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Acre

Epitaciolândia: Prefeitura antecipa pagamento a partir do dia 25

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Pelo segundo mês consecutivo, a prefeitura da cidade de Eptiaciolândia irá antecipar o pagamento dos funcionários do quadro permanente, que se iniciará a partir do dia 25 do mês corrente. Veja comunicado abaixo.

C O M U N I C A D O

O Prefeito André Hassem através da Secretaria Municipal de Finanças comunica a todos os servidores Municipais do quadro permanente que, o pagamento referente ao mês de fevereiro de 2013, estará sendo efetuado a partir do dia 25 do corrente mês nas Agencias do Banco do Brasil.

 

Atenciosamente;

Licurgo Tadeu Hassem

Secretário Municipal de Finanças

Prefeitura de Epitaciolândia

Um novo tempo!

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Acre

Operação Mulheres 2026 prende 91 suspeitos e realiza 552 diligências no combate à violência doméstica no Acre

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Ação da Polícia Civil resultou em 59 prisões em flagrante e 32 mandados judiciais; 186 inquéritos foram concluídos e ações educativas alcançaram mais de 100 pessoas

A Operação Mulheres 2026 demonstra que a luta contra a violência doméstica exige constância, planejamento e dedicação. Como bem colocou a delegada, o trabalho da polícia é essencial para “quebrar o ciclo de violência”. Foto: captada 

A Polícia Civil do Acre realizou a Operação Mulheres 2026 entre os dias 19 de fevereiro e 5 de março, em diversas regiões do estado. A ação teve como foco o combate à violência contra a mulher.

Nesse período, de acordo com a corporação, foram realizadas 552 diligências investigativas. Ao todo, foram efetuadas 59 prisões em flagrante e cumpridos 32 mandados de prisão judicial contra investigados por crimes como ameaça, lesão corporal, estupro e descumprimento de medidas protetivas. Também nesse período foram concluídos 186 inquéritos policiais.

“Além das ações repressivas, a Polícia Civil promoveu três ações educativas, levando orientação e informação à população sobre prevenção à violência doméstica, canais de denúncia e mecanismos de proteção às vítimas, alcançando mais de 100 pessoas”, disse o órgão em nota.

“Esses números refletem o empenho das equipes em todo o estado. Nosso objetivo é garantir que as vítimas sejam acolhidas, orientadas e protegidas, ao mesmo tempo em que trabalhamos para responsabilizar os agressores. Cada ação representa um passo importante para quebrar o ciclo de violência e reforçar que a mulher não está sozinha e pode contar com a atuação da Polícia Civil”, destacou a delegada Juliana De Angelis, responsável pela coordenação da operação no Acre.

Ao todo, foram efetuadas 59 prisões em flagrante e cumpridos 32 mandados de prisão judicial contra investigados por crimes como ameaça, lesão corporal, estupro e descumprimento de medidas protetivas. Foto: captada 

Balanço da Operação: Um Olhar sobre os Números

A operação, realizada entre 19 de fevereiro e 5 de março, não se limitou a uma única região, abrangendo diversas áreas do estado. Os números divulgados pela corporação revelam a magnitude da ação:

  • 552 diligências investigativas: Um volume massivo de trabalho para apurar denúncias e coletar provas.

  • 59 prisões em flagrante: Um indicador da agilidade da polícia em intervir no momento da ocorrência ou logo após, retirando o agressor de circulação imediatamente.

  • 32 mandados de prisão judicial cumpridos: Ação contra investigados que já estavam sendo processados, incluindo crimes graves.

  • 186 inquéritos policiais concluídos: Um passo fundamental para que os processos possam ser encaminhados à Justiça e os agressores sejam responsabilizados.

Tipos de Crimes Combatidos

Os alvos da operação foram autores de crimes que fazem parte do triste cotidiano de muitas mulheres:

  • Ameaça: Muitas vezes o primeiro sinal de um relacionamento abusivo.

  • Lesão corporal: A agressão física que deixa marcas visíveis e invisíveis.

  • Estupro: Um dos crimes mais graves e que exige acolhimento especializado.

  • Descumprimento de medidas protetivas: A desobediência a uma ordem judicial que visa justamente proteger a vítima, mostrando o desrespeito contínuo do agressor.

A Importância da Prevenção e da Informação

A delegada Juliana De Angelis, coordenadora da operação, destacou um ponto crucial: o acolhimento à vítima. A ação não foi apenas repressiva, mas também preventiva. As três ações educativas, que alcançaram mais de 100 pessoas, são fundamentais para ensinar a sociedade a identificar sinais de violência, conhecer os canais de denúncia e entender os mecanismos de proteção existentes.

Delegada Juliana De Angelis, responsável pela coordenação da operação no Acre. Foto: captada 

Conclusão: Um Passo Firme na Direção Certa

A Operação Mulheres 2026 demonstra que a luta contra a violência doméstica exige constância, planejamento e dedicação. Como bem colocou a delegada, o trabalho da polícia é essencial para “quebrar o ciclo de violência” e para que as mulheres saibam que não estão sozinhas.

Cada uma dessas 59 prisões em flagrante e 32 prisões judiciais representa uma vida que pode ter sido salva e um agressor que terá que responder por seus atos.

Parabéns à Polícia Civil do Acre pelo trabalho incansável. Que operações como essa se repitam cada vez mais, pois infelizmente a violência doméstica ainda é uma realidade que precisa ser combatida com todo o rigor da lei e com o apoio de toda a sociedade.

