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Polícia Civil do Acre realiza evento em alusão ao Outubro Rosa para servidoras, com atividades de saúde e bem-estar

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A solenidade contou com a presença da diretora de política para as mulheres, Joelda Pais, da Secretaria de Estado da Mulher e do Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel

Ao som animado da banda da Polícia Militar, que abrilhantou o evento, as servidoras participaram de uma roda de conversa com renomados profissionais da área da saúde. A ginecologista e obstetra, Dra. Marina de Angelis Carvalho, o mastologista e membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Dr. David Moura, e a diretora do Hospital do Amor no Acre, Ana Maria Negreiros, conduziram a discussão, abordando temas essenciais sobre saúde da mulher, prevenção e tratamento do câncer de mama e outras patologias.

A solenidade contou com a presença da diretora de política para as mulheres, Joelda Pais, da Secretaria de Estado da Mulher e do Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel Ferreira, além de diversas autoridades e colaboradoras da instituição.

Durante o evento, o Delegado-Geral Dr. José Henrique Maciel destacou a importância de ações como essa para valorizar as servidoras da PCAC. “Este evento demonstra o compromisso da nossa instituição com o cuidado e o bem-estar das nossas colaboradoras. Parabenizo a todos os envolvidos na organização e, especialmente, as mulheres que se dedicam diariamente para fortalecer nossa polícia. O Outubro Rosa nos lembra da importância de cuidarmos uns dos outros e, principalmente, de nós mesmos”, destacou.

A diretora de política para as mulheres, Joelda Pais, elogiou os esforços do governo do Acre em promover políticas voltadas ao acolhimento das mulheres “O governo tem buscado, cada vez mais, criar e fortalecer políticas que visem o acolhimento e a proteção das mulheres. Este evento é um reflexo do nosso compromisso em garantir que todas as mulheres, inclusive nossas servidoras, tenham acesso a cuidados e informações que promovam sua saúde e qualidade de vida”, informou.

A delegada Juliana de Angelis Drachenberg, responsável pela organização do evento, comentou sobre o carinho com que cada detalhe foi pensado. “Tudo foi preparado com muito amor e dedicação, pensando em proporcionar um momento de bem-estar, lazer e, acima de tudo, de conscientização para nossas servidoras. Queremos que elas saibam que cuidar da saúde é um ato de amor próprio”, enfatizou.

Além da roda de conversas, a equipe do Qualivida da PCAC trouxe diversos parceiros para oferecer uma gama de serviços voltados à saúde e estética. Entre as atividades oferecidas estavam aferição de pressão, testes de glicose e impedância corporal realizados pela equipe da Drogasil, vacinação contra a influenza aplicada pela URAP da Vila Ivonete, depilação a laser com a equipe da Mais Laser, maquiagem com consultoras da Mary Kay, testes rápidos oftalmológicos com a equipe do Mercado dos Óculos, e penteados e cachos realizados por Monalisa Alves, do Estúdio Hair.

Para finalizar o evento, as servidoras puderam desfrutar de um coffee break e participaram de um sorteio de diversos brindes, proporcionando um clima leve e de integração entre as participantes.

O evento foi um sucesso e reforçou a importância do cuidado contínuo com a saúde da mulher, não apenas durante o Outubro Rosa, mas durante todo o ano.

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Universitária acreana selecionada em evento nacional de inovação terá apoio do governo do Estado

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Talento nato. Assim pode ser definida a estudante Heloísa Braga de Lima, acadêmica do 2º período de Direito da Universidade Federal do Acre (Ufac). Selecionada para a segunda etapa do 14º Campus Mobile, programa nacional de inovação e empreendedorismo do Instituto Claro, a estudante terá o apoio do governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), para participar da fase presencial do evento, que será realizado em São Paulo (SP), entre os dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro, garantindo a representatividade do estado.

Entre 447 projetos de todo o país, apenas 102 foram selecionados para a próxima fase. O plano desenvolvido por Heloísa, intitulado “Self Pace: da inércia cognitiva à autonomia – tecnologia assistiva para neurodivergentes no Brasil”, propõe a criação de um aplicativo voltado à organização da rotina e ao fortalecimento da autonomia de pessoas neurodivergentes, como indivíduos com transtorno do espectro autista (TEA) e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). O objetivo é usar a tecnologia para causar um impacto social positivo.

