Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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“Quem quer, quer. Quem não quer, tchau”, diz Gladson sobre relação com aliados políticos
Gladson diz que existe um compromisso com os eleitores e com suas promessas de campanha

Com jornais Contilnet e Ac24horas
Gladson promete quase R$ 50 milhões de recursos para a Saúde do Acre
Durante entrevista ao programa Cidadania, na Aldeia FM, na manhã desta segunda-feira, 24, o governador Gladosn Cameli destacou o envio de quase R$ 50 milhões que serão destinados para atender a Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre).
“Quem quer, quer. Quem não quer, tchau” – com essas palavras o governador Gladson Cameli abordou a relação atual com os aliados políticos na condução de seu cargo à frente do executivo acreano, durante entrevista concedida ao programa ‘Fala Governador’ nesta segunda-feira (24).
“Não existe um governador que tenha mais diálogo com a classe política como eu. De um modo geral, acabou. Chega de mimimi. Não vou virar refém de ninguém. Quem quer, quer. Quem não quer, tchau”, disse.
Gladson diz que existe um compromisso com os eleitores e com suas promessas de campanha.
“Vou colocar na prática as minhas promessas de campanha e vou cumprir com a maior delas, que é melhorar a vida das pessoas”, finalizou.

De acordo com o governador, todas as viagens que fez a Brasília tiveram um resultado muito positivo.
Na última semana, ele esteve com o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, numa agenda em que ficou garantido um montante de mais de R$ 30 milhões para a saúde.
“Isso é muito bom, porque o limite de recursos destinados para a saúde é de quase R$ 50 milhões. Além dos R$ 30 milhões, ainda temos emendas parlamentares dos senadores Márcio Bittar e Sérgio Petecão. Só do Marcio serão R$ 15 milhões para injetar na saúde”, disse.
Além da saúde, Gladson também garantiu emendas de parlamentares federais que serão destinados para obras de infraestrutura no Estado. “Para que possamos dar início à novas obras no Acre”.
Só pelo Departamento de Pavimentação e Saneamento (Depasa), já foram reiniciadas 14 obras. “Temos esse problema na questão do abastecimento de agua, mas que está sendo resolvidos. Não prometo água para todos os lugares, mas que vai melhorar, pode ter certeza que vai”.
Ele diz que o órgão já está trazendo economia para o Acre, uma vez que estão limitando gastos desnecessários e aplicando no que realmente precisa.
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.








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