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Policial militar é morto a tiros pelo próprio irmão; veja o vídeo

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Câmeras de segurança registraram briga entre os irmãos e o momento dos disparos; vítima era policial militar e comemorava o aniversário em família

Ainda segundo o delegado Costa, testemunhas e familiares estão sendo ouvidos para seguimento das investigações. Segundo a autoridade, os dois irmãos também mantinham juntos a sociedade de uma pizzaria.

Um policial militar foi morto a tiros pelo próprio irmão após uma briga durante uma festa em família em Uruaçu, no norte de Goiás. O caso aconteceu na última quinta-feira (11) e câmeras de segurança da residência do PM registraram o momento do assassinato.

Segundo o delegado Sandro Leal Costa, que está à frente das investigações do caso, a família comemorava o aniversário do policial militar Tiago White. Durante a festa, Tiago teria se aproximado do irmão e o aconselhado sobre o relacionamento dele com a companheira.

O irmão, então, não teria aceitado os conselhos e mencionado que o agente teria outras mulheres e famílias fora do casamento. A alegação teria gerado a revolta do agente policial que passou a agredir o irmão.

A briga

Imagens das câmeras de segurança da casa do PM, que circulam pelas redes sociais, registraram o momento da briga. Conforme as imagens, é possível acompanhar quando o policial, de camiseta branca, começa a agredir o irmão, de boné, em uma área externa da residência. Ambos aparentam discutir durante as agressões. No local, também há crianças e outras pessoas que assistem a tudo.

Após receber diversos golpes, o irmão cai no chão enquanto o agente prossegue com as agressões e chutes contra ele. É quando uma criança se aproxima e tenta separá-los, mas as agressões continuam por parte do agente policial.

Por outro ângulo, poucos segundos depois das agressões, é possível acompanhar quando o policial se afasta da piscina no espaço de lazer da casa, onde o irmão dele já não se encontra mais no local.

Momentos depois, o irmão reaparece novamente, vindo de dentro da residência, e vai em direção ao agente sob posse de uma arma. Ele então efetua disparos contra o irmão. A vítima cai ferida dentro da piscina.

Ao final das imagens, o agente ainda se movimenta na água. Segundo o delegado Costa, após o ocorrido, o policial sai da piscina sozinho, mas cai já inconsciente. Familiares então tentam reanimá-lo por cerca de 20 minutos. Posteriormente, o Corpo de Bombeiros é acionado.

Tiago foi encaminhado ao Hospital Estadual Centro Norte Goiano (HCN), mas não resistiu. As autoridades ainda aguardam o resultado do laudo pericial para confirmar se ele veio a óbito já na unidade hospitalar ou a caminho do hospital.

Após acionada, agentes da polícia civil compareceram ao local do crime e o autor dos disparos foi preso em flagrante. O acusado, Alexandre White Rodrigues, confessou a autoria do delito à polícia. Posteriormente, a prisão dele foi convertida em preventiva e ele passou por uma audiência de custódia.

Ainda segundo o delegado Costa, testemunhas e familiares estão sendo ouvidos para seguimento das investigações. Segundo a autoridade, os dois irmãos também mantinham juntos a sociedade de uma pizzaria.

O que diz a defesa do acusado

Em nota, o advogado Martiniano Neto, representante de Alexandre White Rodrigues, informou que a tragédia não reflete a personalidade e o comportamento comum do acusado. O advogado também afirmou que seu cliente está abalado emocionalmente, além de ferido fisicamente.

“Meu cliente está muito abalado emocionalmente pelo ocorrido e bastante ferido fisicamente. A família, apesar do ocorrido, tem o desejo de que Alexandre retorne logo ao lar, e possa começar um acompanhamento psicológico”, disse a defesa do investigado.

O caso foi registrado como Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Uruaçu.

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Jovem morre no Paraná após ser linchado por crime que não cometeu

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Reprodução/Redes sociais
Imagem colorida mostra Deivison Andrade de Lima, jovem que morreu no Paraná após linchamento por crime que não cometeu - Metrópoles

Um jovem de 23 anos morreu na última segunda-feira (26/1) após ser vítima de um linchamento em Ponta Grossa, Paraná. Deivison Andrade de Lima estava internado desde o dia 18 de janeiro, quando sofreu agressões após ser acusado, de forma equivocada, de envolvimento na morte de Kelly Cristina Ferreira de Quadros. Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), ele não teve participação no crime.

