Brasil
Preço médio da gasolina cai em 12 estados e no DF na semana, diz ANP
No DF, custo caiu 9 centavos; em Pernambuco preço subiu 7 centavos.
Preço no país caiu menos de 1 centavo 15 dias após anúncio da Petrobras.
G1
Os preços médios do litro da gasolina para o consumidor caíram em 12 estados e no Distrito Federal na semana que se encerrou no sábado (29). A retração ocorreu duas semanas após a Petrobras anunciar a redução do preço da gasolina nas refinarias. Apesar de registrarem preços menores na semana passada, apenas oito desses estados praticaram preços abaixo dos valores registrados antes do anúncio da Petrobras.
Em outros 12 estados o preço médio da gasolina subiu na semana passada e em outros dois ficou estável. O levantamento foi feito pelo G1 com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
No país, na semana encerrada no dia 29 de outubro, o preço médio do combustível para o consumidor ficou em R$ 3,669 – queda de apenas R$ 0,002 em relação à semana terminada em 22 de outubro, quando o preço era de R$ 3,671, ou seja, menos de 1 centavo.
Na semana terminada no dia 15, em que a estatal anunciou a redução do preço, o valor médio do litro estava em R$ 3,654. Portanto, o preço ainda está acima da média apurada antes do anúncio da redução.
A ANP monitora semanalmente os preços da gasolina, etanol e diesel em todo o país. Os pesquisadores coletam os dados sobre gasolina em 5.667 postos do país.
A diferença de preços entre os estados chega a 18,8%. A gasolina mais cara na semana passada era a do Acre (R$ 4,117 o litro). Já a mais barata era no Distrito Federal (R$ 3,465).
Onde o preço caiu: Acre, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Tocantins.
Onde o preço subiu Alagoas, Amapá, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima, São Paulo e Sergipe.
Onde ficou estável: Pará e Santa Catarina

Distrito Federal registrou maior queda no preço da gasolina e menor valor por litro no país (Foto: Arte/G1)
Veja ao final desta reportagem a variação de preços em todas as 27 unidades da Federação nas 4 semanas deste mês.
Diferenças de preços
De acordo com Walter Vitto, consultor de análise setorial e inteligência de mercado da Tendências, além dos diferentes valores do ICMS em cada estado, há diferença entre os custos de frete do combustível. “Estados mais distantes das refinarias tendem a ter fretes mais caros, e esse é o caso do Acre”, diz. No entanto, o estado está entre os que têm a menor alíquota de ICMS do país – 25%, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom).
Há, ainda, diferença entre as alíquotas estaduais do ICMS incidente sobre os preços do etanol anidro, que responde por 27% da composição da chamada gasolina C, a que vai para o consumidor. No caso do Rio Grande do Sul, o percentual é de 30%. O estado com a menor alíquota do ICMS sobre o etanol anidro é Minas Gerais (14%), segundo o Sindicom.
André Braz, pesquisador da FGV/IBRE, diz que, além da carga de impostos e frete, o preço da gasolina varia também de acordo com as safras. “Os aumentos não são lineares no Brasil todo. As diferenças surgem em função do preço do álcool colocado em cada cidade por causa da safra”, diz.
Ele afirma que em estados localizados em regiões com safra de cana de açúcar, por exemplo, como São Paulo e Bahia, o etanol fica mais barato, pois não há gasto com frete. “Por outro lado, quando há entressafra na cana ou se decide exportar mais açúcar, o álcool sobe e consequentemente a gasolina. A cana joga volatilidade ao preço da gasolina”, explica.
Outro fator que pesa é a liberdade dos postos de prática de preços. “Os postos podem ter giro muito grande de vendas, que ajuda a negociar preços melhores com as distribuidoras e conseguem repassá-los para o consumidor. Assim, vendem mais por colocarem o preço para baixo”, diz.
