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Acre

Prefeito Betinho faz nova visita à obra do posto do Ramal Icuriã

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Nesta semana o Prefeito de Assis Brasil, Humberto Filho (PSDB), o Dr. Betinho, esteve no ramal do Icuriã para vistoriar a obra do posto que está sendo construído naquela localidade.
De acordo com Betinho, a obra segue em andamento e a expectativa é que quando estiver funcionando atenda toda a população do ramal, para que dessa forma haja a descentralização do atendimento urbano e consequentemente melhore a vida da comunidade no tocante à saúde.

posto-icuriã-1“Nunca ninguém imaginou que poderia ser construído um posto de saúde no ramal do Icuriã, pela distancia que se encontra da cidade, pois são 76km; e também pela dificuldade do acesso, mas nossa gestão se preocupa em oferecer um atendimento digno e ágil para a comunidade rural, pois, independente de viver na zona urbana ou zona rural todos são cidadãos de Assis Brasil e têm os mesmos direitos. Quanto a questão da dificuldade de acesso, nós estamos trabalhando na recuperação dos ramais desde que assumimos o mandato e fazemos isso para que não haja a desculpa de ramais intrafegáveis, estamos com mais de 60% dos ramais recuperados e tenho certeza que isso não será empecilho para não darmos continuidade aos trabalhos voltados para a saúde no município,” disse o Prefeito.

Betinho lembrou que muitas pessoas não acreditavam que a obra fosse seguir em frente e que pensavam ser era apenas mais uma promessa, “Eu vi um povo desacreditado e sem esperança, mas com muito trabalho e dedicação de toda a gestão nós vamos concluir esse posto de saúde e vamos inaugurá-lo e trazer de volta a esperança no coração dos moradores do icuriã,” enfatizou.

Por Antonia Nascimento

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Acre

Inmet emite dois alertas de chuvas intensas para o Acre até sábado

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Avisos variam entre perigo potencial e perigo, com previsão de ventos de até 100 km/h e risco de transtornos em diversas regiões do estado

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou nesta sexta-feira (20) dois alertas de chuvas intensas para o Acre, válidos até as 23h59 de sábado (21). Os avisos indicam desde “perigo potencial” até “perigo”, com previsão de volumes significativos de chuva e rajadas de vento que podem provocar transtornos em diferentes regiões do estado.

O primeiro aviso, classificado como perigo potencial, entrou em vigor à 0h01 desta sexta-feira (20) e abrange os 22 municípios acreanos. A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a 50 mm por dia, acompanhada de ventos intensos entre 40 e 60 km/h.

Segundo o Inmet, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Estão incluídos no alerta os municípios de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira, Tarauacá, Feijó, Brasiléia, Epitaciolândia, Xapuri, Plácido de Castro, Senador Guiomard, Porto Acre, Bujari, Capixaba, Acrelândia, Assis Brasil, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves, Santa Rosa do Purus, Mâncio Lima e Jordão.

O segundo aviso, de grau de severidade “perigo”, passou a valer às 9h09 desta sexta-feira (20) e também segue até as 23h59 de sábado (21). O alerta é mais severo e atinge municípios das regiões do Vale do Juruá e Tarauacá-Envira.

Nessas localidades, a previsão indica chuva entre 30 e 60 milímetros por hora, podendo alcançar 100 mm por dia, além de ventos intensos entre 60 e 100 km/h. O instituto aponta risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

O alerta de perigo abrange Cruzeiro do Sul, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Porto Walter, Rodrigues Alves e Tarauacá.

O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, a população evite se abrigar debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas, e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Também é recomendado evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

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Acre

IR: Receita abre consulta sobre novo lote residual de restituições

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Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela
Imposto de renda

A Receita Federal abriu, nesta sexta-feira (20/2), a consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) referente a fevereiro de 2026.

Ao todo, estão neste lote 204.824 restituições. Elas se referem a contribuintes prioritários e não prioritários, com o valor total de R$ 578.974.901,07.

