Acre
“PSDB trabalha para construir o maior plano de governo que o Acre já viu”, disse Bittar a Alckmin
Na pauta com Geraldo Alckmin também esteve a valorização dos produtos do Acre e a compensação pela preservação da Amazônia.
Da redação, com Wania Pinheiro
O 1º Secretário da Câmara Federal, deputado Márcio Bittar (PSDB-AC), acompanhado dos deputados Duarte Nogueira (PSDB-SP), Gladson Cameli (PP-AC) e Mazinho Serafim (PMDB), esteve reunido com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) na tarde desta segunda-feira, 11, no Palácio dos Bandeirantes.
No encontro, Bittar discutiu estratégia para construção de um plano de governo para o Acre, buscando referências sobre gestão pública, principalmente nas áreas de saúde, educação e segurança.
Bittar disse que não pretende copiar o modelo de gestão de outros estados, mas é preciso se espelhar em projetos que estão dando certo. “O PSDB trabalha para construir o maior plano de governo que o Acre já viu”, disse ele.
Na pauta com Geraldo Alckmin também esteve a valorização dos produtos do Acre e a compensação pela preservação da Amazônia, onde os parlamentares acreanos destacaram a necessidade de abrir o mercado externo para o consumo dos produtos acreanos.
“O Acre precisa produzir e é preciso que o olhar para os estados da Amazônia seja diferenciado, principalmente no que diz respeito ao aproveitamento de seus recursos naturais e consequentemente a melhoria da qualidade de vida da população”, comentou Gladson Cameli.
Gladson acompanhou Bittar na visita e reforçou a necessidade de valorização da Amazônia. Cameli e Bittar fazem parte da comissão da Câmara Federal que viajou para representar o Poder Legislativo na 68º Assembleia-Geral da Organização Mundial das Nações Unidas, em Nova Iorque – EUA, no período de 11 a 18 de novembro.
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Acre
Gladson diz não poder “impedir” candidatura de Bocalom ao governo do Acre e reafirma apoio a Mailza Assis
Governador diz que não pode impedir possível candidatura do prefeito Tião Bocalom, mas defende “chapa forte” com a vice-governadora

Governador reafirma apoio à vice-governadora Mailza Assis para sucessão estadual e defende união da direita nas eleições de 2026. Foto: captada
O governador Gladson Camelí (Progressistas) reafirmou seu apoio à candidatura da vice-governadora Mailza Assis (Progressistas) ao governo do Acre em 2026, em meio ao cenário político que envolve a possível disputa do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PDT). Em entrevista à imprensa acreana, Camelí também confirmou sua pré-candidatura ao Senado.
Camelí comentou a movimentação de Bocalom, que deve se afastar da prefeitura em fevereiro — e não em abril, como a maior parte dos gestores com intenção eleitoral. O governador afirmou que não pode interferir na decisão do prefeito, mas destacou que trabalha para montar “uma chapa forte” com Mailza como candidata ao Palácio Rio Branco.
“Eu não tenho como impedir Bocalom de ser candidato, mas tenho que montar minha chapa. O que posso afirmar é que sou pré-candidato ao Senado e que Mailza é, sem nenhuma dúvida, a minha candidata ao Governo, e pronto”, declarou Camelí.
O governador também defendeu a união da direita como caminho viável para a sucessão estadual. “A união da direita seria ideal, mas não posso impedir ninguém de ser candidato. É a democracia que defendo até o último minuto”, concluiu.
Em meio à movimentação política para as eleições do próximo ano, o governador destacou que, embora não possa interferir na decisão de Bocalom, segue trabalhando para formar uma “chapa forte” com Mailza. Ele também confirmou sua própria pré-candidatura ao Senado.
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Acre
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Acre
Governo federal libera R$ 2,3 milhões ao Acre para combater praga que ameaça plantações de cacau
Convênio com o Idaf visa conter a monilíase, doença considerada uma das mais graves para a cacauicultura na Amazônia; ações de vigilância e erradicação serão intensificadas

Doença é uma das principais ameaças à cacauicultura na Amazônia; recursos serão usados em vigilância, prevenção, contenção e ações emergenciais até abril de 2027. Foto: captada
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) celebraram um convênio de R$ 2.331.839,15 para o enfrentamento da monilíase do cacau, doença considerada uma das maiores ameaças à cacauicultura na região amazônica. Do total, R$ 2.261.883,98 serão transferidos pela União, e o estado terá contrapartida de R$ 69.955,17.
O acordo, publicado no Diário Oficial da União, visa atender ações emergenciais de prevenção, vigilância, contenção e erradicação do fungo Moniliophthora roreri, causador da doença. Os recursos serão aplicados em despesas correntes e de capital, com foco na proteção das áreas produtoras de cacau no estado.
O convênio foi assinado em 31 de dezembro de 2025 e terá vigência até 1º de abril de 2027. A medida reforça a atuação integrada entre os governos federal e estadual para conter a praga e preservar a cadeia produtiva do cacau no Acre.
Detalhes do convênio:
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Valor total: R$ 2.331.839,15
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Recursos federais: R$ 2.261.883,98 (97% do total)
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Contrapartida do Idaf: R$ 69.955,17
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Vigência: 31/12/2025 a 01/04/2027
Ações previstas:
Os recursos serão aplicados em vigilância fitossanitária, prevenção, contenção e erradicação da doença, com foco na proteção das áreas produtoras de cacau no estado.
Contexto da praga:
A monilíase do cacau ainda não foi registrada no Brasil, mas já avança em países vizinhos como Peru e Colômbia. Se introduzida, pode destruir até 90% da produção de cacau e cupuaçu, afetando pequenos agricultores e a economia regional.
Medidas emergenciais:
O convênio permitirá ao Idaf:
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Reforçar barreiras fitossanitárias nas fronteiras;
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Realizar inspeções e coletas em propriedades rurais;
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Capacitar técnicos e produtores para identificação precoce;
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Adquirir equipamentos para diagnóstico e controle.
O Idaf deverá apresentar um plano operacional detalhando as ações por município. Enquanto isso, a fiscalização em portos, aeroportos e estradas será intensificada para evitar a entrada do fungo no território acreano.
A detecção precoce é considerada crucial: caso a praga entre no Brasil, o Acre seria uma das primeiras rotas de entrada, devido à sua fronteira com o Peru – país onde a doença já está presente.



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