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Acre

Acre ocupa 13ª posição nacional em menor proporção de presos provisórios, aponta ranking do CLP

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Levantamento do CLP com base no Depen mostra que 22,8% da população carcerária acreana aguarda julgamento; índice fica abaixo da média nacional

A análise permite avaliar o funcionamento da justiça criminal e o tempo de resposta dos processos, além de indicar possíveis gargalos estruturais que impactam a gestão do sistema penitenciário. Foto: captada 

O Acre ocupa a 13ª posição no ranking nacional de estados com menor proporção de presos sem condenação definitiva no sistema prisional. O dado consta no levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP), com base em informações do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), divulgado no Ranking de Competitividade dos Estados na última quinta-feira (5).

De acordo com o estudo, 22,8% da população carcerária do Acre é formada por presos provisórios — pessoas que estão privadas de liberdade enquanto aguardam julgamento ou a conclusão do processo judicial.

Dados do Acre:
  • Taxa de presos provisórios: 22,8%
  • Posição no ranking: 13º lugar
  • Base: Dados do Depen/CLP 2026
  • População carcerária total: Inclui provisórios, sentenciados e medidas de segurança

O indicador mede a proporção de presos sem condenação definitiva em relação ao total de pessoas no sistema prisional. A análise permite avaliar o funcionamento da justiça criminal e o tempo de resposta dos processos, além de indicar possíveis gargalos estruturais que impactam a gestão do sistema penitenciário.

Os números no Acre

Segundo o estudo:

  • 22,8% da população carcerária do Acre é composta por presos provisórios;

  • Essas pessoas estão privadas de liberdade enquanto aguardam julgamento ou a conclusão do processo judicial;

  • O percentual coloca o estado em posição intermediária no cenário nacional.

O que mede o indicador

O índice analisa:

  • Proporção de presos sem condenação definitiva em relação ao total do sistema prisional;
  • Funcionamento da justiça criminal;
  • Tempo de resposta dos processos judiciais;
  • Possíveis gargalos estruturais que afetam a gestão penitenciária.

No ranking nacional, os estados com menor percentual de presos provisórios são Rondônia (10,4%), Paraná (12,4%) e Roraima (14,5%). Já as maiores proporções foram registradas na Bahia (42,8%), Piauí (41,7%) e Pernambuco (39,4%).

Segundo a metodologia do levantamento, a população prisional é composta por presos provisórios, presos sentenciados — que cumprem pena em regimes fechado, semiaberto ou aberto — e pessoas submetidas a medidas de segurança, como internação ou tratamento ambulatorial.

Composição da população prisional

De acordo com a metodologia do levantamento, o sistema prisional é formado por:

  • Presos provisórios (aguardando julgamento);

  • Presos sentenciados (cumprindo pena nos regimes fechado, semiaberto ou aberto);

  • Pessoas submetidas a medidas de segurança (internação ou tratamento ambulatorial).

O que os números indicam

Especialistas apontam que:

  • Quanto menor a taxa de presos provisórios, mais eficiente tende a ser o sistema de justiça;

  • O índice reflete a capacidade de resposta do Judiciário;

  • A posição do Acre indica equilíbrio em comparação com outros estados da região.

O resultado coloca o Acre em situação mais favorável que a média das regiões Norte e Nordeste, embora ainda haja espaço para avanços na celeridade processual e na gestão do sistema prisional. O dado serve como termômetro para políticas públicas voltadas à eficiência da justiça criminal no estado.

Os estados com menor percentual de presos provisórios são Rondônia (10,4%), Paraná (12,4%) e Roraima (14,5%). Já as maiores proporções foram registradas na Bahia (42,8%), Piauí (41,7%) e Pernambuco (39,4%). Foto: assessoria 

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Campanha contra violência à mulher ganha apoio do futebol acreano

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Federação e clubes firmam parceria com secretaria estadual para levar mensagens de conscientização aos gramados e torcedores

A campanha de combate à violência contra a mulher ganhou o reforço do futebol acreano após a assinatura de um termo de cooperação entre a Federação de Futebol do Acre e a Secretaria de Estado da Mulher do Acre (Semuher), durante reunião realizada nesta quinta-feira, em Rio Branco.

O encontro contou com a presença do presidente da Federação, Adem Araújo, além de representantes de praticamente todos os clubes do estado, que aderiram à iniciativa e assumiram o compromisso de ajudar a ampliar a divulgação da campanha dentro e fora dos gramados.

Segundo Adem Araújo, o futebol possui grande alcance social e pode contribuir diretamente para a conscientização da população sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres.
Segundo o presidente da Federação Adem Araújo, “O futebol é uma ferramenta muito forte de comunicação com a sociedade. A Federação e os clubes assumem esse compromisso de apoiar essa campanha e ajudar a combater qualquer tipo de violência contra a mulher.”

A presidente do Náuas Futebol Clube, Janete, única mulher à frente de um clube no futebol acreano, destacou a importância da mobilização conjunta das equipes.

“É muito importante ver os clubes unidos nessa causa. Esse apoio fortalece a campanha e mostra que o futebol também pode ser um espaço de respeito e conscientização.”

Já o presidente do Rio Branco Football Club, Gerson, que também atua como defensor público, reforçou o posicionamento da instituição no combate à violência.

“O Rio Branco não apoia nenhum tipo de violência contra as mulheres. Estamos juntos nessa campanha porque é uma causa que precisa do envolvimento de toda a sociedade.”

Com a assinatura do acordo, a campanha deve ganhar maior visibilidade durante as competições organizadas pela Federação, levando mensagens de respeito, prevenção e conscientização aos atletas, dirigentes e torcedores em todo o estado.

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