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Prefeitura de Rio Branco alerta para mudança no horário de atendimento da Urap Maria Barroso

Alteração de Urap no atendimento do horário estendido é para melhora a qualidade para o rio-branquense (foto: Arquivo)
A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), informou na manhã desta quinta-feira (27), a mudança no horário de atendimento da Unidade de Referência em Atenção Primária (Urap) Maria Barroso, no bairro Ayrton Senna. A unidade funcionava em horário estendido das 7h às 22h, mas a partir desta sexta-feira (28), voltará a funcionar das 7h às 17h.
Em virtude das cheias que atingiram a capital acreana, além dessa unidade. as Uraps Cláudia Vitorino, no bairro Taquari e a Roney Meireles, no bairro Adalberto Sena, também foram escolhidas para atenderem em horário estendido.
A secretária da Semsa, Sheila Andrade, disse que neste momento, as duas Uraps seguem com esse funcionamento ampliado para que a população continue sendo bem atendida. Ela ainda explicou que as unidades só voltam ao horário normal após a contratação dos médicos do processo seletivo simplificado, tendo em vista que eles também vão atuar na atenção básica do município.
“Devido a nossa necessidade, estamos mudando, a partir de sábado (29), o atendimento estendido da Urap Maria Barroso para a Urap Hidalgo de Lima, devido à proximidade da Upa da Sobral, o que irá facilitar mais ainda a vida dos munícipes que procuram. As outras duas Uraps vão continuar”, disse.
A secretária aproveitou para reforçar que a pedido do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, pelo menos sete unidades de saúde estão em reforma na capital para proporcionar aos rio-branquenses um espaço bem estruturado e um atendimento de qualidade.
“Eu quero pedir um pouquinho mais de paciência aos moradores do bairro da Defesa Civil com relação a USF Elpídio Moreira Souza, porque quando iniciamos uma obra pensamos em uma coisa, mas com o avanço dos trabalhos encontramos outra realidade. Se você precisa de atendimento médico, se dirija a Urap da Roney Meireles que está funcionando das 7h às 22h, com atendimento médico, laboratorial, enfermagem e vacinação”, finalizou.
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Homem morre eletrocutado ao tentar furtar cabos de alta tensão em Rio Branco
Vítima caiu de cerca de 11 metros após receber descarga elétrica na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol
Um homem ainda não identificado morreu na manhã desta segunda-feira (2) após sofrer uma descarga elétrica enquanto tentava furtar cabeamento de energia na Estrada da Usina, no bairro Morada do Sol, em Rio Branco.
De acordo com testemunhas, a vítima estaria retirando fios de alta tensão quando, ao cortar o terceiro cabo, recebeu uma forte descarga elétrica. Com o choque, ele caiu de uma altura aproximada de 11 metros e morreu no local. Informações preliminares apontam que a corrente elétrica teria entrado pela mão e saído pelo pé do homem.
Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros Militar do Acre, que esteve na ocorrência e aguardou a chegada de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Os socorristas ainda tentaram realizar manobras de reanimação, mas a vítima já estava sem sinais vitais.
A área foi isolada para os trabalhos da perícia técnico-científica. Após o levantamento no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames cadavéricos.
O caso será investigado pela Polícia Civil.
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Duas mulheres são presas em Sena Madureira acusadas de curandeirismo e estelionato após aplicar golpe de R$ 1 mil em vítima
Suspeitas convenceram vítima de que ela desenvolveria doença e cobraram dinheiro para evitar problema de saúde; valor foi recuperado pela PM

As suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. As mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro. Foto: captada
Duas mulheres foram presas em flagrante no último fim de semana, acusadas de curandeirismo e estelionato, no município de Sena Madureira. A ação foi realizada por policiais militares do 8º Batalhão da Polícia Militar do Acre após denúncia da vítima .
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar do Acre, as suspeitas teriam abordado a vítima e criado uma história falsa, afirmando que ela poderia desenvolver uma doença no futuro. Para evitar o suposto problema de saúde, as mulheres convenceram a vítima a pagar R$ 1 mil em dinheiro .
Após receberem o valor, as suspeitas deixaram o local. Desconfiada de que havia sido enganada, a vítima acionou a polícia .
De posse das informações, os militares iniciaram buscas e conseguiram localizar e prender as duas mulheres ainda em flagrante delito. Durante a abordagem, o dinheiro foi apreendido pelos policiais .
De acordo com o comandante do batalhão, capitão Fábio Diniz, o valor recuperado foi posteriormente devolvido à vítima .
As suspeitas foram encaminhadas para a Unidade de Segurança Pública de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis .
Alerta da polícia
Policiais alertam que golpes desse tipo costumam utilizar promessas de cura espiritual ou proteção contra doenças para convencer as vítimas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade .
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Mulher que engravidou após laqueadura deve ser indenizada em R$ 30 mil
2ª Câmara Cível julgou ter ocorrido erro médico no procedimento, uma vez que a paciente não foi devidamente informada sobre os riscos de ineficácia do procedimento
A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) determinou, por unanimidade, que o Estado indenize em R$ 30 mil por danos morais uma mulher que engravidou após se submeter a laqueadura, cirurgia de esterilização definitiva que corta ou bloqueia as tubas uterinas. O colegiado entendeu que houve erro médico no procedimento.
Conforme os autos, após uma gestação de risco, a mulher foi orientada a realizar a laqueadura no momento do parto, o que aceitou. No entanto, em dezembro de 2021, depois de sentir um mal-estar, ela descobriu estar grávida novamente. Em razão disso, ingressou com ação judicial.
Alegou ter ocorrido erro médico ou falha na prestação do serviço público. Sustentou que a nova gestação agravou sua condição de saúde e comprometeu sua estabilidade financeira. Em primeira instância, a ação foi julgada procedente, mas o Estado recorreu ao tribunal.
Ao analisar o caso, o relator, desembargador Júnior Alberto, concluiu que houve falha no dever de informação, já que o Estado não comprovou que a paciente foi devidamente esclarecida sobre os riscos de ineficácia do procedimento. Assim, reconheceu-se a presunção de falha na prestação do serviço de saúde.
O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. O acórdão está disponível na edição nº 7.966 (pág. 8), publicada nesta segunda-feira, 3.
Apelação Cível n.° 0707634-33.2022.8.01.0001












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