Veja a variação de preços no mês de outubro nas 27 unidades da Federação:
Acre
02/10/2016-08/10/2016: R$ 4,141
09/10/2016-15/10/2016: R$ 4,134
16/10/2016-22/10/2016: R$ 4,122
23/10/2016-29/10/2016: R$ 4,117
Alagoas
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,793
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,797
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,788
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,804
Amapá
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,667
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,668
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,698
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,713
Amazonas
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,796
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,798
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,630
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,575
Bahia
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,722
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,790
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,817
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,807
Ceará
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,881
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,860
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,830
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,834
Distrito Federal
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,490
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,357
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,558
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,465
Espírito Santo
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,712
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,710
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,693
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,667
Goiás
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,791
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,835
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,829
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,863
Maranhão
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,557
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,574
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,564
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,543
Mato Grosso
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,697
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,712
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,708
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,719
Mato Grosso do Sul
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,455
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,470
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,499
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,488
Minas Gerais
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,688
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,705
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,733
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,732
Pará
02/10/2016-08/10/2016: R$ 4,002
09/10/2016-15/10/2016: R$ 4,004
16/10/2016-22/10/2016: R$ 4,004
23/10/2016-29/10/2016: R$ 4,004
Paraíba
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,648
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,641
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,638
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,633
Paraná
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,653
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,653
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,654
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,666
Pernambuco
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,596
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,611
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,614
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,688
Piauí
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,569
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,589
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,573
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,579
Rio de Janeiro
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,913
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,865
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,950
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,918
Rio Grande do Norte
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,870
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,827
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,859
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,850
Rio Grande do Sul
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,834
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,840
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,842
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,836
Rondônia
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,836
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,831
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,844
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,855
Roraima
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,863
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,858
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,850
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,854
Santa Catarina
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,527
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,525
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,522
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,522
São Paulo
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,448
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,458
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,472
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,480
Sergipe
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,650
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,648
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,647
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,648
Tocantins
02/10/2016-08/10/2016: R$ 3,846
09/10/2016-15/10/2016: R$ 3,842
16/10/2016-22/10/2016: R$ 3,841
23/10/2016-29/10/2016: R$ 3,819
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Brasil
Centrão indicou maioria do TCU, que agora julgará liquidação do Master

Reprodução/Direção Concursos
A maioria dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), que vai inspecionar a atuação do Banco Central (BC) na liquidação do Banco Master, foi indicada pelo Centrão no Congresso Nacional. Parte desses integrantes é vista como próxima ao empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição.
A Constituição estabelece que seis ministros do TCU sejam escolhidos pelo Congresso e três pelo presidente da República, desenho que ajuda a entender o perfil político predominante hoje na Corte.
O presidente do tribunal é Vital do Rêgo, ex-senador pelo MDB da Paraíba, indicado ao TCU em 2014 e eleito presidente da Corte no fim de 2024. Ele é irmão do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), aliado do presidente Lula (PT).
Em 12 de janeiro, o presidente da Corte afirmou que o Banco Central concordou com a inspeção do TCU e dará acesso aos documentos relacionados à liquidação do Banco Master.
“Ela (a inspeção) já está acontecendo, pela reunião que fizemos hoje (12/1). Definimos que o TCU vai ter acesso aos documentos do Banco Central que foram base para o processo liquidatório – que só quem poderia liquidar era o Banco Central –, que estão à disposição já a partir de hoje. Nós temos um calendário que será ajustado pelas unidades técnicas”, informou o presidente do TCU
O ministro disse que “o ato de liquidação é administrativo e regulatório”. “É um modelo técnico que o TCU está acostumado a fazer”, completou.
Quem são os ministros do TCU
- Walton Alencar Rodrigues, indicado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1999;
- Benjamin Zymler, indicado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2001;
- Augusto Nardes, indicado pela Câmara dos Deputados, em 2005;
- Aroldo Cedraz, indicado pela Câmara dos Deputados, em 2007;
- Vital do Rêgo Filho, indicado pelo Senado Federal, em 2014;
- Bruno Dantas, indicado pelo Senado Federal, em 2014;
- Jorge Oliveira, indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2020;
- Antonio Anastasia, indicado pelo Senado Federal, em 2022;
- Jhonatan de Jesus, indicado pela Câmara dos Deputados, em 2023;
Os nomes do Centrão no TCU
O ministro Jhonatan de Jesus, ex-deputado federal pelo Republicanos de Roraima, assumiu cargo no TCU em novembro de 2023. Filho do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), a indicação dele foi apresentada pela liderança do partido na Câmara. A articulação política para a escolha dele teve o suporte direto do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).
Antes dele, entrou Antonio Anastasia, em 2022, a partir de indicação do Senado. Anastasia foi governador e senador por Minas Gerais e, historicamente, integrante da cúpula do PSDB.
Um dos principais aliados dele foi o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), na década de 2010. Antes de assumir o cargo no TCU, Anastasia trocou o PSDB pelo PSD.
Em 2007, tomou posse no TCU o ministro Aroldo Cedraz. Ex-deputado federal, ele foi indicado ao cargo pela Câmara dos Deputados. A trajetória política dele é associada ao grupo de Antônio Carlos Magalhães (DEM/hoje União Brasil), o ACM, da Bahia.
A corte tem ainda o ministro Augusto Nardes, que ingressou no TCU em 2005, após sucessivos mandatos como deputado federal pelo PP do Rio Grande do Sul.
Ainda em 2026, haverá uma nova indicação para o TCU. A disputa deve ficar entre o deputado Odair Cunha (PT-MG), que tem bom trânsito entre parlamentares do Centrão e tende a contar com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o deputado Danilo Forte (União Brasil-CE).
