Acre
Polícia Rodoviária Federal combate transporte clandestino no estado

Fiscalizações foram realizadas na BR-364 e BR-317, no trecho que liga Rio Branco/AC a Porto Velho/RO e Boca do Acre/AM
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou na manhã desta segunda-feira (14), das 5h às 10h, uma operação de combate ao transporte remunerado de passageiros de forma irregular, em veículos da categoria particular, sem que estejam devidamente licenciados para este fim.
A fiscalização aconteceu no entroncamento das BR-364 e BR-317, no trecho que liga Rio Branco/AC a Porto Velho/RO e Boca do Acre/AM.
O transporte irregular de passageiros, além de causar prejuízo econômico-financeiro aos proprietários dos veículos legalmente credenciados, afronta os órgãos responsáveis pelo credenciamento e fiscalização.
Essa atividade ilegal coloca em risco a segurança do trânsito, pois geralmente é realizada por motoristas que não estão aptos para efetuar esse tipo de transporte, utilizando veículo sem as condições necessárias de segurança.
O chefe do Núcleo de Policiamento e Fiscalização da PRF/AC, Nélis Newton, orienta os passageiros que necessitam utilizar esse tipo de transporte, a que utilizem apenas os veículos autorizados para esse fim, categoria aluguel, identificados pelas placas de cor vermelha.
De acordo com o relatório da operação da PRF/AC, foram fiscalizados 63 veículos e 252 pessoas. Dentre os fiscalizados, 14 veículos foram autuados com as seguintes infrações: 8 veículos com transporte remunerado de passageiros sem autorização, 2 com licenciamento vencido; 1 condutor sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH), 1 com validade da CNH vencida e outras infrações.
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Acre
Desperdício de peixes em Cruzeiro do Sul revolta moradores e gera polemica
Vídeo mostra grande quantidade de pescado sendo descartada no lixo; vendedores alegam cumprimento de normas sanitárias, enquanto população critica preços abusivos
Um vídeo que viralizou nas redes sociais expõe o descarte de centenas de peixes diretamente em um caminhão de lixo no Mercado do Peixe de Cruzeiro do Sul, no Acre. As imagens, registradas por um morador indignado, mostram o produto sendo jogado fora enquanto o cinegrafista critica os altos preços cobrados pelos comerciantes: “Preferem estragar do que fazer promoção, não abaixam nem um real”, dispara.
O presidente da Associação de Vendedores de Peixe, Francisco Valdecir, explicou que o descarte ocorreu após um comerciante comprar quantidade superior à capacidade de armazenamento. Com o excedente já deteriorado, a Vigilância Sanitária foi acionada e determinou o descarte. “Foi medida preventiva para proteger a saúde pública”, justificou.
O caso reacendeu o debate sobre desperdício de alimentos e acessibilidade em mercados públicos, evidenciando a contradição entre produtos perecíveis caros para a população e toneladas de comida sendo destruídas.
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Acre
Homem é brutalmente agredido por facção em Rio Branco
Vítima de 46 anos foi espancada com socos, chutes e ripadas após ser submetida a “disciplina” criminosa
Edimar Alves Roiz, de 46 anos, foi alvo de violência extrema na noite desta sexta-feira (4), no bairro Palheiral, em Rio Branco. Membros de uma organização criminosa o atacaram com socos, chutes e golpes de ripa após imporem uma suposta “disciplina”.
De acordo com a polícia, Edimar foi abordado enquanto caminhava pela Rua Tião Natureza e levado para um local isolado, onde sofreu agressões no rosto, costas, braços, abdômen e costelas. Os criminosos fugiram após o espancamento.
O SAMU socorreu a vítima e a encaminhou em estado estável para a UPA Franco Silva. A Polícia Militar fez buscas, mas não prendeu suspeitos. O caso agora é investigado pela Polícia Civil.
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Acre
Acre teve mais de 8 mil casos de dengue entre janeiro e março
O Acre registrou, somente entre janeiro e março deste ano, 8.138 casos prováveis de dengue. Desse total, 3.830 casos foram confirmados pelas autoridades de saúde, com três mortes causadas pela doença.
Os dados são do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde. Segundo o órgão, a incidência dos casos confirmados é de 434,9 para cada 100 mil habitantes.
A letalidade da doença no estado, considerando apenas os casos confirmados, é de 0,08%. Já entre os casos considerados graves, esse índice sobe para 10,34%.
Em um comparativo mensal, observa-se uma redução nos casos prováveis ao longo do trimestre: março registrou 544 casos, fevereiro 1.437, e janeiro lidera com 1.708 casos.
O levantamento também apresentou dados sobre outras arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. No mesmo período, foram registrados 170 casos prováveis de zika e 166 de chikungunya no estado.
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