Acre
Polícia Federal do Acre empossa novo Superintendente Regional

Delegado Eduardo Rogério assume o cargo após passagem pela SR/PF/MT e vários órgãos centrais em Brasília/DF.
A Polícia Federal empossou nesta quarta-feira (14/12), em Rio Branco/AC, o novo Superintendente Regional da PF no Acre, delegado Eduardo Rogério Rodrigues dos Santos. O policial substitui o delegado Érico Barbosa Alves, que passará a atuar na Academia Nacional de Polícia, em Brasília/DF.
A solenidade formaliza um ato administrativo de grande importância para a Polícia Federal. O Superintendente Regional terá por missão o planejamento, a direção, a coordenação, o controle e a execução das atividades institucionais no Tocantins, cumprindo-lhe a observância estrita das normas legais, assim como das diretrizes emanadas pelas unidades centrais.

O estado do Acre impressiona pelas taxas de crescimento da economia registradas na última década, o que deve se destacar, ainda mais, com a inauguração da Ponte de Abunã, ocorrida no ano passado.
No lado oposto, o povo acreano tem convivido com fenômenos sociais negativos, que acometem também outras regiões do Brasil. A criminalidade faz parte deste rol. O crime não tem fronteiras e o desafio da Polícia Federal é enfrentá-lo em todo o território nacional.
Combate ao tráfico de drogas, repressão aos crimes ambientais e contra as comunidades tradicionais, entre outros, são apenas algumas das atuações da PF, que se destacam no estado.
A cerimônia oficial desta quarta-feira foi acompanhada pelo Diretor-Executivo da PF, Sandro Torres Avelar, a Diretora de Gestão de Pessoal, Mariana Paranhos Calderon, o Diretor do Instituto Nacional de Criminalística, Ricardo Guanaes Cosso, e a Coordenadora de Disciplina da Corregedoria-Geral, Katia Cristina Gonçalves Grande.
Sobre o novo superintendente
Eduardo Rogério Rodrigues dos Santos é bacharel em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Ingressou nos quadros da Polícia Federal no cargo de delegado em 2004, tendo como primeira lotação a Superintendência Regional da PF em Mato Grosso, em Cuiabá/MT.

