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Acre

Prefeitura de Xapuri realiza o campeonato de futebol de inverno da Sibéria

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Da Assessoria

O Campeonato de Futebol de Inverno da Sibéria, chega na fase decisiva que teve a participação de 08 equipes (urbana e rural).

Os jogos tiveram inicio no mês de Dezembro, com rodadas aos sábados e domingos, com a primeira partida iniciando ás 13:30h e a segunda ás 15:30h.

SEMI – FINAL

Aconteceu no sábado no Campo de Futebol do Bairro Sibéria as 02 partidas da Semi-final.

1º – Jogo ás 13:30h –     B – 13 (Laranja)    X   LARANJAL (Preto)

2º – Jogo ás 15:30h –      PIMENTEIRA (Branco)  X   CONSTANTINO (Verde)

No primeiro jogo da semi-final, a equipe do B – 13 venceu a equipe do Constantino pelo placar de 3 x 1.

Marcaram para a equipe do B -13 – Júlio, Renan e Badá e Ronaldo descontando para a equipe do Laranjal.

Com a vitória a equipe do B – 13 irá disputar a grande final.

Na segunda partida entre as equipes do Pimenteira e Constantino, muitos lances e jogadas bonitas aconteceram que levantaram a torcida presente.

As duas equipes buscaram de todas as maneiras a vitória, onde os goleiros trabalharam muito e fazendo com que o resultado da partida no tempo normal terminassem em 1 x 1.

Conforme regulamento do campeonato, as duas equipes decidiram a vaga nas cobranças de pênaltis, onde a equipe do Pimenteira venceu por 4 x 2 a equipe do Constantino e irá disputar a grande final contra a equipe do B – 13.

FINAL

Conforme o Secretário Municipal de Esporte e Lazer, José Gonçalves (Zeca) e a Comunidade, a grande festa da decisão será no próximo sábado (28) ás 15:00h, entre as equipes do B – 13 e PIMENTEIRA.

Na decisão nenhuma equipe leva vantagem, quem vencer no tempo normal será declarada campeã, caso de empate no tempo normal, a equipe campeã será conhecida através de cobranças de penalidades máximas.

PREMIAÇÕES

A Equipe campeã receberá troféu e prêmio em dinheiro no valor de R$ 600,00 (Seiscentos reais).

A Equipe vice – campeã receberá troféu e  prêmio em dinheiro no valor de R$ 200,00 (Duzentos reais).

APOIO

O Campeonato de Futebol de Inverno da Sibéria, tem o apoio dos desportistas da comunidade e do presidente do bairro João Jorge.

Também tem o apoio do Desportista e Vereador Celso Garcia (Paraná), onde atuou em várias partidas como árbitro central e assistente.

É mais uma realização da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, com apoio da comunidade e do Desportista e Vereador Celso Garcia (Paraná), até o momento o campeonato transcorreu na mais absoluta tranquilidade, onde as equipes vieram jogar e aproveitar mais uma oportunidade esportiva que estamos realizando. Pois é um compromisso de campanha da atual gestão, onde estamos resgatando um evento tão importante que fora esquecidos pelos ex-administradores, estamos sim valorizando o esporte e lazer comunitário e vamos preparar um grande festa para a final, que acontecerá no próximo sábado (28) e aproveitamos para convidar toda a população do município “. Disse o secretário José Gonçalves (Zeca).

É um prazer enorme em apoiar e dar minha colaboração ao campeonato, que juntos estamos resgatando a história do esporte nessa parte da cidade. Durante longos anos atrás a competição era uma das mais tradicionais e competitivas no município, mas os ex-administradores esqueceram e desprezaram o esporte e o lazer nessa comunidade. Estamos cumprindo mais um compromisso de campanha, que em reuniões e comícios prometemos resgatar todas as atividades esportivas, lazeres e culturais nesse bairro, que merecem e daqui surgiram muitos atletas com potenciais e que jogaram em várias equipes grandes do futebol local, estadual e nacional. Me sinto muito alegre e satisfeito, pois o meu mandato será de apoiar na medida do possível todos os eventos esportivo, lazer e cultural. Pois temos que oferecer oportunidades aos (as) que praticam.  Desportista e Vereador Celso Garcia (Paraná).

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Acre

Secretário de Obras de Brasiléia vistoria ponte destruída por chuva no Ramal Santa Helena e promete reparo urgente

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Estrutura no ramal Santa Helena (km 60 da BR-317), cedeu com volume de água; equipe técnica faz levantamento para resposta rápida e garantir tráfego rural

A expectativa é que os trabalhos de reconstrução ou substituição da ponte comecem assim que as condições do tempo permitirem, minimizando o isolamento das comunidades que dependem da passagem. Foto: captada 

O secretário municipal de Obras, Transporte e Urbanismo de Brasiléia, Josué de Oliveira Elias, esteve na tarde desta terça-feira (27) no km 60 da BR-317, Ramal Santa Helena, para vistoriar uma ponte de madeira que desabou devido ao enorme volume de água das chuvas que atingiram a região de fronteira. Acompanhado de equipe técnica, ele realizou um levantamento dos danos e prometeu agir rapidamente para restabelecer o tráfego de moradores da zona rural.

A estrutura, que dá acesso a comunidades rurais, não resistiu à força da correnteza. A prefeitura afirmou que casos como esse são comuns no período chuvoso, mas destacou que está preparada para responder a emergências e garantir o direito de ir e vir da população.

O secretário municipal Josué Elias, vistoriou o local acompanhado de uma equipe técnica para planejar o reparo emergencial da estrutura, essencial para o tráfego de moradores rurais e extrativistas. Foto: captada 

A região do Alto Acre tem registrado chuvas intensas nas últimas semanas, afetando estradas e pontes em vários municípios. A previsão é de que os trabalhos de reparo sejam iniciados assim que as condições do tempo permitirem.

