Acre
PRF prende mulheres com cocaína rumo a Rio Branco e procurado pela Justiça
Alexandre Lima, com Almir Andrade
Policiais Rodoviários Federais que estavam realizando o trabalho de fiscalização na BR 317, sentido Xapuri/Rio Branco nesta quinta-feira, dia 17, detiveram um homem foragido da Justiça que tentava chegar na fronteira e tinha contra si, um mandado de prisão em aberto. O mesmo foi conduzido até a delegacia mais próxima para que fosse transferido ao presídio da Capital.

Droga pesada chegou próximo a dois quilos e iria para Rio Branco, cpaital do Acre – Foto: Alexandre Lima
No período da tarde, por volta das 15 horas, pararam um taxi no mesmo trecho rumo à Capital para realizar uma blitz de rotina e averiguassem as bagagens e os passageiros, com a intuição de reter qualquer ilícito (drogas, armas, etc), foragidos da Justiça, entre outros delitos.
No taxo lotação, duas mulheres chamaram atenção por estarem apresentando um nervosíssimo em excesso e suas roupas extremamente largas. Uma policial feminina realizou uma vistoria externa nas mesmas e descobriu o motivo do comportamento suspeito.
No corpo das duas mulheres, Jéssica Ariane da Silva (18) e Rayane Lopes de Lima (19), ambas natural de Rio Branco, tinham colado ao corpo cerca de um quilo de cloridrato de cocaína adquirido na cidade de Cobija, lado boliviano.
Ambas receberam voz de prisão em flagrante delito e foram levadas para a delegacia da Polícia Federal na cidade de Epitaciolândia, onde seriam ouvidas e transferidas ao presídio estadual na capital. Pelo crime de tráfico internacional, poderão ser condenadas a cerca de 15 anos de reclusão.
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Acre
Nível do Rio Acre volta a cair e confirma tendência de vazante em Rio Branco
Sem registro de chuvas nas últimas 24 horas, rio permanece bem abaixo das cotas de alerta e transbordo na capital

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Acre
Acre fica fora do ranking dos 100 melhores hospitais públicos do SUS no Brasil
Levantamento nacional aponta desigualdade regional na saúde; apenas Pará e Amazonas representam a Região Norte na lista

Um levantamento nacional divulgado nesta semana revelou que o Acre está entre os sete estados brasileiros que não possuem hospitais classificados entre os 100 melhores do País no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Acre, também ficaram fora do ranking Amapá, Rondônia e Roraima, na Região Norte, além de Alagoas, Mato Grosso e Paraíba, evidenciando a desigualdade regional na distribuição de unidades hospitalares de referência.
O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A avaliação considerou hospitais federais, estaduais e municipais com gestão integral pelo SUS, com dados coletados entre agosto de 2024 e julho de 2025.
De acordo com o ranking, São Paulo lidera a lista nacional, concentrando 30% dos hospitais selecionados. Em seguida aparecem Goiás, com dez unidades, Pará e Santa Catarina, com sete cada, além de Pernambuco e Rio de Janeiro, com seis hospitais cada.
Na Região Norte, apenas os estados do Pará e do Amazonas conseguiram inserir unidades entre as 100 melhores, com sete e três hospitais, respectivamente. Os demais estados da região, incluindo o Acre, ficaram de fora da seleção. Ao todo, os hospitais avaliados estão distribuídos em 19 estados e no Distrito Federal, com forte concentração nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Segundo o Ibross, os critérios utilizados na avaliação incluíram acreditação hospitalar, indicadores de mortalidade, taxa de ocupação, número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e tempo médio de internação. A lista integra a primeira edição do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, que ainda irá selecionar os dez melhores hospitais públicos do País, com divulgação prevista para o mês de maio.
Ao comentar o resultado, o secretário de Estado de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, afirmou que o levantamento reflete um problema histórico enfrentado pelo País, especialmente nas regiões mais distantes dos grandes centros urbanos. Segundo ele, a ausência de hospitais acreanos no ranking revela uma desigualdade estrutural acumulada ao longo de décadas. Ainda assim, destacou que o governo estadual tem adotado medidas para mudar esse cenário.
“O Acre tem desafios importantes, mas estamos trabalhando para fortalecer a rede pública de saúde, com investimentos, modernização das unidades, regionalização dos serviços e melhoria contínua da assistência. Nosso objetivo é garantir que a população do interior tenha acesso ao mesmo padrão de cuidado oferecido nos grandes centros”, afirmou o secretário.
Com informações de AC24horas
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Acre
Rio Acre segue em queda e permanece bem abaixo da cota de alerta em Rio Branco
Sem chuvas nas últimas 24 horas, nível do manancial recuou ao longo do dia, aponta Defesa Civil

Foto: Sérgio Vale








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