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Acre

Polícia Civil de Brasiléia recupera arma furtada para ser usada em assalto

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Arma recuperada foi utilizada em um assalto – Foto: Alexandre Lima

Alexandre Lima

Policiais Civis da delegacia de Brasiléia, localizada a cerca de 240 km da capital Rio Branco, conseguiram recuperar uma pistola automática, calibre 380, que foi furtada neste final de semana. A mesma foi usada para que os meliantes pudessem usar para praticar assaltos na fronteira.

Os acusados do furto, dois menores e um maior, estão soltos para responder em liberdade, graças a lei que proíbe detenções em períodos eleitorais e prisão em flagrante. Ao mesmo, a arma foi retirada de circulação.

O que chama atenção neste caso, seria de um dos menores envolvidos que já tem algumas passagens pela Justiça em Maio passado, quando arrombou a mesma casa na companhia de comparsas e levaram outras armas que já foram recuperadas.

Aproveitando da ausência dos proprietários, arrombaram novamente a casa e conseguiram encontrar a pistola semi-automática e leva-la para praticar um assalto que lhes teriam rendido cerca de R$ 5.700 reais, para em seguida fugir para a capital acreana.

Sabendo que estavam sendo procurados, se apresentaram com advogado e representantes do Ministério Público, que lhes asseguraram os direitos para que pudessem responder em liberdade. O dinheiro da vítima não foi recuperado.

Matéria relacionada:

Ação da PM e Civil recupera armas e objetos furtados em Brasiléia

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Acre

Operação Mute: 10ª fase revolta UP4 em Rio Branco e apreende celulares em ação nacional

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Forças de segurança atuam de forma integrada para desarticular comunicação de facções dentro do sistema prisional

Segundo o chefe da Divisão de Estabelecimento Penal de Regime Fechado, Manoel dos Santos Júnior, a iniciativa busca enfraquecer a atuação de organizações criminosas. Foto: captada 

A Polícia Penal do Acre realizou, na noite desta segunda-feira (16), a 10ª fase da Operação Mute no Núcleo de Custódia Especial da Divisão de Estabelecimento Penal de Regime Fechado, conhecido como UP4, em Rio Branco. A ação é coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e ocorre simultaneamente em unidades prisionais de todo o país.

Durante a operação, foram realizadas revistas nas celas com o objetivo de localizar celulares, materiais ilícitos e quaisquer meios de comunicação que possibilitem contato externo por parte dos detentos. Segundo o chefe da Divisão de Estabelecimento Penal de Regime Fechado, Manoel dos Santos Júnior, a iniciativa busca enfraquecer a atuação de organizações criminosas.

“Nosso objetivo é desarticular essas organizações, retirando aparelhos celulares e outros itens ilegais que permitem a comunicação com o meio externo”, destacou.

Foram realizadas revistas nas celas com o objetivo de localizar celulares, materiais ilícitos e quaisquer meios de comunicação que possibilitem contato externo por parte dos detentos. Foto: captada 

Ação integrada

A ação contou com o apoio de diversas forças de segurança, incluindo:

  • Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp)

  • Ministério Público do Acre, por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco)

  • Polícia Federal, através da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco)

Resultados

Ao final das revistas, dois aparelhos celulares foram apreendidos dentro da unidade prisional. Os materiais ilícitos encontrados serão submetidos à perícia e podem auxiliar em investigações em andamento sobre o crime organizado no estado.

A ação contou com o apoio de diversas forças de segurança, incluindo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o Ministério Público do Acre. Foto: captada 

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Acre

Tensão no Oriente Médio eleva gasolina a R$ 8,19 no Acre; Norte tem maior média do país

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Preço médio no estado subiu 22 centavos em uma semana; diesel também acompanhou alta nacional

O preço médio da gasolina no estado subiu de R$ 7,97 para R$ 8,19 na semana de 8 a 14 de março, mantendo a região Norte entre as mais afetadas do país, com valores acima de R$ 7 por litro. Foto: captada 

O impacto do conflito no Oriente Médio chegou às bombas de combustível do Acre. Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o preço médio da gasolina no estado subiu de R$ 7,97 para R$ 8,19 na semana de 8 a 14 de março, mantendo a região Norte entre as mais afetadas do país, com valores acima de R$ 7 por litro.

Cenário nacional

Enquanto isso, o maior preço registrado no Brasil chegou a R$ 9,29 em São Paulo, e a média nacional ficou em R$ 6,46, um aumento em relação à semana anterior, quando estava em R$ 6,30 .

Outros estados também registraram altas consideráveis:

Sudeste:
  • Minas Gerais: R$ 6,28

  • Rio de Janeiro: R$ 6,31

Sul:
  • Rio Grande do Sul: R$ 6,35

  • Paraná: R$ 6,75

  • Santa Catarina: R$ 6,69

Nordeste:
  • Pernambuco: R$ 6,88

  • Bahia: R$ 6,90

  • Rio Grande do Norte: R$ 6,98

Diesel

O diesel acompanhou a tendência de alta, passando de R$ 6,08 para R$ 6,80 por litro em todo o país.

A região Norte continua liderando os preços mais altos do combustível no Brasil, reflexo da logística de distribuição e dos custos de transporte somados à volatilidade do mercado internacional.

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Acre

Mercado municipal de Epitaciolândia enfrenta abandono e permissionários sofrem com queda de 70% nas vendas

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Porta principal danificada afasta clientes há sete meses; trabalhadores relatam prejuízos e falta de resposta da Prefeitura Municipal de Epitaciolândia

Até o momento, não há informações oficiais sobre qualquer medida da Prefeitura para resolver o problema no mercado municipal. Foto: captada 

Em Epitaciolândia, a falta de saneamento básico, a ausência de pavimentação e a ineficiência de diversas secretarias municipais têm se tornado marcas de uma gestão que, na visão dos moradores, não entrega resultados. Muitos moradores já teve orgulho de dizer que mora em Epitaciolândia. A cidade era viva, bem cuidada, segura, cheia de atividade. Hoje, o cenário é outro: ruas esburacadas, lama, abandono e a sensação de estar em um “cenário de guerra”, como descrevem os próprios habitantes.

