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Programa Opera Acre avança na saúde realizando 64 cirurgias em mutirão no Alto Acre

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Saúde (Sesacre), reafirma seu compromisso em atender às necessidades dos pacientes e aprimorar os serviços médicos em todo o estado. Uma das iniciativas mais destacadas é o programa Opera Acre, um esforço contínuo para reduzir o tempo de espera e diminuir as filas reprimidas na área da saúde.

Programa Opera Acre beneficiou pacientes na sexta, 24, e sábado, 25, no Hospital Regional de Brasileia. Foto: cedida

O programa marcou  presença na sexta, 24, e sábado, 25, no Hospital Regional de Brasileia, beneficiando 64 pacientes com procedimentos de cirurgia-geral e, pela primeira vez, vasectomias. A ação proporcionou atendimento médico oportuno e de qualidade aos cidadãos.

Procedimentos de vasectomia consolidam serviço de planejamento familiar na Regional do Alto Acre. Foto: cedida

O coordenador da Regional de Saúde do Alto Acre, Pablo Araújo, destacou a importância do novo serviço: “Nesta edição, iniciamos os procedimentos de vasectomia, consolidando o serviço de planejamento familiar na Regional do Alto Acre. Estamos felizes em anunciar que a demanda está controlada. Pacientes que aguardam por cirurgias de hérnia, vesícula, laqueadura e vasectomia devem procurar a regulação dos municípios, para agendamento das consultas de avaliação pré-operatória. Com as filas controladas, as cirurgias estão sendo realizadas regularmente duas vezes por mês, tornando o serviço mais ágil e eficiente”.

Pacientes da Regional Alto Acre aguardam procedimentos cirúrgicos no Hospital Regional de Brasileia. Foto: cedida

Simultaneamente, outros mutirões são efetuados em diversas localidades do estado. Em Senador Guiomard, estão sendo realizadas cirurgias ginecológicas; na Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), em Rio Branco, pacientes estão sendo atendidos na área de mastologia pelo Centro de Controle de Oncologia (Cecon); e, em Cruzeiro do Sul, pacientes estão recebendo cirurgias ginecológicas, somando mais dez procedimentos cirúrgicos.

Paciente Erasmo Parente (à direita) aguarda cirurgia no Hospital Ary Rodrigues, em Senador Guiomard. Foto: cedida

Erasmo Parente, domiciliado em Rio Branco, realizou o procedimento de hidrocele (acúmulo anormal de fluido em torno do testículo, levando ao aumento do tamanho do escroto) na manhã deste domingo, no Hospital Ary Rodrigues, em Senador Guiomard. “É uma cirurgia muito importante porque, no meu caso, vai levantar minha autoestima, pois isso me causava vergonha. Fiz os exames e já estou aqui para fazer o procedimento. Agradeço a Deus e a toda equipe por poder fazer a cirurgia”, disse.

Esse programa de cirurgias tem desempenhado um papel crucial no avanço da saúde do estado, atuando com foco em cirurgias eletivas em diversas especialidades médicas, como ginecologia, proctologia, cirurgias-gerais, de cabeça e pescoço e cardiológicas, entre outras.

Shirley Nascimento é chefe da Regulação de Cirurgias da Sesacre. Foto: Odair Leal/Sesacre

“Estamos empenhados em reduzir as filas de espera e proporcionar um atendimento mais humanizado e eficiente para todos os acreanos”, destacou Shirley Nascimento, chefe de Regulação de Cirurgias da Sesacre.

Dados do Ministério da Saúde mostram que o Acre possui a maior taxa de expansão de cirurgias eletivas entre todas as unidades da federação, destacando a eficácia e o impacto positivo do programa na vida dos cidadãos

Fonte: Governo AC

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‘Já estamos vivendo as mudanças climáticas de verdade’, alerta pesquisador da Ufac

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Doutor em Ciências Ambientais disse que a antecipação de eventos climáticos extremos no estado são um termômetro para o que deve acontecer no restante da Amazônia ainda este ano.

Doutor em Ciências Ambientais, Foster Brown, fala sobre mudanças climáticas (Foto: Veriana Ribeiro)

Com A gazeta do Acre

A ausência de chuvas, os baixos níveis dos rios e as altas temperaturas no Acre em pleno mês de maio e junho são indicativos de que, em 2024, os acreanos poderão enfrentar uma estiagem tão severa quanto a do ano passado. A análise é do pesquisador da Universidade Federal do Acre (Ufac), Foster Brown.

Em entrevista ao programa Tarde Nacional, da Rádio EBC, o doutor em Ciências Ambientais disse que a antecipação de eventos climáticos extremos no estado são um termômetro para o que deve acontecer no restante da Amazônia ainda este ano.

“Estamos, basicamente, nas cabeceiras do sistema dos rios amazônicos. Então o que acontece aqui, geralmente, se propaga, depois, para áreas mais adiantes, como Manaus [AM] e outras regiões”, afirmou o pesquisador.

Para Brown, o baixo volume de chuvas, aliado às altas temperaturas, deixam o solo e o subsolo com pouca disponibilidade de água, causando, entre outros problemas, desabastecimento nas torneiras da população.

Além disso, essa combinação “se traduz em estresse maior para a floresta”, que fica mais vulnerável a incêndios. A produção rural também não escapa dos impactos da estiagem severa, avalia o cientista.

A estiagem antecipada ocorre semanas após os rios do Acre registrarem a segunda pior enchente que se tem registro. Essa cheia, por sua vez, ocorreu menos de um ano após outra inundação igualmente grande no estado.

