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Polícia Militar conclui módulo presencial do Curso de Formação de Sargentos em Rio Branco

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Após 30 dias, a Polícia Militar do Acre (PMAC) concluiu na manhã desta segunda-feira, 17, o módulo presencial do Curso de Formação de Sargentos (CFS), em Rio Branco. Uma formatura no Centro Integrado de Ensino em Segurança Pública (Cieps) marcou o encerramento.

Os alunos, após conclusão do curso, voltam a suas unidades de origem. Foto: Silva Barbosa

Divididos entre a sala de aula, com instruções práticas, e o emprego no serviço na segunda maior enchente do Acre, em auxílio ao Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), os futuros sargentos estão preparados para o desempenho de suas novas funções institucionais.

Em junho, os futuros sargentos fazem dez anos de Polícia Militar. Foto: Silva Barbosa

O primeiro-tenente Railson Melo, coordenador do CFS, falou a respeito do curso. “O curso visa capacitá-los para o exercício de funções mais complexas e que exigem conhecimento técnico especializado, além de ser uma oportunidade de renovar e aperfeiçoar a missão, visão e valores da Polícia Militar”, disse.

Os militares, após a prova, começaram a exercer novas funções na corporação. Foto: Silva Barbosa

Ramon Bonaparte, aluno sargento que atua no Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), enfatizou a alegria de concluir esta etapa. “Momento de adquirir conhecimentos jurídicos e técnicos para podermos atuar na rua da melhor forma possível, atendendo a população acreana, pois ela espera sempre o melhor de nós”, disse.

O curso também foi ofertado de modo presencial em Cruzeiro do Sul, que seguiu seus trâmites no período planejado, com conclusão ainda em 30 de março. Nesta segunda-feira também se iniciou a etapa em Brasileia, aos militares do Alto Acre.

A prova está prevista para ocorrer em 14 de maio, de forma presencial, a ser realizada em Rio Branco e nas sedes de cada batalhão no interior do Acre. A prova é de fundamental importância, pois irá definir as promoções ao longo da carreira das praças pertencentes à turma.

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Polícia Civil de Tarauacá ouve testemunhas para investigar naufrágio que matou jogador de futsal

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Jonatas Fadell Neves, 36 anos, morreu após barco bater em balseiro no Rio Tarauacá na última terça (13); delegado afirma que ainda é cedo para apontar falhas ou excesso de passageiros

Jonatas desapareceu no último dia 13 após o naufrágio da embarcação em que viajava com outros cinco jogadores do time Nápoles, a caminho do município de Jordão, onde a equipe participaria da Copa São Sebastião. Foto: captada 

A Polícia Civil de Tarauacá está colhendo depoimentos para esclarecer as circunstâncias do naufrágio que matou o jogador de futsal Jonatas Fadell Neves, de 36 anos, na última terça-feira (13). O acidente ocorreu quando a embarcação que transportava a equipe bateu em um balseiro (tronco à deriva) no Rio Tarauacá, a caminho de uma competição em Jordão.

O delegado José Ronério informou que já foram ouvidos o motorista do barco e alguns jogadores, mas ainda falta ouvir o dono do time. Ele ressaltou que o caso é muito recente e que ainda não é possível confirmar se houve falhas na embarcação ou excesso de passageiros.

Polícia Civil de Tarauacá apura fatores que levaram ao acidente do qual Jonatas Fadell Neves, de 36 anos, foi vítima. O motorista do barco, cinco jogadores e o dono do time devem ser ouvidos. Foto: captada 

A morte do atleta, conhecido como “Poeta”, gerou comoção no município e na região. O corpo foi resgatado com ajuda de moradores e encaminhado ao IML. A investigação segue em andamento para determinar responsabilidades e condições de segurança da viagem fluvial.

O tenente João Gonzaga, do Corpo de Bombeiros de Tarauacá, disse que o cadáver estava parcialmente enterrado às margens do rio. Foto: captada 

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Justiça marca júri popular de acusados por morte de sobrinho-neto da ministra Marina Silva no Acre

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André de Oliveira e Denis Tavares serão julgados em 3 de março; crime ocorreu em fevereiro de 2024 dentro de casa da vítima, em Rio Branco

Os acusados teriam arrombado a porta e efetuado três disparos de arma de fogo. André foi preso na posse de uma pistola calibre 40, a mesma utilizada no crime. Os envolvidos foram presos sete meses após o crime.

A Justiça do Acre definiu para 3 de março a data do júri popular de André de Oliveira da Silva e Denis da Rocha Tavares, acusados de matar Cauã Nascimento Silva, de 19 anos, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O crime ocorreu em fevereiro de 2024, dentro do quarto da vítima em Rio Branco.

Os acusados foram pronunciados a júri em outubro de 2025. Segundo as investigações, eles arrombaram a porta e efetuaram três disparos. André foi preso com uma pistola calibre 40, mesma arma usada no crime. A polícia apurou que o motivo seria uma disputa entre facções, embora Cauã não tivesse passagem policial.

O delegado Cristiano Bastos afirmou na época que a vítima “não era de facção até então, mas passou a andar com o pessoal que tinha tomado a região” e acabou sendo alvo. A prisão preventiva dos dois foi mantida na audiência de custódia de maio de 2025. O julgamento ocorrerá quase dois anos após o homicídio.

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Polícia Civil cumpre mandado em investigação sobre desvio de medicamentos da rede estadual de saúde

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A Polícia Civil do Acre (PCAC) deu continuidade, nesta quarta-feira, 21, às investigações que apuram o desvio de medicamentos e insumos hospitalares da rede estadual de saúde. Durante a ação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma residência localizada no bairro Universitário, em Rio Branco, pertencente a um servidor terceirizado da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

Polícia Civil do Acre cumpriu mandado de busca e apreensão em residência no bairro Universitário, em Rio Branco, durante investigação sobre desvio de medicamentos da rede estadual de saúde. Foto: assessoria/ PCAC

Além da residência, a equipe policial também esteve no almoxarifado da Divisão de Assistência Farmacêutica (DAF) da Sesacre, setor onde o servidor atua. A diligência no local foi realizada com autorização da própria instituição, reforçando a colaboração entre os órgãos no esclarecimento dos fatos.

investigação, conduzida por força-tarefa da Polícia Civil, apura um esquema de desvio de medicamentos da rede pública e já resultou no cumprimento de cinco ordens judiciais. Foto: assessoria/ PCAC

A ação integra uma investigação mais ampla, iniciada há alguns meses a pedido do secretário de Estado de Saúde e conduzida por meio de uma força-tarefa da Polícia Civil. Com o cumprimento do mandado desta quarta-feira, já são cinco ordens judiciais executadas no âmbito da apuração.

As investigações seguem em andamento e têm como objetivo identificar todos os envolvidos no esquema criminoso, bem como apurar o destino final dos medicamentos desviados da rede pública de saúde.

Equipes da Polícia Civil também realizaram diligências no almoxarifado da Divisão de Assistência Farmacêutica da Sesacre, com autorização da própria instituição. Foto: assessoria/ PCAC








Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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