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Prefeitura de Brasileia leva ação humanitária para ribeirinhos e produtores rurais do município

Deste a alagação do Rio Acre em Brasileia em março deste ano, as equipes da Prefeitura de Brasileia têm iniciado com recursos próprios e do governo federal ação humanitária para atender todas as mais de 8.946 pessoas atingidas pelo desastre natural no município.
A Secretaria Municipal de Agricultura tem sido uma dessas equipes levando colchões, kits dormitório (cobertor, travesseiros, lençóis), kits de higiene pessoal e cestas básicas para mais de 40 famílias ribeirinhas e produtores rurais que vivem à margem do Rio Acre.

E que foram atingidas pela alagação nas comunidades do Pólo, KM 17, 35, e KM 38 e que tiveram suas lavouras de mandioca, melancia, milho e feijão prejudicadas pelas águas.
Nesta segunda-feira, 31, o Secretário de Agricultura Leandro Gadelha e o Secretário Adjunto Mário Jorge e equipe continuaram ação humanitária pelo Rio Acre por mais de duas horas e meia de barcos levando assistência aos ribeirinhos e produtores do município.

O Vereador Elenilson Cruz também acompanhou ação.
O Secretário Municipal de Agricultura Leandro Gadelha descreve o momento em os ribeirinhos e produtores rurais receberam ação humanitária.
“É muito bom ver a alegria e sorriso no rosto dessas pessoas que receberam essas doações. E eles agradecem também Prefeita do nosso município Fernanda Hassem por estar realizando pela primeira vez na história de todas as alagações essa ação humanitária para todas as pessoas que foram atingidas pela alagação do Rio Acre em Brasileia. Mais principalmente os produtores rurais e ribeirinhos também que chegaram ficar isolados tiveram suas plantões prejudicadas pela alagação. E no período da alagação e após o desastre natural estão recebendo todo o apoio e ajuda necessária da Secretaria Municipal de Agricultura.” Enfatizou o Secretário.
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Emboscada termina com dois jovens mortos no segundo distrito de Rio Branco
Polícia aponta possível ligação com guerra entre facções; vítimas tinham 17 e 19 anos
Uma emboscada registrada na madrugada desta sexta-feira (27) resultou na morte de dois jovens no bairro Belo Jardim 2, no segundo distrito de Rio Branco.
Segundo informações da polícia, o jovem Cleildson Quirino Lima, de 19 anos, conhecido como “Boladão”, recebeu uma ligação de um suposto amigo solicitando um encontro na rua 11 de Fevereiro, sob a justificativa de repassar uma quantia em dinheiro.
Ao sair de casa para encontrar o adolescente Eduardo Mateus Leal, de 17 anos, conhecido como “Capetinha”, Cleildson foi surpreendido por diversos disparos de arma de fogo e morreu ainda em frente à residência.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas apenas pôde constatar o óbito da vítima. A área foi isolada pela Polícia Militar para preservação da cena do crime, enquanto o Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) realizou os primeiros levantamentos. O Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo.
Cerca de duas horas depois, por volta das 5h30, um segundo corpo foi encontrado nas proximidades, ao lado de um terreno. A Polícia Militar foi novamente acionada e identificou a vítima como sendo Eduardo Mateus Leal.
De acordo com as investigações preliminares, Eduardo estaria acompanhado de outros seis suspeitos e teria participado da emboscada contra Cleildson. A principal linha de apuração aponta que o adolescente pode ter sido morto pelos próprios comparsas durante a ação.
No local, peritos encontraram diversas cápsulas de pistola calibre 9 milímetros. A polícia também informou que os dois jovens teriam ligação com organizações criminosas, e o crime pode estar relacionado à disputa entre facções.
Investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE) estiveram na área coletando informações. O caso será conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que seguirá com as investigações para identificar e prender os envolvidos.
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Moradores denunciam escuridão, abandono e falta de saneamento em rua do bairro José Hassem
Sem iluminação, tomada pelo mato e com acúmulo de lixo, via se torna intrafegável e preocupa moradores com segurança e saúde
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Acadêmico de medicina morre dentro de hospital em Brasiléia e família registra ocorrência
Caso levanta suspeitas de possível negligência; autoridades iniciam investigação e aguardam resultado de necrópsia
Um acadêmico de medicina identificado como Jefferson Alves Pinto, de 23 anos, morreu enquanto buscava atendimento no Hospital Raimundo Chaar, em Brasiléia. Diante de dúvidas sobre as circunstâncias da morte, familiares registraram um Boletim de Ocorrência e o caso passou a ser investigado pelas autoridades.

Delegado Erick Maciel já iniciou os trabalhos após o registro do Boletim de Ocorrência pelos familiares do jovem – Foto: Alexandre Lima
Segundo o delegado Erick Maciel, responsável pela regional do Alto Acre, a família decidiu acionar a polícia após identificar lacunas nas informações repassadas sobre o atendimento prestado ao jovem.
As primeiras informações apontam que Jefferson procurou o hospital entre a noite de quarta-feira (25) e a madrugada de quinta-feira (26), relatando fortes dores de cabeça e pressão alta. Ele teria passado por triagem, sido medicado e liberado em um primeiro momento.

Acadêmico faleceu dentro do hospital Raimundo Chaaar em Brasiléia. Autoridades abriram sindicância e apuram os fatos.
Pouco tempo depois, o jovem retornou à unidade com os mesmos sintomas. Após novo atendimento, foi encaminhado a uma sala onde permaneceu sentado. Por volta das 7h, profissionais de enfermagem perceberam que ele já não apresentava sinais vitais.
Natural de Rondônia, Jefferson cursava medicina na Universidade Privada Domingo Savio, na Bolívia, que divulgou nota de pesar pela morte do estudante.
O corpo foi inicialmente encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Brasiléia, mas posteriormente transferido para a capital, Rio Branco, onde passará por necrópsia para determinar a causa da morte.

Secretário Pedro Pascoal falou que foi aberto uma sindicância interna para apurar o caso – Foto: Alexandre Lima
Além da investigação policial, a Secretaria de Estado de Saúde abriu uma sindicância para apurar o caso. O secretário Pedro Pascoal informou que foram solicitadas imagens do sistema de segurança da unidade para identificar os profissionais de plantão no momento do atendimento.
Segundo ele, caso seja constatada negligência, os responsáveis serão devidamente responsabilizados. A Secretaria também informou que uma nota oficial deverá ser divulgada com mais detalhes sobre o ocorrido.
O Hospital Raimundo Chaar atravessa um processo de possível transição administrativa, que vem sendo alvo de questionamentos por parte de servidores, sindicatos e representantes políticos, principalmente devido a críticas recorrentes da população sobre a qualidade do atendimento prestado na unidade.


















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