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Polícia Civil leva emissão da Carteira de Identidade Nacional a comunidades ribeirinhas de Sena Madureira
O coordenador do Instituto de Identificação em Sena Madureira, Carlos Ferrari, e o oficial investigador da Polícia Civil, Marcos Oriar, se deslocaram até as comunidades ribeirinhas, garantindo que o serviço fosse prestado diretamente à população local

Polícia Civil esteve nas comunidades Campinas e Santa Polônia, em Sena Madureira, levando o direito à identidade a quem mais precisa. Foto: cedida
O Instituto de Identificação da Polícia Civil do Acre (PCAC), que atua no município de Sena Madureira, realizou, na última terça-feira,16, atendimentos para emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) nas comunidades Campinas e Santa Polônia, localizadas às margens do Rio Purus, a cerca de uma hora de viagem de barco da cidade.
A ação teve como objetivo atender moradores de localidades de difícil acesso, especialmente pessoas com algum tipo de comorbidade ou limitação física, que enfrentam dificuldades para se deslocar até a sede da Delegacia de Polícia, onde funciona o posto de identificação.
Para a realização dos atendimentos, o coordenador do Instituto de Identificação em Sena Madureira, Carlos Ferrari, e o oficial investigador da Polícia Civil, Marcos Oriar, se deslocaram até as comunidades ribeirinhas, garantindo que o serviço fosse prestado diretamente à população local.
Ao todo, oito pessoas foram atendidas, entre elas uma idosa de 68 anos com problemas de locomoção, pessoas com problemas cardíacos, um senhor que sofreu um derrame, além de crianças que necessitavam do documento.
De acordo com o diretor do Instituto de Identificação, Júnior Cesar, a iniciativa reforça o compromisso da Polícia Civil com a população de Sena Madureira e com o programa Identidade para Dignidade, desenvolvido em parceria com o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), na comarca do município. “Essa ação leva cidadania, dignidade e acesso a direitos às comunidades mais distantes, assegurando a inclusão dessas pessoas nos serviços públicos essenciais”, destacou.
A mobilização do Instituto de Identificação reafirma o papel social da Polícia Civil do Acre, promovendo cidadania e garantindo direitos fundamentais à população ribeirinha.

“Essa ação leva cidadania, dignidade e acesso a direitos às comunidades mais distantes, assegurando a inclusão dessas pessoas nos serviços públicos essenciais”. Fotos: captada
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Plataforma expõe crise do AC com maior taxa de feminicídio
O Acre registrou a maior taxa de feminicídio por 100 mil mulheres do Brasil no ano passado, segundo dados divulgados na quarta-feira (1º) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) por meio do lançamento do Centro Integrado Mulher Segura, plataforma nacional que reúne informações sobre o crime no país.
Em números absolutos, São Paulo liderou as ocorrências em 2024, com 270 casos entre as 1.561 vítimas registradas em todo o território nacional. No entanto, quando a proporção é ajustada pela quantidade de mulheres em cada estado, o Acre aparece no topo da lista, o que indica uma concentração alarmante da violência letal contra mulheres no estado.
A plataforma permite identificar padrões de risco e antecipar situações críticas a partir de evidências. Os dados mostram que o ambiente doméstico é o local mais frequente dos crimes, que a maioria dos autores é composta por companheiros das vítimas e que o perfil predominante das mulheres assassinadas é o de pardas com cerca de 37 anos.
A ferramenta integra o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio e apresenta, de forma anônima e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados, o histórico de boletins de ocorrência de vítimas e agressores, um recurso que evidencia a escalada de violência que costuma anteceder o feminicídio.
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Dor não é normal: especialista alerta para sinais que o corpo não deve ignorar
Persistência e intensidade da dor podem indicar problemas de saúde que exigem avaliação médica
Sentir dor em algum momento da vida é comum. Após esforço físico, longas jornadas de trabalho ou até uma noite mal dormida, o corpo pode apresentar desconfortos passageiros. O problema começa quando a dor passa a ser encarada como algo normal no dia a dia.