Na SR/PF/MT chefiou as seguintes delegacias: Delegacia de Repressão ao Tráfico Ilícito de Armas (DELEARM), Delegacia de Defesa Institucional (DELINST) e Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (DELEFAZ).
Após a lotação em Cuiabá, o delegado foi removido para Brasília/DF, onde foi Chefe Substituto da Divisão Antiterrorismo (DAT/DIP/PF), Chefe Titular da Delegacia de Repressão a Drogas (DRE/DRCOR/SR/PF/DF), Chefe Substituto da Divisão de Estudos, Legislação e Pareceres (DELP/CRH/DGP/PF) e Chefe Titular do Setor de Apoio às Missões no Exterior (SEMEX/CGCI/DIREX/PF).
Ainda na capital federal, foi Chefe Titular da DELP, Chefe Titular da Divisão de Assuntos Sociais e Políticos (DASP/CGDI/DICOR/PF), Assistente da Diretoria de Inteligência Policial (DIP/PF), Assistente da Diretoria-Executiva (DIREX/PF), e Coordenador de Proteção à Pessoa (CPP/DIREX/PF).
Sua atuação mais recente foi como Coordenador-Geral de Governança e Controle (CGGC/PF), até receber o convite para assumir a superintendência no Acre.
Comentários
Acre
2026 começa com mudanças tributárias e nova tabela do Imposto de Renda; confira datas, valores e alíquotas
Nessa etapa inicial da Reforma Tributária, foi instituída uma alíquota simbólica total de 1% sobre a circulação de bens e serviços
O ano de 2026 começou com importantes novidades na área tributária, envolvendo tanto a implementação da Reforma Tributária quanto alterações na tabela do Imposto de Renda. Entre os principais pontos está a isenção integral do imposto para contribuintes que recebem até R$ 5 mil por mês.
Fase inicial da Reforma Tributária
No que diz respeito à reforma do sistema tributário brasileiro, entrou em vigor, já em janeiro, uma fase de testes para adaptação dos contribuintes às novas regras. Nessa etapa inicial, foi instituída uma alíquota simbólica total de 1% sobre a circulação de bens e serviços, distribuída da seguinte forma:
- 0,9% para a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS);
- 0,1% para o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
De acordo com o que prevê a legislação, essa mudança não representa aumento da carga tributária. Os valores recolhidos a título de CBS e IBS poderão ser compensados integralmente com os montantes pagos mensalmente pelas empresas referentes ao PIS e à Cofins.
Na prática, ocorre o pagamento de um novo tributo, mas esse valor é abatido das guias dos impostos antigos, mantendo o desembolso total inalterado. O objetivo dessa fase é testar o funcionamento do recolhimento simultâneo entre União, estados e municípios. Ainda em 2026, também será necessário adaptar os softwares de gestão e os sistemas de emissão de documentos fiscais.
CFEM: 94% dos municípios brasileiros receberam recursos da CFEM em 2025
Portaria especifica regras para execução de emendas parlamentares por parte dos municípios
A partir de julho de 2026, pessoas físicas consideradas contribuintes habituais do IBS e da CBS deverão se inscrever no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). É importante ressaltar que essa medida não transforma a pessoa física em empresa, tendo como finalidade apenas facilitar a apuração e o controle fiscal.
O advogado especialista em direito tributário, Matheus Almeida, explica que as regras definitivas da reforma tributária ainda não estão sendo aplicadas efetivamente. Segundo ele, o que está sendo implementado nessa fase de transição são as regulamentações complementares, os ajustes nos sistemas das empresas, entre outros pontos específicos.
Na avaliação de Almeida, apesar de nesse primeiro momento não haver indícios de aumento da carga tributária para o contribuinte, é importante ficar atento às próximas fases, quando são serão debatidas novas regulamentações, por exemplo.
“Então, não é uma mudança brusca e imediata para o contribuinte. O discurso oficial do governo é de neutralidade, de não ter um aumento efetivo da carga tributária. Mas, essa preocupação existe sim em todos os contribuintes, porque ainda tem algumas coisas no escuro, que vão depender de regulamentação, de consolidação das receitas dos estados, dos municípios”, afirma.
“É importante que os contribuintes, que os empresários, nesse momento de transição, acompanhem de perto, revisem contrato, estrutura societária, regime tributário, porque esse novo modelo muda a lógica do crédito, do débito, dos impostos, da compensação desses tributos. É necessário fazer um planejamento tributário, especialmente para saber sobre a tomada de crédito, para que a empresa tenha não só uma vantagem competitiva, mas, acima de tudo, para que ela sobreviva a essa transição”, recomenda Almeida.
Continue lendo e acesse gráficos clicando aqui <—–
Comentários
Acre
Internet chega a quase metade das escolas públicas do Acre
Governo do Brasil prevê contemplar mais de mil escolas no estado ainda em 2026
Mais de seiscentas escolas públicas de educação básica do estado do Acre já têm conectividade disponível para professores, alunos e corpo administrativo.
A ação integra o programa Escolas Conectadas, desenvolvido pelos ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC), e chegou a 68% das escolas brasileiras em 2025. Para 2026, a previsão é universalizar o acesso tanto no estado do Acre, chegando a mais 828 escolas; quanto no país, com internet em todas as 138 mil unidades de educação básica.
A iniciativa visa garantir infraestrutura de conectividade nas unidades de ensino, criando condições para o uso pedagógico das tecnologias digitais, a formação de professores e o acesso dos estudantes a conteúdos educacionais e plataformas de aprendizagem.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, diz que levar internet para dentro das escolas é um projeto prioritário para o Governo do Brasil.
“Entendemos que a inclusão digital é essencial. A meta é concluir a conexão de todas essas escolas em 2026. Vamos atender escolas urbanas e rurais. Onde houver fibra, a prioridade será a fibra óptica. Onde não houver, teremos soluções via satélite”, afirmou.
Para além de resultados operacionais, de acordo com Siqueira Filho, a base do programa está no desenvolvimento humano. “Essa é uma agenda que não é só tecnológica, mas que é fundamentalmente social, porque tem impacto direto na vida de cada pessoa. Internet é hoje uma condição de infraestrutura básica de desenvolvimento do país, para acesso à educação, à saúde, ao trabalho e para o pleno exercício da cidadania”, disse o ministro.
Escolas Conectadas
Somente em 2025, 22,8 mil escolas passaram a ter acesso à internet via políticas públicas coordenadas pelo MCom, como o Fust e o Eace, consolidando o avanço da inclusão digital na educação básica.
O investimento total previsto para o programa é de cerca de R$9 bilhões, sendo R$6,5 bilhões provenientes do Novo PAC. Desde o lançamento, em setembro de 2023, mais de R$3 bilhões já foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do país.



















Você precisa fazer login para comentar.