A procuradora de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Patrícia de Amorim Rêgo, foi indicada como uma das finalistas da 3ª edição do Prêmio de Inovação Judiciário Exponencial.
O prêmio tem como objetivo reconhecer as iniciativas e projetos inovadores nos setores de tecnologia, de gestão e de novas metodologias no âmbito do sistema de Justiça, bem como as soluções criadas com impacto social.
A ideia é também promover e reconhecer os líderes que se destacam pelo perfil empreendedor em suas instituições e os executivos de TI e inovação, a fim de enfatizar e repercutir as iniciativas relacionadas à melhoria dos serviços prestados em benefício da sociedade.
Patrícia Rêgo é a única mulher concorrendo na categoria Liderança Exponencial, segmento Ministério Público e Órgão de Controle, que tem como foco personalidades que tenham liderado uma contribuição para justiça brasileira, ou que tenham demonstrado uma trajetória consistente de liderança de gestão de projeto, programa inovador ou difusão de inovação. Também concorrem na mesma categoria, o procurador-geral de Justiça do MP de Minas Gerais, Jarbas Soares Junior e o procurador-geral adjunto do MP de Mato Grosso do Sul, Paulo Roberto Ishikawa.
A cerimônia de premiação está prevista para ocorrer presencialmente, no dia 25 de outubro, em Brasília. O evento será transmitido pelo canal no Youtube do Judiciário Exponencial.
O Acre ganha destaque no cenário nacional com fotografia que mostra um olhar sensível sobre o agro e os povos da floresta. A fotojornalista Ingrid Kelly, da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), concorre na categoria Fotografia do Prêmio de Jornalismo Tecnoshow COMIGO 2026.
Fotojornalista Ingrid Kelly, da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), é finalista no prêmio. Foto: reprodução
A premiação integra a programação da Tecnoshow COMIGO, uma das maiores feiras de tecnologia rural do Brasil, e tem como tema “O Agro Conecta”, destacando o agronegócio como uma rede que une pessoas, conhecimento, sustentabilidade e produção.
O prêmio busca reconhecer reportagens que evidenciem o impacto econômico, social e ambiental do agro brasileiro, valorizando narrativas que aproximam o campo da sociedade.
Imagem produzida em aldeia do Acre ganha destaque
A fotografia que garantiu a Ingrid a vaga entre os finalistas foi registrada na Terra Índigena Mamoadate, localizada no município de Assis Brasil, região de difícil acesso no interior do estado. Para chegar ao local, a equipe enfrentou uma longa jornada, com mais de oito horas de deslocamento fluvial, além de trechos por estrada.
Fotografia que garantiu a Ingrid a vaga entre os finalistas foi registrada na Terra Indígena Mamoadate. Foto: Ingrid Kelly/Secom
A imagem integra uma reportagem especial sobre o cultivo de cacau nativo por comunidades indígenas, evidenciando práticas sustentáveis e a relação direta entre floresta e produção.
Segundo a fotojornalista, o registro representa muito mais do que uma imagem: “É uma fotografia muito bonita que significa muito sobre a vida dos indígenas dentro da floresta. Existe toda uma história por trás desse cacau nativo e da forma como ele é cultivado”.
Trajetória marcada por superação e fé
Com pouco mais de dois anos de atuação na fotografia, Ingrid Kelly construiu uma trajetória marcada por dedicação, persistência e fé. O interesse pelo fotojornalismo surgiu após experiências iniciais e ganhou força ao conhecer grandes eventos e profissionais da área.
Ingrid Kelly construiu uma trajetória marcada por dedicação, persistência e fé. Foto: cedida
Inspiração e trabalho
“Eu me inspirei muito nas pessoas que trabalham comigo. Quando vi colegas sendo premiados, senti que eu também poderia mostrar o meu trabalho”, destacou.
A inscrição no prêmio, segundo ela, foi feita sem grandes expectativas, mas com o desejo de dar visibilidade às histórias que registra. “Eu me inscrevi sem pensar se iria ganhar. Queria apenas mostrar um pouco do meu trabalho”, afirmou.
A secretária de Estado de Comunicação, Nayara Lessa, destacou com entusiasmo a conquista da fotojornalista Ingrid Kelly ao figurar entre os finalistas de um prêmio nacional, ressaltando que o reconhecimento é fruto de um trabalho consistente e em constante evolução. “A Ingrid apresentou um crescimento notável desde que chegou na Secom, aprimorando seu olhar sensível e sua capacidade de contar histórias por meio da imagem, o que reforça o talento e o potencial dos profissionais da comunicação acreana.”
Logística
O percurso até a aldeia envolveu deslocamento de carro, pernoite em área ribeirinha e um dia inteiro de viagem de barco até o destino final. “Foi uma viagem difícil, mas muito especial. Eu consegui chegar, participar da matéria e conhecer de perto a realidade das pessoas da aldeia. Foi uma experiência única”, relembrou.
Logística até a terra indígena envolve rodovia, rios e estradas de barro que cortam a Reserva Extrativista Chico Mendes. Foto: Ingrid Kelly/Secom
Marco pessoal e gratidão
A conquista de chegar à final de um prêmio nacional representa, para Ingrid, um marco pessoal e profissional. “Eu jamais imaginaria, há um ano e meio, estar onde estou hoje. Ser finalista de um prêmio reconhecido no Brasil inteiro é algo sem palavras. Sou muito grata a Deus e a todas as pessoas que me deram oportunidade”, declarou.
