Acre
Prefeitura de Rio Branco fortalece setor produtivo na região Baixa Verde
Na região da Baixa Verde, estrada de Boca do Acre, a Prefeitura de Rio Branco segue com o incentivo ao homem do campo. Na localidade, a produção é diversificada, vai desde mandioca, cana de açúcar, milho e hidroponia, mas é a melancia o carro chefe da produção.
O incentivo da gestão municipal ao cultivo vai desde o pequeno, ao grande produtor e começou com o preparo da terra. Na área de 2 hectares da dona Kelma o capim mambaça vai dar lugar ao cultivo da melancia. Logo após a gradiação, vem a correção do solo com o calcário, em seguida, o preparo da terra com os adubos necessários para garantir uma boa produção. Dona Kelma diversifica a área em uma rotatividade de cultivo. Agora, ela vai substituir a pastagem pela melancia de roçado. Ela diz que hoje, com o apoio do poder público vale a pena o plantio.

“Eu achei muito importante. Muito bom porque no começo foi dificuldade para a gente pegar a plantação e vender. Com o apoio da prefeitura, agora nós podemos já partir para frente, vender direitinho. Eu entrei no projeto para vender melancia, milho e frutas”, destacou.
Ainda na região da Baixa Verde o Francisco Gomes vem produzindo 10 mil pés de melancia em uma área de 2 ha. O plantio foi em novembro e agora seu Francisco começa a colher. Ele é um produtor motivado, já que hoje, recebe todo o incentivo do poder público no cultivo da fruta. Durante a colheita, mercados são abastecidos e empregos diretos e indiretos são gerados.
“Comigo direto, trabalham três famílias. Agora nessa época a gente tem mais ou menos uns oito trabalhadores trabalhando”, enfatizou.
O resultado de um solo bem corrigido, bem adubado é uma produção de melancias grandes de qualidade, prontas para a comercialização, informou o zootecnista Gleison Lopes.
“Isso é um investimento para o produtor. O intuito é levar um produto de qualidade para a mesa do consumidor. Quando você não tem um solo bem corrigido, bem adubado a gente não consegue ter uma alta produtividade que nem essa melancia de roça que está tendo aqui.”
Cerca de 100 toneladas de melancia devem ser retiradas da propriedade. Isso irá aquecer o mercado., a economia, vai gerar renda e dar dignidade a toda a população, não só o produtor rural.
Parte da produção do seu Francisco foi vendida no campo para o seu Hércules, que revende nos mercados da cidade e gira a cadeia de produção.

“Dependendo de combinar o preço, eu fico com o roçado todo. Se não der, só compro uma parte, onde cabe para mim.”
O escoamento do produto da roça até a Ceasa, a prefeitura disponibiliza toda a logística de transporte do trator ao caminhão. Uma economia de frete de mais de 3 mil reais, como informa o produtor rural Francisco Gomes.
“Olha, na base de uns R$3.500,00. A contribuição é considerável. A prefeitura está me ajudando agora na colheita.”

“Hoje a região do Baixa Verde se destaca como o maior produtor de melancia do estado. Por isso que nós estamos aqui apoiando o agricultor, gerando emprego, renda e dando dignidade ao produtor local.”
Fonte: Prefeitura de Rio Branco – AC
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Acre
Acre padroniza critérios para registro de mortes violentas e busca maior transparência em dados de segurança
Resolução publicada no Diário Oficial busca uniformizar informações de homicídios, mortes por intervenção do Estado e causas indeterminadas entre órgãos de segurança

A medida envolve os órgãos que integram o Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) e busca ampliar a transparência. Foto: captada
O Governo do Acre publicou nesta sexta-feira (16) uma resolução que estabelece critérios padronizados para tratamento, monitoramento e divulgação de dados relacionados à violência letal no estado. A medida envolve todos os órgãos do Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) — Polícia Militar, Civil, Bombeiros, Iapen, Instituto Socioeducativo e Detran — e tem como objetivo ampliar a transparência e a confiabilidade das informações.
O documento define parâmetros uniformes para a contabilização de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), Mortes por Intervenção Legal de Agente do Estado (MILAE) e Mortes por Causa Indeterminada (MCI). Segundo o governo, a padronização permitirá maior comparabilidade dos dados ao longo do tempo e subsidiará a formulação e avaliação de políticas públicas de segurança.
A resolução é assinada pelo secretário de Justiça e Segurança Pública, José Américo de Souza Gaia, junto com os dirigentes das forças de segurança. A medida já está em vigor e deverá ser adotada por todos os órgãos do Sisp para registro, análise e divulgação de dados oficiais.
O que será padronizado:
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Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI): Homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte;
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Mortes por Intervenção Legal de Agente do Estado (MILAE): Óbitos decorrentes de ação policial;
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Mortes por Causa Indeterminada (MCI): Casos em que a causa da morte ainda não foi esclarecida.
Objetivos da medida:
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Ampliar a transparência e a confiabilidade das estatísticas oficiais;
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Evitar divergências entre números divulgados por diferentes instituições;
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Subsidiar políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência com dados mais precisos.
Impacto prático:
A padronização permitirá comparações temporais mais consistentes e um diagnóstico mais realista da criminalidade no estado, além de fortalecer o controle social sobre as ações de segurança.
A divergência de dados entre polícias Civil e Militar, por exemplo, era uma crítica recorrente de especialistas, que apontavam a dificuldade de planejamento com bases desencontradas.
Os órgãos terão prazo de 60 dias para adaptar seus sistemas de registro. A Secretaria de Justiça e Segurança passará a publicar boletins unificados trimestralmente, a partir de abril de 2026.
A uniformização dos critérios é um avanço para que o Acre possa comparar seus índices com outros estados que já adotam metodologias semelhantes, como Rio de Janeiro e São Paulo, seguindo recomendações do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A resolução é assinada pelo secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo de Souza Gaia. Foto: captada
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Energisa aciona plano de contingência e reforça alerta sobre riscos elétricos durante enchentes no Acre
Concessionária monitora áreas alagadas em articulação com a Defesa Civil e orienta população a redobrar cuidados com a rede elétrica

