O prefeito Tião Bocalom recebeu em seu gabinete, nesta sexta-feira (30), uma comissão composta pelo coordenador da Economia Solidária, Carlos Taborga, que veio expressar sua gratidão à gestão municipal pelo apoio constante às iniciativas da economia solidária desenvolvidas em Rio Branco.
“Estamos aqui para agradecer ao prefeito, à sua gestão e ao secretário Coronel Bino, que sempre esteve conosco. Todas as ações da Prefeitura têm gerado um saldo positivo para os empreendimentos da economia solidária, e nós temos acompanhado e participado desses eventos”, declarou Carlos.
Todas as ações da Prefeitura têm gerado um saldo positivo para os empreendimentos da economia solidária, e nós temos acompanhado e participado desses eventos”, declarou o coordenador da Economia Solidária, Carlos Taborga. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
O encontro teve como destaque a recente realização da Feira Natalina, que, além de movimentar a economia local durante o fim de ano, trouxe oportunidades significativas para pequenos empreendedores. O investimento da Prefeitura não apenas fomenta o comércio, mas também contribui diretamente para a geração de trabalho e renda, beneficiando famílias que dependem dessa atividade.
Atualmente, a economia solidária em Rio Branco conta com cerca de 480 famílias que garantem seu sustento por meio das feiras realizadas na cidade.
De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação, cel Ezequiel de Oliveira Bino, o volume de vendas no período natalino superou R$ 1 milhão, um reflexo da força e do impacto positivo desse setor. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação, Ezequiel de Oliveira Bino, o volume de vendas no período natalino superou R$ 1 milhão, um reflexo da força e do impacto positivo desse setor.
“O apoio da Prefeitura tem sido um investimento direto na geração de vendas e emprego para os pequenos empreendedores. Só no Natal, mais de R$ 1 milhão em vendas foram gerados, e vale ressaltar que não apenas a economia solidária, mas outros coletivos também têm sido beneficiados com ações de baixo custo e alto impacto social”, salientou Ezequiel Bino.
O prefeito Tião Bocalom ainda destacou que, durante o período da iluminação natalina, um dos empreendedores alcançou a marca de R$ 120 mil em vendas, criando oportunidades de emprego para outras quatro pessoas. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
O prefeito Tião Bocalom ainda destacou que, durante o período da iluminação natalina, um dos empreendedores alcançou a marca de R$ 120 mil em vendas, criando oportunidades de emprego para outras quatro pessoas.
Ao todo, mais de 400 empreendedores participaram das atividades promovidas pela Prefeitura, fortalecendo a economia popular e melhorando a qualidade de vida dos trabalhadores.
“Estou muito feliz em ver o impacto desses eventos. Durante a iluminação natalina, apenas um empreendedor faturou R$ 120 mil, gerando emprego para mais quatro pessoas. Esse tipo de resultado é muito importante, pois quando vejo as pessoas ganhando dinheiro, fico ainda mais feliz”, evidenciou Tião Bocalom.
Comissão expressou gratidão à gestão municipal pelo apoio constante às iniciativas da economia solidária desenvolvidas em Rio Branco. (Foto: Marcos Araújo/Secom)
A ação tem se mostrado fundamental para a ampliação das vendas e o fortalecimento da economia local, com a Prefeitura de Rio Branco apostando na economia solidária como um motor para o desenvolvimento e a inclusão social na capital.
A Agência Reguladora dos Serviços Públicos do Estado do Acre (Ageac) intensificou o diálogo, na manhã desta sexta-feira, 30, com a bancada federal acreana para apoiar, em articulação com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e com o Ministério dos Transportes, ações de manutenção da BR-364, no trecho entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul.
Principal eixo terrestre de integração do estado, a rodovia concentra o deslocamento diário de passageiros, veículos de serviço e cargas, conectando a capital ao interior e garantindo o abastecimento de alimentos, medicamentos, combustíveis e outros insumos essenciais aos municípios.
Ônibus do transporte intermunicipal tombado após perda da estabilidade em trecho com irregularidades no pavimento. Foto: cedida
Responsável por regular e fiscalizar o transporte intermunicipal de passageiros, a autarquia acompanha de forma contínua o funcionamento das linhas autorizadas, avaliando horários, desempenho da frota e o tempo médio de viagem para assegurar regularidade e qualidade no atendimento.
As fiscalizações realizadas ao longo da BR-364 e os registros encaminhados por operadores e usuários indicam reflexos diretos na segurança viária. Foram observadas ocorrências como acidentes, avarias mecânicas, veículos danificados e interrupções de viagem em trechos com buracos e desgaste do pavimento, situações que exigem redução de velocidade e aumentam o risco operacional do percurso.
