Acre
Prefeitura de Rio Branco publica Nota de Esclarecimento após manifestação do CREA

Em relação a “Nota de Repúdio” publicada pelo CREA e entidades de classe, a qual crítica o prefeito de Rio Branco Tião Bocalom, quando classifica algumas obras públicas realizadas na capital acreana de má qualidade, e onde mencionou que alguns profissionais desatentos a cobrança da qualidade da obra deveriam se ater às suas funções com maior zelo, até por se tratar de recursos públicos, vale ressaltar que é visível o desperdício do dinheiro do povo em obras como, por exemplo o “Programa Ruas do Povo”, com pavimento asfáltico que não suportaram a primeira chuva; rede de esgoto fora dos padrões e incompletas, além das mais de 100 estações compactas de tratamento que nunca funcionaram. 12 creches construídas entre 2012 e 2015 que, segundo o Ministério da Educação, ficaram com mais de 800 inconsistências como vigas que estavam especificadas no projeto 40 cm X 17 cm e foram realizadas com 17cm X 11 cm e que até o momento não se conseguiu prestar contas com o Ministério, dentre outras.
O prefeito em nenhum momento menosprezou a importância dos profissionais da engenharia, por outro sim, orientou maior dedicação nos projetos e, acima de tudo, denota a preocupação em gastar bem o dinheiro público para que enfim, obras não tenham que ser refeitas onerando os cofres da municipalidade, que ao invés de gastar bem os recursos em outras obras de interesse social e coletivo, necessita de reparos, como estamos refazendo algumas construções alheias aos padrões de qualidade.
Por fim, o prefeito Tião Bocalom reitera o seu respeito a categoria e reconhece que sem esses valorosos profissionais as grandes obras, como o viaduto da Dias Martins, o viaduto da AABB, a construção do Novo Mercado dos Colonos e ainda, várias outras creches e postos de saúde entre outros, não seriam possíveis pela necessidade de realização, acompanhamento e fiscalização. Enfim, é louvável a coragem do prefeito Tião Bocalom em ser verdadeiro em suas palavras, sem se importar que doam em alguns atores acostumados a não serem contestados.
Registramos aqui o respeito do prefeito a todos os engenheiros e esperamos não ter sido mais uma vez incompreendido, dado as suas preocupações em bem fazer a coisa certa e o melhor para a nossa querida Rio Branco.
Ailton Oliveira
Assessoria Especial de Comunicação
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Acre
Aneel anuncia que Acre, Rondônia e Amapá terão redução menor na conta de luz em 2026
Estados já anteciparam uso de recursos de royalties em 2025; redução é conjuntural e tarifas voltarão a subir no ano seguinte

Os diretores da Aneel alertaram que a redução é uma medida conjuntural e não estrutural, ou seja, as tarifas dessas distribuidoras voltarão a subir no ano seguinte. Foto: captada
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu que os estados do Acre, Rondônia e Amapá terão reduções menores nas tarifas de energia elétrica em 2026, porque suas concessionárias já haviam antecipado o uso de recursos do Uso do Bem Público (UBP) em 2025. Os valores exatos de desconto ainda serão definidos pelo órgão regulador.
Enquanto outras distribuidoras do Norte, Nordeste, Mato Grosso e parte de Minas Gerais e Espírito Santo poderão ter alívios de cerca de 12% na conta, os três estados citados terão benefícios reduzidos. A Aneel reforçou que a medida é conjuntural e não estrutural — ou seja, as tarifas voltarão a subir a partir de 2027.
Os diretores destacaram que o desconto visa beneficiar principalmente consumidores de menor porte, como residências e pequenos negócios. A decisão ainda pode passar por ajustes, após análise de proposta que considera a complexidade socioeconômica de cada região.
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Acre
BR-364 vira atoleiro no trecho entre Tauari e Tarauacá; ônibus precisa ser esvaziado para conseguir passar
Motoristas relatam buracos profundos e lamaçais que atolam veículos; população cobra intervenção urgente no único eixo rodoviário do Acre

A gravidade do problema é ampliada pelo fato de que a BR-364 é a principal e única ligação terrestre do estado do Acre, responsável por interligar os municípios. Foto: captada
O trecho da BR-364 entre a comunidade do Tauari e o município de Tarauacá está praticamente intransitável devido a buracos profundos e atoleiros formados pelas chuvas. Nesta quinta-feira (29), um ônibus da linha Tauari–Tarauacá precisou ter os passageiros desembarcados para conseguir atravessar um dos pontos críticos da rodovia, na região do Mamoré. O motorista usou escombros para tentar firmar o solo.
Motoristas relatam que carros têm atolado, quebrado para-choques e furado radiadores. “Isso aqui não é só buraco, é atoleiro”, disse um condutor que ficou preso no local. Com as chuvas intensas do período, a situação se agrava, e há risco de interdição total do trecho.

Buracos profundos e atoleiros tomam conta da rodovia, dificultando o tráfego e causando prejuízos a motoristas e passageiros que dependem da estrada. Foto: captada
A BR-364 é a principal e única ligação terrestre do Acre, essencial para o transporte intermunicipal de pessoas, cargas e serviços de emergência. Usuários cobram intervenção imediata do DNIT para recuperar a pista e evitar o isolamento de comunidades e prejuízos econômicos.

Para seguir viagem, o motorista precisou jogar escombros dentro do buraco, numa tentativa de firmar o solo e permitir a passagem do veículo. Foto: captada
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Acre
CJF libera mais de R$ 2,21 bilhões para pagamento de RPVs a beneficiários do INSS
Na área do TRF1, que inclui o Acre, serão pagos mais de R$ 941 milhões a aposentados, pensionistas e assistidos

O Conselho da Justiça Federal (CJF) autorizou a liberação de mais de R$ 2,21 bilhões para o pagamento de Requisições de Pequeno Valor (RPVs) destinadas a 146.866 aposentados, pensionistas e outros beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Na área de abrangência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que engloba os estados do Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Bahia, Piauí, Maranhão, Acre, Roraima e Amapá, o montante a ser pago soma R$ 941,07 milhões. Desse total, R$ 766,41 milhões referem-se a ações previdenciárias e assistenciais, distribuídas em 40.104 processos, beneficiando 48.447 pessoas.
Os valores correspondem a decisões judiciais favoráveis proferidas em 108.620 ações em todo o país, muitas delas coletivas, relacionadas a revisões de benefícios previdenciários e assistenciais concluídas em dezembro de 2025.
No total, o CJF liberou mais de R$ 2,7 bilhões em RPVs para 230.681 pessoas que venceram 181.486 ações contra órgãos da União. As RPVs correspondem a indenizações de até 60 salários mínimos, atualmente fixadas em R$ 91.080, e são pagas por meio dos Juizados Especiais Federais.
Os recursos serão repassados aos seis Tribunais Regionais Federais, que ficarão responsáveis por efetuar os pagamentos de acordo com seus próprios cronogramas.

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