurança jurídica aos moradores e demais envolvidos, além de promover a organização urbana e o acesso a direitos básicos.
Participaram do encontro o gerente de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município, Luciano Augusto; a secretária municipal de Meio Ambiente, Liane Chaves; o economista da Secretaria de Planejamento, Nevisson Tavares; a secretária municipal de Assistência Social, Suly Guimarães; o consultor em Engenharia Civil, Anselmo Ricardo; o representante da Secretaria Municipal de Obras, Jefferson Luis Araújo; a consultora em Arquitetura, Leovânia Moraes; e Felipe Braga, da empresa Braga Consultoria e Serviços LTDA.
Apesar da relevância da iniciativa, a ação teve pouca divulgação institucional, mesmo beneficiando centenas de moradores com a regularização definitiva do bairro, que teve origem a partir de uma ocupação irregular e agora caminha para a legalização fundiária.








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