Heloísa Braga de Lima (de azul) receberá apoio do governo, por meio da Seict, para participar da fase presencial do Campus Mobile. Foto: Emely Azevedo/Seict

De acordo com o titular da Seict, Assurbanípal Mesquita, o apoio institucional à universitária acreana está alinhado às políticas públicas do Estado voltadas ao estímulo à inovação e à valorização de talentos locais. “O governo do Acre entende que investir em jovens com iniciativas inovadoras é fortalecer o futuro do estado em diversas áreas essenciais. A seleção da Heloísa em um programa nacional desse porte mostra que temos capacidade criativa, técnica e social para ocupar espaços estratégicos no cenário da tecnologia e da inovação no país”, afirma.

A estudante explicou que o projeto nasceu de uma vivência pessoal e foi desenvolvido com foco em oferecer soluções práticas para desafios cotidianos enfrentados por pessoas neurodivergentes. “O Self Pace surge da necessidade de criar ferramentas que respeitem o tempo e as particularidades de cada pessoa. A tecnologia, quando bem pensada, pode ser uma aliada real na construção da autonomia e da qualidade de vida. Estou muito feliz em avançar para a fase presencial do Campus Mobile e extremamente grata pelo apoio do governo”, destaca.

Projeto feito por Heloísa propõe a a criação de um aplicativo para a autonomia de pessoas neurodivergentes. Imagem: reprodução

Diretora de Tecnologia da Seict, Priscila Messias ressaltou que a participação da jovem no evento nacional reposiciona o Acre no cenário nacional e também fortalece a presença do estado em ambientes estratégicos de inovação. “Esse tipo de programa proporciona acesso a mentorias, redes de contato e conhecimento aplicado, o que amplia a visão dos participantes e gera impacto direto no desenvolvimento de soluções com potencial social e econômico. Apoiar essa trajetória é parte do nosso compromisso com a formação de talentos e com a inovação no Acre”, aponta a gestora.

Durante a segunda etapa do Campus Mobile, os participantes passarão por uma imersão presencial com mentorias especializadas, oficinas práticas e apresentações técnicas para o aprimoramento dos projetos. Ao fim do programa, as iniciativas podem concorrer a premiações, investimentos e até experiências internacionais, como imersão no Vale do Silício, nos Estados Unidos. O apoio do governo reforça o avanço do Acre na área de ciência, tecnologia e inovação, além de evidenciar o papel do poder público no apoio a projetos que unem conhecimento e desenvolvimento humano.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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AMPAC repudia live de juiz aposentado antes de operação contra o crime organizado no Acre

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Transmissão exibiu comboio policial momentos antes da deflagração de ação do Gaeco e da Polícia Civil, que resultou em ao menos 15 prisões em vários estados

A Associação dos Membros do Ministério Público do Estado do Acre (AMPAC) divulgou, nesta terça-feira (13), uma nota pública de repúdio à transmissão ao vivo realizada pelo juiz aposentado e advogado Edinaldo Muniz momentos antes da deflagração de uma grande operação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Acre (MPAC), em conjunto com a Polícia Civil.

A live, publicada nas primeiras horas da manhã, mostrou um comboio de viaturas e agentes que se preparavam para cumprir mandados judiciais. A operação ocorreu de forma simultânea em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Tarauacá, além de outros seis estados, e resultou na prisão de pelo menos 15 pessoas, atingindo a cúpula de uma facção criminosa envolvida com tráfico de drogas e cobrança de “taxa de segurança”.

Durante a transmissão, Edinaldo Muniz abordou agentes ainda na madrugada e questionou a movimentação policial, sem obter respostas. Ao final do vídeo, afirmou não ter recebido informações sobre a ação, mas exibiu imagens completas do comboio.

A atitude gerou forte repercussão nas redes sociais e críticas de internautas, que apontaram risco à investigação sigilosa. Em nota assinada pela presidente da entidade, Juliana Maximiano Hoff, a AMPAC destacou que operações de combate ao crime organizado exigem planejamento rigoroso, atuação integrada e absoluto sigilo, devido ao elevado risco enfrentado pelos agentes públicos.