Deivison foi atacado por pessoas que acreditavam que ele seria o autor do homicídio de Kelly, encontrada morta em uma área de mata no dia 16 de janeiro. Os agressores o espancaram dois dias depois. O jovem não resistiu aos ferimentos e morreu após oito dias de internação.

A mãe de Deivison relatou que, ao encontrar o filho ainda consciente em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, na noite de 18 de janeiro, ele contou que foi colocado à força dentro de um carro por três homens, que disseram que o levariam para uma área de mata. Segundo o relato, eles afirmaram que fariam com o jovem o mesmo que, de acordo com eles, havia sido feito com Kelly.

Deivison teria negado diversas vezes qualquer envolvimento no crime, mas, ainda assim, foi agredido.

“Ele disse que apanhou porque confundiram ele com a pessoa que matou essa moça. Meu filho era inocente. Eu só quero justiça”, afirmou.

Verdadeiro autor do assassinato foi preso

O delegado responsável pelo caso, Luis Gustavo Timossi, explicou que não há qualquer indício de que Deivison tenha participado do homicídio de Kelly. Segundo ele, a investigação do assassinato da mulher já identificou o verdadeiro autor, que foi preso, confessou o crime e apresentou provas materiais, incluindo imagens de câmeras de segurança e informações sobre a motivação e os objetos utilizados.

“O que posso afirmar é que não há nenhum indício de envolvimento do Davidson com o homicídio da Kelly”, disse o delegado. Ele confirmou que Deivison conhecia a vítima, mas ressaltou que isso, por si só, não indica participação no crime.

A PCPR informou que segue em diligências para identificar e responsabilizar os autores das agressões que resultaram na morte de Deivison Andrade de Lima.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Tarcísio visita Bolsonaro na Papudinha nesta quinta-feira (29/1)

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Giovana Alves/Metrópoles
Governador Tarcísio de Freitas visita Bolsonaro na Papudinha, em Brasília - Metrópoles

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visita, nesta quinta-feira (29/1), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no 19º Batalhão da Polícia Militar. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses na Papudinha, em Brasília (DF), por liderar a trama golpista.

A visita, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), levanta a expectativa de que o encontro seja para para tratar do apoio do mandatário paulista à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), filho 01 do ex-chefe do Planalto, à Presidência da República.

Este é o primeiro encontro entre os dois políticos desde setembro, quando Bolsonaro ainda cumpria prisão domiciliar. A primeira ida de Tarcísio à Papudinha estava prevista para ocorrer na quinta-feira (22/1), mas o mandatário paulista cancelou a visita por motivos familiares.

O governador paulista chegou ao local às 10h56.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ministra Cármen Lúcia foi quem autorizou operação contra deputado Eduardo Velloso e ex-prefeito Mazinho Serafim por desvio de recursos

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Ministra Cármen Lúcia autorizou ação, que mira suspeita de desvio de R$ 912 mil em contratos de shows em Sena Madureira; alvos têm endereços buscados no Acre e em Brasília

A PF e a Controladoria Geral da União investigam suspeitas de desvios de recursos na ordem de R$ 912 mil, proveniente desse modelo de emenda parlamentar, que permite repasses diretos da União. Foto: captada 

A Operação Draco contra o deputado federal Eduardo Velloso e o ex-prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim. A ação, autorizada pela ministra do STF Cármen Lúcia, investiga suspeitas de desvio de R$ 912 mil de recursos federais por meio de emendas parlamentares do tipo PIX — que permitem repasses diretos da União a municípios.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços de Velloso em Rio Branco e em seu apartamento funcional em Brasília, além de locais ligados a Serafim. Segundo a PF e a Controladoria-Geral da União, o dinheiro foi usado para contratar uma empresa responsável por shows em Sena Madureira, com pagamentos feitos pela Secretaria Municipal de Cultura.

As investigações apontam indícios de associação criminosa, fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro. O gabinete do deputado não foi alvo das buscas. A operação ainda está em andamento e pode resultar em novas medidas.

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