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Polícia Civil do Acre recebe prédio histórico para ampliar estrutura de segurança pública

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A estrutura, desativada em setembro de 2024 pela gestão do TJAC, passará por reformas antes de sua ocupação definitiva pelos integrantes da PCAC. A iniciativa é fruto de articulações entre o Executivo Municipal e Estadual

A reforma do prédio será conduzida para adaptá-lo às necessidades da Polícia Civil, que possam abrigar diferentes serviços voltados administração da instituição. Foto: internet

Nesta segunda-feira, 6, a Polícia Civil do Acre (PCAC) recebeu oficialmente as chaves do prédio histórico “Fórum Barão de Rio Branco”. A entrega foi realizada pela presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargadora Regina Ferrari, em uma cerimônia que contou com a presença de representantes das secretarias de Justiça e Segurança Pública, Obras Públicas e Planejamento.

Localizado no centro da capital acreana, o edifício, que antes abrigava os membros do TJAC, será agora destinado à Polícia Judiciária do Estado. A estrutura, desativada em setembro de 2024 pela gestão do TJAC, passará por reformas antes de sua ocupação definitiva pelos integrantes da PCAC. A iniciativa é fruto de articulações entre o Executivo Municipal e Estadual, com o objetivo de proporcionar melhores condições de atendimento à população na área de segurança pública.

“Receber o Fórum Barão de Rio Branco é muito mais do que ampliar nossa estrutura física, é assumir um compromisso com a história e a memória do povo acreano. Esse edifício, que já foi palco de decisões fundamentais para o nosso estado, agora será um espaço onde continuaremos a trabalhar pela justiça e segurança da nossa população”, enalteceu o delegado adjunto da Polícia Civil do Acre, Cleylton Videira.

A reforma do prédio será conduzida para adaptá-lo às necessidades da Polícia Civil, com a previsão de criação de espaços modernos e funcionais que possam abrigar diferentes serviços voltados administração da instituição. Essa mudança reflete o esforço conjunto entre as esferas do governo para fortalecer as ações da PCAC e proporcionar um ambiente mais adequado aos profissionais e à sociedade.

Representantes das secretarias de Justiça e Segurança Pública, Obras Públicas e Planejamento participaram do evento de entrega do edifício à Polícia Civil. Foto: assessoria/ TJAC.

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Vazamento de óleo deixa trecho da BR-364 escorregadio e mobiliza equipes em Cruzeiro do Sul

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Ação conjunta da PRF e Bombeiros evitou acidentes; pista foi liberada após quase duas horas de trabalho

Um vazamento de óleo foi registrado na BR-364, em Cruzeiro do Sul, na noite desse domingo (22), mobilizando equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Corpo de Bombeiros.

O incidente deixou a pista bastante escorregadia em um trecho próximo ao Rio Cigana, provocando riscos aos motoristas e a formação de fila de veículos durante o atendimento da ocorrência.

De acordo com as autoridades, cerca de 300 metros da rodovia foram contaminados pelo óleo, a partir da ponte do Rio Cigana, no sentido Liberdade. A suspeita é de que o vazamento tenha sido causado por uma falha mecânica em um caminhão, possivelmente pelo rompimento de uma mangueira de óleo.

Para conter o risco de acidentes, as equipes utilizaram aproximadamente 4 mil litros de água com jato de alta pressão para realizar a limpeza da pista. Também foram empregados cerca de 50 litros de serragem para absorver o óleo nos pontos de maior concentração.

Durante a operação, a PRF atuou no controle e balizamento do trânsito, garantindo a segurança dos condutores. A ocorrência durou cerca de 1 hora e 50 minutos, e, após a conclusão dos trabalhos, o tráfego foi totalmente liberado na rodovia.

Com informações de Ac24horas 

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Conflito familiar termina com dois presos e homem esfaqueado em Cruzeiro do Sul

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Caso de violência doméstica evoluiu para agressão com faca; vítima foi atendida na UPA antes de ser levada à delegacia

Um caso de violência doméstica registrado neste domingo (22), na BR-307, em Cruzeiro do Sul, terminou com dois homens presos e um ferido após um conflito familiar.

A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência, onde o patriarca da família relatou que seu filho, Eliomar, costuma ingerir bebida alcoólica e ir até a residência dos pais para fazer ameaças de forma recorrente. Na ocasião, ele chegou embriagado, ameaçando os familiares e causando danos no interior do imóvel.

Durante a confusão, o sobrinho do autor, João Vitor, interveio na situação, o que resultou em agressões físicas. No confronto, ele desferiu um golpe de faca nas costas de Eliomar.

Diante dos fatos, a Polícia Militar deu voz de prisão a Eliomar pelos crimes relacionados à violência doméstica e familiar, e a João Vitor por lesão corporal e tentativa de homicídio.

O homem ferido foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para receber cuidados médicos e, em seguida, ambos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

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TJAC mantém condenação do Banco do Brasil por fraude via Pix e garante indenização a cliente

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Tribunal reconhece falha na prestação de serviço e determina ressarcimento integral, além de danos morais

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) manteve, nesta segunda-feira (23), a condenação do Banco do Brasil ao ressarcimento integral de R$ 12.998,98 e ao pagamento de R$ 4 mil por danos morais a uma consumidora vítima de fraude via Pix. A decisão foi proferida pela Primeira Câmara Cível, com relatoria do desembargador Elcio Mendes.

O banco recorreu da sentença de primeiro grau, que havia julgado procedente o pedido da autora, alegando ausência de responsabilidade da instituição financeira e solicitando a exclusão ou redução da indenização por danos morais. No entanto, os argumentos foram rejeitados pelo colegiado.

Na decisão, foi reconhecida a responsabilidade do banco com base na teoria do risco do empreendimento, enquadrando a fraude como fortuito interno — situação em que o prejuízo decorre de falhas relacionadas à própria atividade da instituição, como fraudes bancárias.

O tribunal entendeu que houve falha na prestação do serviço e que, comprovados os danos, o Banco do Brasil tem o dever de indenizar a cliente, incluindo compensação pelo abalo psicológico sofrido.

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