Geral
População formam enormes filas em frente agência da Caixa no Acre
Moradores das cidades de Brasiléia e Epitaciolândia que procuraram a agência da Caixa Econômica na fronteira, foram surpreendidos com a enorme fila que havia na frente do prédio na manhã desta segunda-feira, dia 13.
Muitos, alheios aos apelos de não se aglomerar ou manter distancia devido à pandemia mundial causada pelo vírus Covid-19 e que ceifou milhares de vidas, foram em busca da ajuda dada pelo governo federal. Alguns chegaram antes do sol raiar para garantir os seus R$ 600 reais.
Em tempo, sem uma fiscalização mais ostensiva pelas cidades da fronteira, muitos comércios que não deveriam estar abertos, estão funcionando normalmente e pessoas estão de todas as idades estão circulando nas ruas sem qualquer tipo de preocupação com o vírus, sob alegação que precisam sobreviver e trabalhar.
Na capital e outras cidades, no interior do Acre também não foi diferente. Cenas de filas enormes foram registradas em frente as agências da Caixa.

Foto tirada em frente da ag&encia da Caixa localizada na Capital, Rio Branco – Foto: Willamis França/Facebook
Comentários
Geral
Criança de 9 anos é encontrada morta dentro de casa em Sena Madureira

Comentários
Geral
Motorista envolvido na morte de jovem em Mâncio Lima fugiu e sofreu novo acidente

Comentários
Geral
MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


Você precisa fazer login para comentar.