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Polícia apreende 14 kg de cocaína na Capital e prende duas pessoas; prejuízo é de R$ 300 mil ao tráfico
Droga seria enviada para outro estado
O delegado responsável pela Delegacia de Repressão ao Entorpecente (DRE), Pedro Resende, apresentou na manhã desta terça-feira (12), os resultados de uma ação deflagrada no bairro Santa Inês, região do Segundo Distrito de Rio Branco. 14 kg de produto entorpecente foram apreendidos e dois homens presos sob suspeita de cometer o crime de tráfico.
Segundo o delegado, eles já vinham investigando Farle dos Santos Mangabeira, de 34 anos, e na tarde de segunda-feira (11), receberam a informação de que ele estaria movimentando uma boa quantidade de drogas no bairro Santa Inês. Eles saíram para as buscas e encontraram o suspeito em um veículo com um parente identificado como Edinilson Souza da Silva, de 32 anos.
No momento da abordagem, Farle chegou a desobedecer a autoridade policial que pediu que ele saísse do veículo e quebrando um aparelho celular. Durante a revista, dentro do automóvel encontraram o produto entorpecente que após pesado rendeu 14 kg de cocaína. Avaliada, a droga chega ao valor de R$ 300 mil reais.
“A droga veio da Bolívia e estava guardada aqui em Rio Branco com o Farle. Ele ia fazer a entrega a um caminhoneiro que levaria para fora do estado. Farle tem duas condenações por tráfico de drogas, além de uma por roubo. Atualmente cumpre medida em regime semi aberto e ainda tem sete anos a cumprir de pena”, disse Pedro Resende.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


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