Em meio a esse cenário de abandono, os permissionários do principal mercado público da cidade enfrentam uma situação que se arrasta há mais de sete meses: a porta principal do local está danificada, comprometendo a segurança e afugentando os clientes.

Segundo os permissionários, as reclamações já foram formalizadas junto à Prefeitura de Epitaciolândia no ano passado, de 2025. Foto: captada/cedida 

Uma trabalhadora do mercado, que preferiu não se identificar por medo de represálias, relatou à reportagem que o prejuízo tem sido devastador. Antes do problema, ela faturava cerca de R$ 270 apenas no café da manhã. Com a porta quebrada e a insegurança gerada, os clientes simplesmente sumiram.

“Hoje ela relata que não consegue vender nem 30 reais nas manhãs de segunda a sábado”, detalha. A queda representa mais de 70% da receita, inviabilizando o sustento de famílias que dependem do movimento no local.

Quem reassumiu a gestão sabia da realidade e tinha a responsabilidade de enfrentar os desafios que se acumulam nos primeiros quatro anos de governo. Foto: captada 

Promessas não cumpridas

Segundo os permissionários, as reclamações já foram formalizadas junto à Prefeitura de Epitaciolândia. Em resposta, a gestão municipal teria prometido uma ação em menos de uma semana. No entanto, já se passaram sete meses e a situação não apenas permanece a mesma, como tem se agravado para os trabalhadores, que agora pedem socorro à administração.

O problema no mercado municipal é mais um capítulo na crônica de dificuldades enfrentadas pela população. Moradores relatam que, enquanto serviços essenciais são negligenciados, a máquina pública segue funcionando para os “apadrinhados políticos”, com a folha de pagamento em dia, mas sem entregar melhorias concretas para a cidade.

E não adianta dizer que falta dinheiro. A Lei Orçamentária Anual de 2026 foi aprovada e destinou milhões de reais para a infraestrutura. Ou seja, o problema não é falta de recursos. Falta gestão. Foto: captada 

Problemas recorrentes na gestão

Esta não é a primeira vez que a atual administração de Epitaciolândia é alvo de críticas. Conforme publicado por moradores nascerdes sociais, a população reclama recorrentemente de “infraestrutura precária até a ausência de serviços básicos: falta de coleta regular de lixo, deficiência na iluminação pública, dificuldades de acesso a ruas e ramais”. Moradores ouvidos na ocasião expressaram frustração com a gestão do prefeito Sérgio Lopes.

“A gente ouviu que tudo ia melhorar, mas até agora o que mudou foi só a paciência do povo, que está cada vez mais curta”, desabafou um cidadão.

O cenário de descaso também já foi pauta na Câmara de Vereadores onde protocolaram pedidos de providências ao prefeito solicitando a limpeza de ruas no em todos os bairros do município, alertando para os riscos à saúde pública causados pelo acúmulo de lixo e entulhos.

As vias da cidade estão praticamente intransitáveis. O ano letivo já começou, mas muitos alunos enfrentam dificuldades para chegar às escolas porque os acessos estão completamente comprometidos. No bairro José Hassem, o maior da cidade, a situação chegou a um ponto crítico: um caminhão de entrega caiu em um buraco, evidenciando o estado de abandono das vias.

Em vários bairros, táxis e motoristas de aplicativo evitam entrar, porque a infraestrutura da cidade simplesmente não permite. Foto: captada/cedida

Moradores desesperados pedem socorro. Em vários bairros, táxis e motoristas de aplicativo evitam entrar, porque a infraestrutura da cidade simplesmente não permite. Quem sofre com isso é a população, que fica isolada e sem acesso a serviços básicos.

Orçamento aprovado, mas obras não saem do papel

E não adianta dizer que falta dinheiro. A Lei Orçamentária Anual de 2026 foi aprovada e destinou milhões de reais para a infraestrutura. Ou seja, o problema não é falta de recursos. Falta gestão.

É importante lembrar que esta administração já conhecia os problemas da cidade. Quem reassumiu a gestão sabia da realidade e tinha a responsabilidade de enfrentar os desafios que se acumulam nos primeiros quatro anos de governo.

O problema não é falta de recursos. Falta gestão. E é importante lembrar: essa administração já sabia dos problemas da cidade. Não começou agora. Foto: captada/cedida

Os moradores de Epitaciolândia querem voltar a ter orgulho de sua cidade. A população da cidade alta precisa de secretários, vice-prefeito e prefeito comprometidos e capazes de ouvir as necessidades de quem vive ali.

Não se trata de defender gestão A ou gestão B. O povo precisa de ajuda. A cidade precisa de cuidado. Politicamente, ninguém está fazendo favor a ninguém: gestores têm a obrigação de entregar uma cidade limpa e bem cuidada todos os dias.

Sem previsão de solução

Até o momento, não há informações oficiais sobre qualquer medida da Prefeitura para resolver o problema no mercado municipal. Enquanto isso, os permissionários seguem acumulando prejuízos e aguardando que a “surpresa anunciada” dos problemas antigos finalmente deixe de ser descoberta a cada nova gestão e se transforme em solução concreta.

O problema no mercado municipal é mais um capítulo na crônica de dificuldades enfrentadas pela população de Epitaciolandia. Foto: captada/cedida 

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