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Polícia Militar realiza simulação de Atendimento à Tentativa de Suicídio na quarta ponte

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A Simulação foi realizada na quarta ponte, na Avenida Amadeu Barbosa. Foto: Júnior Barros/PMAC.

O Curso de Atendimento à Tentativa de Suicídio (CATS), desenvolvido pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), em parceria com a Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC), inicia fase prática com simulação de suicídio na quarta ponte, em Rio Branco, na tarde desta quinta-feira, 22.

Ao todo, 30 alunos iniciaram a capacitação, que possui uma carga horária de 40 horas-aula. O curso começou com palestras, análises de casos e conhecimento teórico. Nesta quinta-feira, os alunos iniciaram a parte de simulações de atendimento de tentativa de suicídio. Para isso, os instrutores criaram um cenário que abrange os vários tipos de situações enfrentadas no cotidiano pelos profissionais de segurança pública.

O instrutor simula se jogar da ponte, enquanto o interventor tenta verbalizar. Foto: Júnior Barrosa/PMAC.

O tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do Ceará, Edir Souza, é um dos coordenadores do CATS e falou sobre a importância da capacitação. “O curso é uma capacitação para atender pessoas suicidas em iminente risco de morte em diversos contextos, desde locais públicos como viadutos e pontes a ambientes domésticos. Nessa edição, temos alunos de várias instituições de segurança pública e isso faz com esses profissionais possam atuar em conjunto e numa mesma linguagem para salvar vidas”, disse o oficial.

tenente-coronel Edir Souza. Foto: Júnior Barrosa/PMAC.

O módulo consiste em simular uma situação real de suicídio em que os alunos tiveram que aplicar as metodologias aprendidas durante a fase teórica, como aproximação, verbalização e medidas preventivas. A dinâmica da aula simulou situações com vítimas embriagadas, dependentes químicos e sob influência de transtornos mentais.

O instrutor, à direita, simula ser um suicida com transtornos mentais. Foto: Júnior Barros/PMAC.

O soldado Francisco Oliveira integra o grupo de alunos do CATS. Atualmente, ele atua no 1º Batalhão da PMAC e enfatizou que a polícia é uma das primeiras equipes de segurança a chegar em uma ocorrência de suicídio. “Geralmente, a PMAC é a primeira instituição que recebe uma ocorrência com vítimas em situação de tentativa de suicídio. O curso nos qualifica para agir assertivamente e preservar vidas até que outras equipes especializadas com os bombeiros possam chegar ao local”, disse o policial.

Soldado Francisco Oliveira. Foto: Júnior Barros/PMAC.

O objetivo principal do CATS é capacitar os profissionais para agir de forma qualificada em situações de crise relacionadas à tentativa de suicídio, com foco na preservação da vida, escuta empática e integração com as demais instituições de segurança pública do Acre.

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TJAC mantém condenação de homem a 9 anos e 4 meses por estupro de vulnerável no Acre

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Réu abusou reiteradamente de adolescente de 13 anos em Mâncio Lima; Câmara Criminal destacou relevância do depoimento da vítima em crimes sexuais

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) decidiu, nesta sexta-feira (27), manter a sentença que condenou Leonilson Lino de Abreu por estupro de vulnerável. O crime foi cometido contra uma adolescente de 13 anos na comarca de Mâncio Lima. A pena imposta é de 9 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado.

Consta nos autos que o acusado manteve relações sexuais de forma reiterada com a vítima, utilizando ameaças para intimidá-la. A defesa do réu havia solicitado a absolvição, alegando insuficiência de provas. Em caráter subsidiário, pedia ainda a redução da pena e a mudança para o regime semiaberto.

Todos os pedidos foram rejeitados pelos desembargadores. No entendimento do colegiado, o depoimento da adolescente mostrou-se firme, coerente e consistente, sendo respaldado por laudo pericial que apontou ruptura antiga do hímen, além do testemunho do pai da vítima.

A Câmara Criminal ressaltou que, em delitos sexuais cometidos na clandestinidade, a palavra da vítima adquire especial relevância como meio de prova. Os magistrados também mantiveram a valoração negativa das circunstâncias do crime, uma vez que o réu utilizou ameaças para submeter a vítima, menor de 14 anos, à prática reiterada de atos sexuais. O regime fechado foi considerado adequado diante da pena aplicada e da existência de circunstância judicial desfavorável.