Segundo a associação, a transmissão ao vivo criou uma possibilidade concreta de frustração das medidas judiciais, ocultação de provas e fuga de investigados, além de expor indevidamente os profissionais envolvidos, aumentando o risco de reações criminosas. A entidade afirmou ainda que o único beneficiado por esse tipo de conduta é o próprio crime organizado.

A AMPAC ressaltou que a gravidade do caso é ampliada pelo fato de a live ter sido realizada por um juiz aposentado, com décadas de atuação na magistratura e pleno conhecimento da necessidade de sigilo em ações dessa natureza. Ao final, a associação repudiou veementemente a transmissão, reafirmou apoio às instituições de segurança pública e defendeu que o êxito dessas operações depende de responsabilidade, prudência e compromisso com o interesse público.

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Operação ‘Casa Maior’ cumpre mais de 100 ordens judiciais no Acre e em outros seis estados

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Polícia Civil do Acre e o Ministério Público concederam entrevista coletiva para apresentar detalhes e novos desdobramentos da Operação Casa Maior, que combate o crime organizado com atuação no Acre e em outros estados. Foto: Dhárcules Pinheiro/ Secom

Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Acre (PCAC) e o Ministério Público resultou no cumprimento de mais de 100 ordens judiciais nesta quarta-feira, 13, no Acre e em outros estados do país. A ofensiva, batizada de Operação Casa Maior, teve como foco o enfrentamento a uma organização criminosa com forte atuação interestadual, envolvida em tráfico de drogas, extorsão e crimes violentos.

No Acre, a operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e executada pela Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

Ao todo, foram expedidos 62 mandados de prisão preventiva e 39 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias utilizadas pelo grupo criminoso. Até o momento, 15 pessoas foram presas, mais de R$ 27 mil em dinheiro foram apreendidos, além de uma arma de fogo, munições e veículos.

Até o momento, 15 pessoas foram presas e houve apreensão de dinheiro, arma de fogo, veículos e bloqueio de contas ligadas ao crime organizado. Foto: Emerson Lima/ PCAC

As medidas judiciais foram cumpridas nos municípios de Rio Branco, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, além dos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Paraíba e Mato Grosso. Segundo as autoridades, devido à ampla ramificação da organização criminosa, a operação precisou ser estendida para outros seis estados da federação, onde alvos estratégicos foram localizados e presos.

Em coletiva de imprensa, o Delegado-Geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, frisou que a operação representa apenas mais uma etapa de um trabalho investigativo contínuo de anos de investigação.

“As investigações não param por aqui. Estamos falando de um grupo criminoso altamente estruturado, que atuava na cobrança de pedágio de comerciantes, deliberava comandos para execuções e exercia papel decisivo dentro da organização criminosa. Não descartamos novas prisões e apreensões, pois esse trabalho não se encerra com a operação de hoje. As investigações continuam”, destacou o delegado-geral.

Arma de fogo e munições foram apreendidos durante a ação policial: Foto: Dhárcules Pinheiro

O coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Bernardo Albano, ressaltou a complexidade da investigação e o alcance interestadual do esquema criminoso. “Foi identificada uma ligação direta entre criminosos do Acre com presos do sistema prisional do Rio de Janeiro e também com foragidos daquele estado. A investigação revelou ainda a participação de advogados já condenados por integrar organização criminosa, além do envolvimento de esposas de lideranças, que passaram a expedir ordens após a prisão de seus maridos”, afirmou o promotor.

As apurações também identificaram e resultaram no bloqueio de um grande fluxo financeiro utilizado para financiar as atividades criminosas e manter o padrão de vida das lideranças da facção. Além disso, os investigadores conseguiram mapear o processo decisório interno, as disputas de poder e a hierarquia dentro da organização.

Além do tráfico de drogas, a Operação Casa Maior desarticulou esquemas de extorsão contra comerciantes do centro de Rio Branco, que eram obrigados a pagar supostas “taxas de segurança” impostas por criminosos. A ação representa um duro golpe contra o crime organizado e reforça a atuação integrada das forças de segurança e do Ministério Público no combate às facções criminosas no Acre e no país.

 

Fonte: PCAC

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