Brasil
Polícias Penal e Militar prendem mulher que deixou drogas no banheiro de visitantes do Complexo Penitenciário de Rio Branco
Ascom/Iapen
Uma ação conjunta entre as polícias Penal e Militar possibilitou, na manhã desta terça-feira, 21, a prisão de uma mulher que deixou substâncias entorpecentes, aparentando ser maconha e cocaína, no banheiros das visitantes do Complexo Penitenciário de Rio Branco.
De acordo com o Boletim de Ocorrência, policiais penais da Guarda do Complexo receberam informações, por meio de denúncia via Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), de que a mulher chegaria ao presídio em uma motocicleta e estaria em posse dos entorpecentes. No entanto, ao receber as informações, os policiais identificaram que a visitante não se encontrava mais no interior do presídio.
Em seguida, uma equipe da Polícia Militar chegou à Guarda do Complexo com as mesmas informações, sendo que os policiais militares já haviam abordado a mulher.
Diante das informações, os policiais penais e militares se dirigiram ao local onde, durante uma varredura, um policial penal conseguiu localizar o material envolto em um saco plástico, dentro da caixa de descarga do banheiro. O material continha três tabletes e dois pacotes de uma substância esverdeada aparentando ser maconha, um pacote de uma substância aparentando ser cocaína, um pacote de tabaco e um outro de papel para confecção de cigarro.
Diante disso, os policiais foram até a frente do Complexo, onde a mulher estava, e diante do nervosismo desta, durante uma entrevista, ela confessou ter deixado o material naquele lugar, porém afirmou não saber quem iria buscar.
Os policiais consultaram as imagens das câmeras de segurança do presídio e constataram que a visitante de fato tinha ido até o banheiro onde o material foi encontrado.
Ela recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia de Flagrantes de Rio Branco para os procedimentos de costume. No âmbito da unidade, um procedimento apuratório administrativo será aberto para investigar os fatos.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL



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