Essas condições também interferem no tempo de deslocamento. Em determinados períodos, o trajeto entre a capital e o interior, tradicionalmente realizado em cerca de 12 horas, pode chegar a até 22 horas, exigindo reorganização de horários e replanejamento das linhas pelas operadoras.
Além do tempo de viagem, a situação da rodovia repercute diretamente na logística de abastecimento. Entidades do setor de transporte apontam que as dificuldades no percurso elevam os custos operacionais e podem gerar impacto de até 30% no valor do frete, reflexo que chega ao comércio local e pressiona o preço final das mercadorias e das passagens.
Veículos de passageiros e de carga enfrentam dificuldades de circulação, refletindo os impactos na operação do transporte e no abastecimento dos municípios. Foto: cedida
Segundo o presidente da Ageac, Luís Almir Brandão, os efeitos são sentidos diretamente pela população. “A situação da BR-364 impacta diretamente o custo de vida no Acre. O alto preço dos insumos que chegam ao estado pressiona o transporte, encarece as passagens e afeta empresários, trabalhadores e, principalmente, a população que depende desses serviços todos os dias. A Agência Reguladora, junto ao governo do Estado, mantém diálogo permanente com o setor e busca soluções para reduzir esses impactos, mas sabemos que a resposta definitiva passa pela recuperação completa da rodovia”, afirmou.
Há ainda pontos específicos que exigem intervenções prioritárias. No quilômetro 722, o Dnit reconheceu situação de emergência após danos provocados pelas chuvas, com erosões e comprometimento do pavimento, demandando ações imediatas para restabelecer a trafegabilidade e garantir mais segurança aos usuários.
Brandão acrescentou que a mobilização institucional busca dar celeridade às providências nos órgãos federais. “Por isso, estamos mobilizando a bancada federal e o Ministério dos Transportes para garantir celeridade nas obras de asfaltamento. Uma estrada em boas condições contribui para prevenção de acidentes, redução do preço do frete e dos produtos em geral; otimiza o abastecimento aos municípios isolados e propicia mais dignidade para quem vive nas regiões mais distantes. Essa é uma demanda coletiva, do transporte e de toda a sociedade. O Acre precisa de uma solução estruturante e permanente, não apenas ações paliativas”.
Com o encaminhamento das demandas à bancada federal, a Ageac abre diálogo com os órgãos responsáveis e acompanha as tratativas para viabilizar melhorias na BR-364.
Um antigo anseio da população começa a se tornar realidade com o início oficial das obras da nova ponte. O marco simbólico ocorreu com o prefeito Sérgio Lopes, ao lado do prefeito de Brasiléia, Carlinhos do Pelado, que participaram do ato de dobrar a primeira barra de metal da estrutura, sinalizando o começo da construção.
A obra representa um importante avanço em infraestrutura e atende a uma demanda histórica da comunidade. A nova ponte deve garantir mais segurança e mobilidade para moradores e usuários da via, além de contribuir diretamente para a melhoria da qualidade de vida e o fortalecimento do desenvolvimento econômico e social da região.
De acordo com as administrações municipais, a iniciativa reafirma o compromisso com o bem-estar coletivo e com a integração entre comunidades, facilitando o deslocamento, aproximando famílias e ampliando oportunidades.
Com o início dos trabalhos, a expectativa é de que a obra traga impactos positivos duradouros, consolidando novos caminhos para o crescimento regional e atendendo a uma reivindicação que atravessa gerações.
Um agente de saúde indígena identificado como Isaías morreu na manhã desta quinta-feira (29) após um grave acidente ocorrido no rio Iaco, na zona rural do município de Sena Madureira, no interior do Acre. A vítima estava em uma canoa quando uma árvore de grande porte caiu sobre a embarcação.
Segundo informações preliminares, Isaías era morador da Aldeia Santa Cruz, localizada na região do alto rio Iaco. No momento do acidente, ele se deslocava para outra aldeia acompanhado dos filhos, utilizando a canoa como meio de transporte, prática comum entre comunidades indígenas e ribeirinhas da região.
Durante o trajeto, um barranco cedeu às margens do rio, provocando a queda repentina da árvore sobre a canoa. Com o impacto, todos os ocupantes ficaram feridos.
Isaías sofreu os ferimentos mais graves e não resistiu, morrendo antes de receber atendimento médico. Até o fechamento desta matéria, não havia informações oficiais sobre o estado de saúde dos filhos da vítima.
O caso gerou comoção entre moradores da região e comunidades indígenas. As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
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