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Acre

Produtores de castanha do Acre enfrentam barreiras para exportar para Bolívia e Peru por exigências fitossanitárias

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Legislação federal sobre certificação travou envio do produto; estoques acumulam e prejuízos atingem toda a cadeia extrativista no estado

Uma reunião está prevista para esta sexta-feira (30), quando devem ser discutidas alternativas para definir a situação e tentar destravar a exportação. Foto: captada 

Produtores de castanha-do-brasil (ou castanha-da-amazônia) no Acre estão com dificuldades para exportar o produto para países vizinhos, como Bolívia e Peru, devido a exigências de certificação fitossanitária previstas na legislação federal. A situação tem gerado acúmulo de estoques, redução na comercialização e prejuízos financeiros para comunidades extrativistas e cooperativas que dependem da venda internacional.

A falta de alinhamento entre os protocolos brasileiros e os requisitos dos países compradores tem sido apontada como principal entrave. Enquanto não há solução, produtores veem o produto perder valor de mercado e a safra ficar retida. O problema afeta especialmente a região do Alto Acre e regiões produtoras próximas à fronteira, onde a exportação para a Bolívia e o Peru e uma das principais rotas de escoamento.

Autoridades estaduais e representantes do setor buscam diálogo com o Ministério da Agricultura para flexibilizar ou adequar os trâmites, mas ainda não há previsão de normalização. A castanha é um dos produtos extrativistas mais importantes da economia acreana, gerando renda para milhares de famílias.

Diante do impasse, as comunidades extrativistas, os produtores foram recebidos pelo superintendente do MAPA no Acre, Paulo Felipe Teixeira Santos Trindade, em busca de diálogo e esclarecimentos. Uma reunião está prevista para esta sexta-feira (30), quando devem ser discutidas alternativas para definir a situação e tentar destravar a exportação.

A situação tem provocado acúmulo de estoques e prejuízos financeiros, impactando diretamente toda a cadeia produtiva ligada ao extrativismo no estado. Foto: captada 

O extrativista e produtor Said Fahrat, em entrevista à jornalista Anne Nascimento, explicou que, apenas em sua propriedade, há aproximadamente 15 mil latas de castanha estocadas, sem possibilidade de comercialização na fronteira do acre com Bolívia e Peru. O entrave está relacionado às exigências para emissão do Certificado Fitossanitário (CF), documento obrigatório para exportação de produtos de origem vegetal, conforme estabelece a Portaria nº 177/2021, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A norma define procedimentos rigorosos para garantir a segurança fitossanitária dos produtos exportados, incluindo inspeções visuais e o cumprimento dos requisitos estabelecidos pelo país importador. Na prática, porém, produtores afirmam que essas exigências têm dificultado o envio da castanha, que é um produto in natura e possui casca de origem vegetal.

“Já faz cerca de dois anos que estão exigindo que não tenha nem uma formiga. Castanha é madeira, a casca é madeira, e sempre aparece formiga. Isso acaba travando tudo”, relata o produtor, que atua no setor há mais de 40 anos.

Segundo ele, os países compradores não demonstram a mesma preocupação. “A Bolívia e o Peru aceitam o produto. Eles fazem a limpeza lá, tiram a sujeira, e isso não causa problema nenhum. Mesmo assim, a gente não consegue exportar”, afirma.

Disse mais.“A gente precisa vender. Tem muita gente com castanha parada, e toda a cadeia produtiva do Acre está sendo afetada”, destaca Farhat. Ele também alerta para os riscos econômicos da manutenção do cenário atual. “Se não for legalmente, há o risco de contrabando, e ninguém quer isso”, finaliza Said.

O entrave está relacionado às exigências para emissão do Certificado Fitossanitário (CF), documento obrigatório para exportação de produtos de origem vegetal. Foto: captada 

A produção de castanha-do-brasil é um dos destaques do extrativismo do Acre.

Os cinco principais municípios produtores de castanha são:
  • Xapuri (21%);
  • Brasiléia (17%);
  • Rio Branco (17%);
  • Sena Madureira (15%);
  • Epitaciolândia (11%).

A região do Alto Acre é responsável por 50% da castanha coletada no Acre, Baixo Acre vem com 34% e Purus, 15%.

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Acre

Polícia Civil prende em Rio Branco acusado de ser “executor” de facção criminosa que se escondia em obra de influenciadora digital

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Homem atuava como operário em construção no bairro Bom Sucesso; é suspeito de tortura por encomenda e violência a mando de organização criminosa
    O Disfarce no Canteiro de Obras, foi descoberto após investigação da Polícia Civil. A prisão ocorreu no bairro Bom Sucesso, em Rio Branco. Foto: captada

Um homem identificado pelas iniciais G. S. S., apontado como executor de alta periculosidade de uma organização criminosa que atua no Acre, foi preso na tarde desta terça-feira (27) no bairro Bom Sucesso, em Rio Branco. Ele estava trabalhando como operário na construção da casa de uma influenciadora digital local, tentando se esconder sob a identidade de trabalhador comum.

A operação foi realizada pela Delegacia-Geral de Manoel Urbano com apoio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo a investigação, G. S. S. é suspeito de cometer tortura por encomenda e atos violentos a mando da facção, além de integrar esquemas de execução e intimidação em Rio Branco e no interior.

A influenciadora, cujo nome não foi divulgado, não teria conhecimento do histórico do operário. Após a prisão, ele foi encaminhado à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA) para os procedimentos legais.

O criminoso se passava por um trabalhador comum sob a supervisão de um mestre de obras, tentando evitar qualquer comportamento que levantasse suspeitas entre os colegas de trabalho. Foto: captada 

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