De acordo com o médico ortopedista e docente da Afya Cruzeiro do Sul, Fabio Loureiro Pimentel, a dor deve ser vista como um sinal de alerta do organismo. “A dor é a forma que o corpo encontra para dizer que algo não está bem. Nem toda dor significa algo grave, mas toda dor persistente merece atenção”, afirma.
Frases como “isso é da idade” ou “é normal, eu trabalho muito” ainda são comuns entre pessoas que convivem com dores frequentes. Segundo o especialista, esse comportamento pode atrasar diagnósticos importantes. “Muitas pessoas só procuram atendimento quando a dor já está limitando atividades simples, como caminhar, vestir-se ou até dormir. Esse atraso pode agravar o quadro”, explica.
A dor deixa de ser considerada normal quando persiste por vários dias, se torna frequente, aumenta de intensidade ou passa a limitar movimentos e atividades diárias.
*Dores mais comuns no dia a dia*
Entre as queixas mais frequentemente ignoradas estão:
● Dor lombar (nas costas) constante
● Dor no pescoço
● Dor nos joelhos ao subir escadas
● Dor nos ombros ao levantar o braço
● Dor nos pés ao final do dia
● Dor de cabeça frequente
Segundo o ortopedista, essas dores podem indicar desde sobrecarga muscular até condições mais complexas.
A dor lombar é uma das mais comuns e, na maioria das vezes, está relacionada à má postura, sedentarismo ou esforço físico inadequado. No entanto, quando persistente, pode indicar problemas mais sérios. “Quando a dor nas costas é contínua, progressiva ou vem acompanhada de sintomas como formigamento, fraqueza ou irradiação para as pernas, é fundamental investigar”, alerta Fabio Loureiro Pimentel.
Entre as possíveis causas estão hérnia de disco, compressão nervosa e processos inflamatórios.
Outro equívoco comum é acreditar que, se a pessoa ainda consegue trabalhar, a dor não é grave. Para o especialista, essa ideia é um mito. “O corpo tem grande capacidade de adaptação, mas isso não significa que esteja saudável. Trabalhar com dor pode piorar lesões, levar à inflamação crônica e reduzir a qualidade de vida”, afirma.
*Quando procurar ajuda imediata*
Alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica mais rápida. Entre eles estão:
● Dor intensa e súbita, sem causa aparente
● Dor após trauma ou queda
● Dor acompanhada de febre
● Perda de força ou sensibilidade
● Inchaço, vermelhidão ou calor local
● Dor que desperta durante a noite
● Perda de peso sem explicação associada à dor
“Esses sinais podem indicar que o problema vai além de uma simples sobrecarga muscular e precisam de avaliação médica imediata”, orienta.
O uso frequente de analgésicos sem orientação médica também preocupa. Embora aliviem os sintomas, esses medicamentos não tratam a causa da dor. “O analgésico pode mascarar o problema e retardar o diagnóstico. Se a pessoa precisa de medicação constante para realizar atividades básicas, isso já é um sinal de alerta”, destaca o médico.
Além disso, o uso contínuo pode causar efeitos adversos, especialmente no estômago, rins e fígado.
Nem toda dor indica um problema grave, mas é importante saber diferenciá-las. A dor muscular comum costuma surgir após esforço físico, é difusa e melhora em poucos dias com repouso.
Já a dor relacionada a lesões ou inflamações tende a ser mais localizada, persistente e pode piorar com determinados movimentos, além de não apresentar melhora com o tempo.
Para o especialista, ignorar a dor é como desligar um sinal de alerta sem investigar a causa. A avaliação precoce pode evitar complicações e tratamentos mais complexos. “Conviver com dor não deve ser considerado normal. Muitas vezes, pequenas mudanças, como correção postural, fortalecimento muscular ou tratamento precoce, fazem toda a diferença”, conclui Fabio Loureiro Pimentel.
*Afya Amazônia*
A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado do Acre conta com uma instituição de graduação (Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda onze escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 4 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM), Palmas (TO) e Porto Velho (RO).
*Sobre a Afya*
A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
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