Ingrid também destacou o apoio de colegas e gestores ao longo de sua trajetória, segundo ela, eles foram fundamentais para seu crescimento na área.
Inspiração na fotografia
Entre suas principais referências está o fotojornalista Diego Gurgel, a quem atribui grande parte de sua evolução profissional.
“Ele sempre foi uma inspiração para mim. Desde o início me ajudou muito e me apresentou ao ambiente onde trabalho hoje. Tenho muita admiração pelo trabalho dele”, afirmou.
Ingrid também destacou a importância de toda a equipe envolvida nas produções jornalísticas, ressaltando o caráter coletivo das conquistas.
Principal alvo, Carlos Eduardo Lima Santos, o “Dudu”, é apontado como chefe de facção e responsável por planejar execuções na região
Após o duplo homicídio registrado na madrugada da última sexta-feira (27), na Rua 11 de Fevereiro, no bairro Belo Jardim 2, em Rio Branco, resultando na morte de Eduardo Mateus Leal, de 17 anos, conhecido como “Capetinha”, e Cleildson Quirino Lima, de 19 anos, conhecido como “Boladão”, as forças de segurança intensificaram as diligências com o objetivo de localizar e prender os autores dos homicídios.
De acordo com informações da polícia, “Boladão” e “Capetinha” pertenciam à mesma organização criminosa. Na madrugada de sexta, Capetinha teria sido obrigado a atrair Boladão para uma emboscada planejada por Carlos Eduardo Lima Santos, o “Dudu” , figura conhecida no meio policial por crimes bárbaros cometidos.
Perfil do principal suspeito
Apesar de ter apenas 25 anos, “Dudu” é temido no mundo do crime por envolvimento direto em várias mortes. Em 2016, ele foi apontado como o principal suspeito de esquartejar uma pessoa. Desde então, acumulou várias passagens pela polícia por:
Porte ilegal de arma de fogo
Corrupção de menores
Desacato
Roubo qualificado com emprego de arma de fogo
Tortura
Associação criminosa
Vários homicídios
A polícia informou ainda que todos os detidos possuem passagens pelo sistema Judiciário por vários crimes, incluindo tráfico de drogas e homicídios. Foto: captada
Operação policial
A Polícia Militar realizou vários cercos na região do Segundo Distrito. Por volta das 16h, uma denúncia anônima ao Centro de Operações da PM (COPOM) indicava que um veículo de cor branca estaria com indivíduos suspeitos nas proximidades do Ramal da Usina. Várias guarnições se dirigiram ao local, mas uma equipe da Força Tática do 2º Batalhão optou por permanecer no bairro Belo Jardim 1, ciente das táticas criminosas de desviar a atenção com denúncias falsas.
Prisões
Em patrulhamento pelo Ramal Canteiro do São José, os militares observaram um veículo modelo Renault Logan com 6 ocupantes. Foi dada ordem de parada. No interior estavam:
Lucas Rodrigues Pereira, 18 anos, conhecido como “Palhaço do Inferno”
Thiago Levy da Silva Santos, 24 anos
Maikon Freitas Araújo, 27 anos
Kalliu Monteiro da Silva, 29 anos
Ryan Gabriel Santiago da Silva, 18 anos, conhecido como “RN”
Carlos Eduardo Lima Santos, 25 anos, o “Dudu”
Apreensões
Na busca veicular, foram localizados:
Armas de fogo:
Pistola Taurus G3 Touro 9mm com numeração raspada
Pistola G2C 9mm
Pistola PT 58 .380
Munições:
56 munições de pistola calibre 9mm intactas
10 munições de pistola calibre .380
Além disso, no bagageiro do carro, a polícia encontrou 9 cestas básicas. De acordo com os militares, os sacolões são utilizados para distribuir em residências do bairro que ajudam os acusados a fugirem do cerco policial.
Investigações
Para a polícia, o armamento foi utilizado para matar Cleildson e Eduardo, apontados como membros de facção rival e suspeitos de participarem diretamente de vários homicídios em Rio Branco.
A polícia informou ainda que todos os detidos possuem passagens pelo sistema Judiciário por vários crimes, incluindo tráfico de drogas e homicídios.
Condução
Diante do flagrante, os detidos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia Central de Flagrantes (Defla) para as providências cabíveis.
Por volta das 16 horas, uma ligação através de denúncia anônima ao Centro de Operações da PM (COPOM) indicava que um veículo de cor branca estaria com indivíduos suspeitos nas proximidades do Ramal da Usina. Foto: captada
Imagens divulgadas por um pecuarista do ramal Tico, na região do Projeto Santa Luzia, zona rural de Cruzeiro do Sul, mostram o que restou da carcaça de um animal supostamente devorado por uma onça na última quinta-feira.
De acordo com relatos de moradores, pelo menos sete bezerros já teriam sido mortos e devolvidos pelo felino nos últimos dias.
No local, também foram identificadas pegadas do animal, o que reforça a suspeita de ataque por onça.
Após os ataques, pecuaristas da região demonstram preocupação com a possibilidade de novas ocorrências, o que pode gerar ainda mais prejuízos com a perda de bovinos.
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