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Tebet deve definir futuro após conversa com Lula no final de janeiro

Henrique Raynal | CC
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), vem sendo apontada como um nome viável para integrar o palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo nas eleições de 2026. A definição, no entanto, só deve ocorrer após uma conversa com o presidente, prevista para o final de janeiro.
Tebet esteve de férias até recentemente e ainda não há data marcada para o encontro com Lula. A reunião deve servir para discutir tanto o futuro político da ministra quanto sua possível saída do governo nos próximos meses, em razão do calendário eleitoral de 2026, que exige desincompatibilização de cargos no Executivo.
Apesar de seu nome ser especulado para disputar uma vaga em São Paulo, seja para o Senado ou para o governo estadual, Tebet não tem domicílio eleitoral no estado. Para concorrer, ela teria de transferir seu título, já que foi seu estado de origem é o Mato Grosso do Sul, estado pelo qual foi eleita senadora.
Conforme apurou o Metrópoles, a ministra se encontrou com a deputada federal Tabata Amaral (PSD-SP), onde a parlamentar teria demonstrado o interesse de puxar Tebet para o partido.
Obstáculo partidário para Tebet
- Filiada ao MDB, a ministra teria dificuldades para disputar o governo de São Paulo,
- O seu partido tende a apoiar a reeleição do atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
- Para viabilizar uma candidatura própria no estado, Tebet teria de trocar de legenda.
Aliados afirmam, contudo, que os próximos passos da ministra seguem em aberto, e que tanto Mato Grosso do Sul quanto São Paulo permanecem como possibilidades.
Como mostrou o Metrópoles, aliados da ministra contrataram uma consultoria para testar o nome de Tebet na disputa pelo governo paulista em 2026. O levantamento, segundo relatos, tem circulado entre ministros do governo Lula, reforçando as especulações sobre uma possível candidatura no maior colégio eleitoral do país.
Desembarques do governo
A conversa entre Tebet e Lula deve ocorrer em meio a uma série de encontros do presidente com ministros que devem deixar o governo até abril deste ano para disputar as eleições de 2026. A maioria dos auxiliares é cotada para vagas no Legislativo, como o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que pretende concorrer ao Senado por Pernambuco e se reuniu com Lula na quarta-feira (13/1).
Como mostrou o Metrópoles, Costa Filho já tem atuado nos bastidores para emplacar em seu lugar o nº 2 do ministério, o secretário-executivo Tomé Barros Monteiro de Franca, embora o nome não seja unânime e alguns aliados de Lula prefiram o advogado Anderson Pomini, atual presidente do Porto de Santos, para o cargo.
No mesmo dia, Lula também se encontrou com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, um dos nomes preferidos do presidente para disputar o governo de São Paulo em 2026. Haddad, porém, tem se mostrado resistente à ideia e já afirmou que não pretende concorrer a cargo eletivo no próximo pleito. Ainda assim, o presidente tem tentado demovê-lo dessa posição.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Argentina acusada de injúria racial no RJ diz que "era brincadeira"

Reprodução
A advogada argentina que imitou um macaco e é acusada de cometer injúria racial contra funcionário de um bar, no Rio de Janeiro, afirmou à polícia que fazia “uma brincadeira” com suas amigas e que não sabia que os gestos e xingamentos de “mono” (macaco) eram crime no Brasil. Agostina Páez, de 29 anos, aparece em vídeo fazendo os gestos e sendo repreendida pelas amigas. As declarações foram dadas à 11ª Delegacia de Polícia (Rocinha), que investiga o caso.
A discussão ocorreu em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (14/1). Nesse sábado (17/1), a Justiça determinou que o passaporte da suspeita fosse apreendido, mas a turista fez a viagem ao Brasil somente com a identidade. Ela passou a usar tornozeleira eletrônica.
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A turista argentina se envolveu em uma discussão com o gerente de um bar, motivada por um suposto erro no pagamento da conta.
De acordo com a Polícia Civil (PCERJ), por causa disso, o gerente foi verificar as imagens de câmeras de segurança e pediu que a mulher permanecesse no estabelecimento até a resolução da situação.
Ainda segundo a PCERJ, nesse momento, a mulher iniciou xingamentos discriminatórios. Foi quando a vítima passou a gravar as atitudes criminosas da argentina.
O gerente foi até a 11ª DP (Rocinha) e relatou que a turista argentina teria lhe apontado o dedo e proferido ofensas de cunho racial.
Gestos
Pelas imagens, a mulher imitou gestos de macaco e reproduziu sons do animal. Ao tomarem ciência do fato, agentes da PCERJ iniciaram diligências para localizar a turista.
No decorrer das investigações, a unidade representou pela retenção do passaporte e pelo monitoramento eletrônico da mesma, medidas que foram deferidas pela Justiça.
Na manhã desse sábado (17/1), a turista argentina foi à delegacia prestar depoimento e as medidas foram cumpridas. A investigação segue em andamento para apurar todos os fatos.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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