Brown avalia que o aquecimento global já é realidade. “O que era comum, agora não é mais. Nós estamos vivendo as mudanças climáticas de verdade. Tivemos uma onda de calor no ano passado que ensinou para todos nós que estamos no meio de mudanças significativas no clima”.

“Eu estou fazendo pesquisa nessa parte da Amazônia há mais de 30 anos e nós já detectamos mudanças, mas foram mudanças que basicamente comunidades rurais e indígenas detectaram com facilidade. Eles perceberam porque estão mais ligados ao que acontece na terra. Mas, nos últimos anos, populações urbanas também estão percebendo”, conclui.

A última vez que a regional alto e baixo acre registrou uma chuva significativa foi dia 25 de maio, ou seja, há 23 dias não chove.

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Fundo eleitoral: confira quanto cada partido vai receber de Fundo Eleitoral em 2024; PL, PT e União lideram

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Fundo é distribuído de acordo com o número de eleitos em 2022. Valor de 2024 supera, em mais de duas vezes, total destinado para as últimas eleições municipais e gerou polêmicas.

O Partido Liberal (PL), ao qual pertence o ex-presidente Jair Bolsonaro, receberá a maior fatia do fundo, totalizando R$ 886,84 milhões. Em segundo lugar está o Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Lula (PT), com R$ 619,86 milhões destinados para financiar suas campanhas eleitorais.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta segunda-feira (17) como será feita a distribuição dos R$ 4,9 bilhões reservados no Orçamento 2024 para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha – conhecido popularmente como “Fundo Eleitoral”.

De acordo com o critério estabelecido, a divisão dos recursos considera o número de deputados federais e senadores de cada partido. O Partido Liberal (PL), ao qual pertence o ex-presidente Jair Bolsonaro, receberá a maior fatia do fundo, totalizando R$ 886,84 milhões. Em segundo lugar está o Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Lula (PT), com R$ 619,86 milhões destinados para financiar suas campanhas eleitorais.

Essa distribuição tem o objetivo de garantir que os partidos tenham recursos adequados para custear suas campanhas para prefeitos e vereadores nas próximas eleições.

O valor destinado às eleições municipais foi alvo de polêmicas, no fim do ano passado, por representar um recorde e superar, em mais de duas vezes, o total reservado para as eleições de 2020 (R$ 2 bilhões).

O fundo foi criado em 2017 como alternativa ao fim do financiamento de campanhas por empresas privadas. Os recursos são distribuídos com base no número de deputados federais e senadores eleitos pelas siglas na última eleição.

Fonte: Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Como funciona o repasse

Conforme a Justiça Eleitoral, o dinheiro só fica disponível para cada partido quando a direção executiva nacional da sigla definir e divulgar seus critérios usados para a distribuição interna dos recursos.

A verba deve ser aplicada exclusivamente no financiamento das campanhas eleitorais e os partidos devem prestar contas de cada gasto.

Em caso de sobras, o dinheiro volta para a conta do Tesouro Nacional. Caso algum partido opte por não receber o fundo eleitoral, o valor destinado a ele também será devolvido aos cofres públicos.

¹ Fusão do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e Patriota (Patriota) criando o Partido Renovação Democrática (PRD)
² Incorporação do Partido Republicano da Ordem Social (Pros) pelo Solidariedade
³ Incorporação do Partido Social Cristão (PSC) pelo Podemos (Pode)

Como é feita a distribuição?

Os recursos do Fundo devem ser distribuídos, em parcela única, aos diretórios nacionais dos partidos, de acordo com os critérios:

  • 2%, divididos igualitariamente entre todas as legendas com estatutos registrados no TSE;
  • 35%, divididos entre os partidos que tenham, pelo menos, um representante na Câmara dos Deputados, na proporção do percentual de votos obtidos na última eleição;
  • 48%, divididos entre as siglas, na proporção do número de representantes na Câmara, consideradas as legendas dos titulares;
  • 15%, divididos entre os partidos, na proporção do número de representantes no Senado Federal, consideradas as legendas dos titulares.

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Presidente do Deracre anuncia em entrevista prazo para entrega da ponte da Sibéria em Xapuri

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Construção da Ponte da Sibéria em Xapuri avança após 40 anos de espera, o empreendimento foi orçado em mais de R$ 40 milhões, com mais de R$ 15 milhões oriundos de recursos próprios e R$ 25 milhões frutos de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar.

Com Matheus Mello

A presidente do Departamento de Estradas e Rodagens do Acre (Deracre), Sula Ximenes, foi a entrevistada no interior do estado, região do Yaco, nesta segunda-feira (17).

Na conversa, a presidente anunciou uma série de datas importantes de projetos considerados prioritários para o governo do Estado. É o caso da Ponte da Sibéria, que liga o 1º ao 2º Distrito da princesinha do acre, Xapuri.

A ponte é esperada há mais de 40 anos pela população do município e da regional do alto acre. A estimativa é que a ponte, de 363,8 metros de extensão, deve ficar pronta em dezembro deste ano.

“Já estamos fazendo a superestrutura dela. O governador pediu que a gente desse bastante celeridade porque ele quer inaugurar esse ano. Há mais de 40 anos a população espera. Ninguém acreditava que aquela ponte ia sair. E agora vai”, disse presidente do Deracre.

As intervenções, quando concluídas, proporcionarão mais mobilidade e segurança para 20 mil pessoas. O empreendimento foi orçado em mais de R$ 40 milhões, com mais de R$ 15 milhões oriundos de recursos próprios e R$ 25 milhões frutos de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar.

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