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Acre

Prefeitura esclarece sobre Programa 1.001 Dignidades e adianta que mais de 300 casas poderão ser entregues em 2024

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Durante coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (10), o prefeito de Rio Branco, esclareceu sobre a situação do Programa 1.001 Dignidades que, em decorrência do ano eleitoral, terá que ser finalizado no ano seguinte, por se tratar de um projeto que busca doar casas para as famílias vítimas de alagação, residentes em áreas de risco e dependentes de aluguel social.

Foi explicado ainda, que das 1.873 unidades habitacionais previstas para serem entregues, 333 casas do Programa 1.001 Dignidades e 352 apartamentos do Minha Dignidade fazem parte do programa de habitação federal “Minha Casa, Minha Vida” e por se tratar de um financiamento, essas unidades podem ser entregues este ano.

A seleção das famílias para receberem as casas será realizada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) e Defesa Civil Municipal, por possuírem a relação das pessoas aptas a serem atendidas com o benefício.

“As habitações do Governo Federal são 685 unidades, já estamos em conversa com a Caixa. Inclusive, enviamos as documentações dos terrenos e a financiadora já deve autorizar as primeiras construções e caso fiquem prontas este ano, poderemos entregar sem problema porque não se trata da prefeitura, mas de uma parceria com o Governo Federal”, explicou o gestor.

Bocalom: “Enviamos as documentações dos terrenos e a financiadora já deve autorizar as primeiras construções” (Foto: Assecom)

Para o ano que vem, a previsão é que seja dada a ordem de serviço para mais 1.188 unidades habitacionais, sendo 416 apartamentos e 772 casas. Além disso, o prefeito explicou que todos os bairros que possuírem as residências dos programas, também serão contemplados com pavimentação e saneamento básico, somando algo em torno de R$ 40 milhões voltados em infraestrutura com recurso próprio, da prefeitura.

“O programa Minha Dignidade são apartamentos que também serão financiados. Dos 416, metade fica para funcionários da prefeitura e a outra metade para população em geral. Se trata de financiamento e não tem problema que façamos esse ano.”

Os apartamentos serão destinados aos servidores efetivos que ganham até três salários mínimos e não possuem residência própria. Já em relação à população em geral, se a procura for maior que a prevista, o Município decidirá por meio de sorteio.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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