O valor estará disponível no dia 27 de fevereiro. Do total, R$ 337.697.578,81 serão destinados a:

  • contribuintes com prioridade legal, que são idosos acima de 80 anos (6.632 restituições);
  • idosos entre 60 e 79 anos (39.290 restituições);
  • pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave (3.264 restituições); e
  • contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (10.735 restituições).

Também há no lote residual 127.585 restituições que são destinadas a contribuintes que não possuem prioridade legal. Esse grupo faz jus à prioridade por ter utilizado a Declaração Pré-Preenchida e/ou optado por receber via Pix.

Também integram o lote residual 17.318 restituições destinadas a contribuintes que não são prioritários.

Onde consultar:

Acessar www.gov.br/receitafederal, clicar em “Meu Imposto de Renda”  e depois em “consultar minha restituição”.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Acre

IBGE: desemprego recua em 6 estados no 4º trimestre de 2025

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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Mão segurando carteira de trabalho e pessoas passando ao fundo, desfocadas

As taxas anuais de desemprego recuaram no quarto trimestre de 2025 em seis estados, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (20/2).

Os recuos foram verificados nos seguintes estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Distrito Federal, Paraíba e Ceará. Nas outras unidades da Federação (UFs), houve estabilidade, conforme o IBGE.

As maiores taxas de desocupação foram verificadas em Pernambuco (8,8%), Amapá (8,4%), Alagoas (8,0%), Bahia (8,0%) e Piauí (8,0%). Por outro lado, as menores foram apuradas em Santa Catarina (2,2%), Espírito Santo (2,4%), Mato Grosso do Sul (2,4%) e Mato Grosso (2,4%).

Recorde

Os dados do IBGE também revelaram que as taxas anuais de desemprego de 20 unidades da Federação (UFs) em 2025 são as menores da série histórica.

Veja a relação das taxas anuais de desocupação em 2025:

  • Mato Grosso (2,2%)
  • Santa Catarina (2,3%)
  • Mato Grosso do Sul (3,0%)
  • Rondônia (3,3%)
  • Espírito Santo (3,3%)
  • Paraná (3,6%)
  • Rio Grande do Sul (4,0%)
  • Minas Gerais (4,6%)
  • Goiás (4,6%)
  • Tocantins (4,7%)
  • São Paulo (5,0%)
  • Roraima (5,1%)
  • Paraíba (6,0%)
  • Ceará (6,5%)
  • Acre (6,6%)
  • Pará (6,8%)
  • Maranhão (6,8%)
  • Distrito Federal (7,5%)
  • Rio de Janeiro (7,6%)
  • Amapá (7,9%)
  • Sergipe (7,9%)
  • Rio Grande do Norte (8,1%)
  • Alagoas (8,3%)
  • Amazonas (8,4%)
  • Pernambuco (8,7%)
  • Bahia (8,7%)
  • Piauí (9,3%)

Escolaridade e sexo

A taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (5,1%) para brancos (4,0%) e acima para os pretos (6,1%) e pardos (5,9%). Em relação ao sexo, o índice foi de 4,2% para os homens e 6,2% para as mulheres no 4° trimestre de 2025.

Os dados do IBGE revelam que as pessoas com ensino médio incompleto tiveram a maior taxa de desocupação: 8,7%. Já entre as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 5,6%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (2,7%).

Subocupadas

As pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada, que formam a taxa composta de subutilização, representaram 13,4% da amostra. Piauí (27,8%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (25,4%) e Alagoas (25,1%). As menores foram verificadas em Santa Catarina (4,4%), Espírito Santo (5,9%) e Mato Grosso (6,1%).

O percentual das pessoas desalentadas, ou seja, aquelas que desistiram de procurar emprego, teve os maiores índices nos estados do Maranhão (9,1%), Alagoas (8,0%) e Piauí (7,3%) e os menores estavam em Santa Catarina (0,3%), Rio Grande do Sul (0,6%) e Mato Grosso do Sul (0,6%). A taxa de informalidade para o Brasil fechou o quarto trimestre em 37,6% da população ocupada.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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