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Operação Sinergia reforça o combate ao crime transfronteiriço no Juruá

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A Operação Sinergia, coordenada pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) e executada pelo Grupo Especial de Operações em Fronteiras (Gefron), intensifica o patrulhamento em áreas de fronteira entre o Brasil e o Peru ao longo de todo o mês de março. Nesta quinta-feira, 26, foram realizadas ações em Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves, com foco no reforço da segurança na região.

As equipes atuaram com patrulhamentos em áreas comerciais e estabeleceram pontos de bloqueio estratégicos. Durante a ação, foram feitas abordagens a pessoas e vistorias em veículos, com o objetivo de prevenir e coibir atividades ilícitas.

As equipes atuaram com patrulhamentos em áreas comerciais e estabeleceram pontos de bloqueio estratégicos. Foto: Cedida

O secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, destacou que o objetivo da operação é consolidar a presença do Estado em áreas de difícil acesso. “Não estamos apenas combatendo o crime organizado e o narcotráfico na fronteira com o Peru, mas também levando proteção e a força da lei às comunidades ribeirinhas e aos povos tradicionais. A integração das forças é o que garante que o Vale do Juruá não seja uma rota livre para a criminalidade”, afirmou.

Durante a ação, foram feitas abordagens a pessoas e vistorias em veículos. Foto: Cedida

A operação também tem atuação nos rios do Juruá. O coordenador do (Gefron, Assis Martins dos Santos, ressaltou a importância técnica da operação na região. “Estamos operando com equipes altamente treinadas, o foco é a repressão imediata aos crimes transfronteiriços sejam eles terrestres ou fluviais. Ao intensificarmos as abordagens e o mapeamento, conseguimos desarticular a logística dos grupos criminosos antes que o ilícito chegue aos centros urbanos. O Gefron está vigilante para garantir que nosso estado não sejam utilizadas para o crime”, declarou.

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Polícia Civil do Acre integra debate nacional sobre sistemas digitais e padronização de dados na segurança pública

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A Polícia Civil do Acre (PCAC) participa do Workshop das Soluções do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp): Procedimento Policial Eletrônico (PPE) e Delegacia Virtual (Devir), promovido pela Diretoria de Gestão e Integração (DGI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

O evento teve início na última segunda-feira, 23, e se encerra nesta sexta-feira, 27, reunindo representantes das polícias judiciárias de diversas Unidades da Federação, além das polícias legislativas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. O objetivo é discutir a modernização da segurança pública, com foco na integração de sistemas, melhoria da qualidade dos dados e padronização dos registros em nível nacional.

Representando a instituição acreana, participam as oficiais investigadoras de Polícia Civil Ivanessa Queiroz e Graciela Queiroz, que atuam como gestoras operacionais e de capacitação do Procedimento Policial Eletrônico (PPE) e da Delegacia Virtual (Devir) no estado.

Oficiais da PCAC participam de capacitação sobre Procedimento Policial Eletrônico e Delegacia Virtual. Foto: cedida

Durante o encontro, são debatidas estratégias para aprimorar o uso das ferramentas tecnológicas no registro de ocorrências e procedimentos policiais, com a expectativa de reduzir retrabalho, aumentar a eficiência e garantir maior confiabilidade nas informações produzidas pelas forças de segurança.

“A Polícia Civil do Acre tem buscado constantemente a modernização de seus processos e a qualificação dos seus profissionais. Participar de um evento como este, que reúne instituições de todo o país, é fundamental para alinharmos práticas, aprimorarmos a qualidade dos dados e garantirmos um serviço cada vez mais eficiente à população. A integração por meio de sistemas como o PPE e a Delegacia Virtual representa um avanço significativo na segurança pública brasileira”, afirmou o delegado-geral, Dr., José Henrique Maciel.

A expectativa é que o workshop contribua diretamente para o fortalecimento das políticas de integração entre os órgãos de segurança pública, promovendo maior padronização e eficiência na produção e gestão de dados em todo o país.

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