Diante do transbordamento de igarapés e rios em diversas regiões do Acre, a Energisa colocou em prática seu Plano de Contingência e mantém monitoramento contínuo das áreas afetadas, em articulação permanente com a Defesa Civil. A medida tem como foco a prevenção de acidentes e a segurança da população durante o período de cheias.
Segundo a concessionária, até a manhã desta sexta-feira (16), não havia residências sem energia elétrica por motivo de segurança relacionado a alagações. No entanto, a empresa alerta que, caso o nível das águas continue subindo, poderá ser necessária a suspensão temporária do fornecimento em pontos específicos, como medida preventiva. O restabelecimento ocorre assim que as condições de segurança forem garantidas.
Equipes técnicas seguem realizando inspeções nas áreas atingidas, enquanto a Energisa reforça os riscos envolvendo energia elétrica durante enchentes. O coordenador da Energisa Acre, Jhony Poças, destaca que é essencial evitar qualquer contato com instalações elétricas em situações de alagamento e desligar o disjuntor geral quando a água atingir residências, desde que seja seguro.
A empresa orienta ainda que a população mantenha distância de fios caídos, postes, medidores, árvores e estruturas altas, evite manusear equipamentos elétricos molhados e não tente religar a energia por conta própria após a enchente. Em situações de risco, a recomendação é acionar imediatamente a Energisa pelos canais oficiais de atendimento.
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Acre
Crédito do Trabalhador ultrapassa R$ 101 bilhões em empréstimos e atende 8,5 milhões de pessoas
Programa do Ministério do Trabalho já firmou 17 milhões de contratos desde março de 2025; valor médio do crédito é de R$ 11,9 mil, com juros de 3,2% ao mês

Programa do Ministério do Trabalho atendeu 8,5 milhões de pessoas, com valor médio de R$ 11,9 mil e taxa de juros de 3,2% ao mês. Foto: captada
O Crédito do Trabalhador, programa de empréstimo consignado do governo federal, superou a marca de R$ 101 bilhões em contratações desde seu lançamento em março de 2025, conforme anúncio do Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (16). Foram firmados 17,044 milhões de contratos, beneficiando 8,523 milhões de trabalhadores.
O valor médio dos empréstimos é de R$ 11.895,36, com parcelas mensais em torno de R$ 245,90 e taxa média de juros de 3,2% ao mês. O ministro Luiz Marinho destacou que o programa “democratizou o acesso ao crédito” e atende especialmente pessoas com renda de até quatro salários mínimos, antes excluídas do mercado formal.
A modalidade é voltada a celetistas, domésticos, rurais, empregados de MEI e diretores não empregados com FGTS. Marinho reforçou que não será tolerada a cobrança de juros altos, pois o objetivo é substituir dívidas onerosas, como cartão de crédito e cheque especial, que chegam a cobrar em média 11,2% ao mês.
Detalhes do programa:
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Valor médio do empréstimo: R$ 11.895,36
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Parcela média mensal: R$ 245,90
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Taxa de juros média: 3,2% ao mês (considerada baixa para o mercado)
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Público prioritário: Trabalhadores com renda de até 4 salários mínimos
Declaração do ministro:
Luiz Marinho classificou o programa como “um sucesso” que “democratizou o acesso ao crédito”. “Trabalhadores estão conseguindo sair das mãos do agiota e de modalidades onerosas como o rotativo do cartão, que cobra em média 11,2% ao mês”, afirmou, reforçando que não haverá tolerância com juros altos.
Quem pode solicitar:
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Trabalhadores celetistas, domésticos, rurais;
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Empregados de microempreendedores individuais (MEI);
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Diretores não empregados com direito ao FGTS.
Objetivo central:
Substituir dívidas com juros elevados (cheque especial, cartão de crédito) por crédito consignado mais barato, aliviando o orçamento das famílias.
O programa surgiu como uma alternativa ao crédito pessoal tradicional, que cobrava de 8% a 15% ao mês de trabalhadores formais. A adesão massiva indica a demanda reprimida por crédito acessível no país.
O ministério estuda ampliar o limite de contratação e incluir outros públicos, como aposentados do INSS – que já têm consignado, mas com taxas em geral mais altas.
O Crédito do Trabalhador já movimentou quase o dobro do valor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) disponível para saque em 2025, mostrando como o acesso a crédito barato se tornou uma política de renda indireta para milhões de famílias.












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