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PIS/Pasep 2024: falta menos de 1 mês para o início dos pagamentos; veja o calendário

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Os pagamentos do PIS/Pasep em 2024 serão referentes ao ano de 2022. Veja de quanto será o repasse e quem tem direito ao abono!

O PIS/Pasep de 2024 começará a ser liberado pelo Governo Federal para os trabalhadores brasileiros, sendo possível receber até R$ 1.412. O teto do benefício é referente ao valor do salário mínimo deste ano. Em 2024, o repasse do abono é referente ao ano de 2022, pago para os trabalhadores que exerceram suas atividades com carteira assinada durante aquele ano.

Veja também: Como consultar o número do PIS/Pasep? Veja 8 opções seguras!

Dessa forma, o valor a ser repassado é proporcional ao número de meses trabalhados com carteira assinada em 2022. Quem trabalhou formalmente durante 12 meses, o valor do benefício será integral, de R$ 1.412. Para quem trabalhou por um período inferior, será preciso dividir os R$ 1.412 por 12 meses. Em seguida, basta multiplicar o resultado pela quantidade dos meses trabalhados para descobrir de quanto será o repasse.

O pagamento será feito de forma segmentada. Enquanto o PIS é repassado aos trabalhadores de iniciativa privada pela Caixa Econômica Federal, o PASEP é pago aos servidores públicos pelo Banco do Brasil. O calendário do PIS foi definido de acordo com o mês de nascimento, enquanto o PASEP segue o número final da inscrição do servidor.

Calendário de pagamentos do PIS/PASEP em 2024

Repasses do Pasep

  • Final da inscrição 0: pagamentos a partir de 15 de fevereiro;
  • Final da inscrição 1: pagamentos a partir de 15 de março;
  • Final da inscrição 2 e 3: pagamentos a partir de 15 de abril;
  • Final da inscrição 4 e 5: pagamentos a partir de 15 de maio;
  • Final da inscrição 6 e 7: pagamentos a partir de 17 de junho;
  • Final da inscrição 8: pagamentos a partir de 15 de julho;
  • Final da inscrição 9: pagamentos a partir de 15 de agosto.

Pagamentos do PIS

  • Nascidos em janeiro: pagamentos a partir de 15 de fevereiro;
  • Nascidos em fevereiro: pagamentos a partir de 15 de março;
  • Nascidos em março e abril: pagamentos a partir de 15 de abril;
  • Nascidos em maio e junho: pagamentos a partir de 15 de maio;
  • Nascidos em julho e agosto: pagamentos a partir de 17 de junho;
  • Nascidos em setembro e outubro: pagamentos a partir de 15 de julho;
  • Nascidos em novembro e dezembro: pagamentos a partir de 15 de agosto.

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Trump diz ter sido informado pela CIA de que novo líder do Irã é gay

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Presidente dos EUA deu a declaração em entrevista à Fox News nesta quinta-feira (26)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (26) ter sido informado pela Agência Central de Inteligência (CIA) de que o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, é gay. A declaração foi feita durante entrevista à Fox News.

Mojtaba assumiu o cargo máximo do Irã após o pai, o aiatolá Ali Khamenei, morrer em um ataque conjunto de Estados Unidos e Israel no dia 28 de fevereiro.

No dia 16 de março, o jornal New York Post afirmou que Trump havia sido informado pela inteligência americana de que Mojtaba poderia ser gay e que Khamenei temia que o filho não tivesse aptidão para governar o país.

Segundo o jornal, Trump teria ficado surpreso com a informação e rido.

Ao ser questionado sobre o tema nesta quinta, Trump confirmou ter recebido a informação e disse que “muita gente” também falava sobre isso, além da CIA.

Ele também citou a repressão a gays em territórios palestinos e afirmou que, nesse contexto, o fato de Mojtaba ser gay seria um “começo ruim” para o Irã.

Trump não apresentou provas nem deu outros detalhes sobre a afirmação.

Novo líder

A Assembleia de Especialistas do Irã anunciou, em 8 de março, a nomeação de Mojtaba Khamenei, de 56 anos, como novo líder supremo do país, segundo a mídia estatal.

Mojtaba é conhecido por uma postura linha-dura e tem laços estreitos com a elite da Guarda Revolucionária do Irã, considerada a força político-militar mais poderosa do país e peça central na defesa do regime.

Há anos, ele era apontado como um dos principais candidatos a suceder o pai. Apesar da influência nos bastidores, pesava contra ele o fato de ser filho de Khamenei — a passagem de poder de pai para filho não é bem vista dentro da corrente xiita do Islã.

Segundo o jornal The New York Times, Mojtaba é discreto e raramente aparece em público. Ele construiu influência principalmente dentro do gabinete do pai, onde teria participado da coordenação de operações militares e de inteligência.

Apesar da influência nos círculos de poder, pouco se sabe sobre posições políticas ou estilo de liderança fora do núcleo mais próximo do regime.

Especialistas ouvidos pelo jornal afirmam que a escolha indica continuidade do sistema político iraniano, especialmente em um momento de forte pressão externa e escalada militar na região.

Mojtaba estava no mesmo local que o pai no dia do ataque e escapou por segundos da morte, após ir para o jardim da propriedade, segundo o jornal The Telegraph. Ainda assim, sofreu um ferimento na perna, enquanto a mulher e um filho foram mortos.

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Bolívia vence Suriname por 2 a 1 em partida emocionante

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Resultado reforça confiança da equipe e empolga torcedores nas redes sociais

A seleção da Bolívia conquistou uma vitória emocionante por 2 a 1 sobre o Suriname, em partida marcada por intensidade e forte espírito de equipe.

Desde o início do jogo, “La Verde” demonstrou determinação e disposição em campo, com jogadas disputadas e atuação marcada pela entrega dos jogadores. O confronto manteve os torcedores atentos até o apito final, refletindo o equilíbrio entre as equipes.

O resultado positivo foi celebrado como fruto do esforço coletivo e da união do grupo, servindo também como impulso para os próximos desafios da seleção boliviana.

Após o jogo, um porta-voz da equipe destacou o comprometimento dos atletas e dedicou a vitória aos torcedores, que acompanharam e apoiaram o time.

Nas redes sociais, a torcida comemorou o resultado, transformando a conquista em um momento de orgulho nacional, com destaque para a mobilização em torno da hashtag #BoliviaGana.

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Estados se reúnem e discutem redução do ICMS para baixar preço dos combustíveis

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O ICMS representa a maior fonte de arrecadação dos estados, e os combustíveis correspondem de 20% a 30% desse montante, dependendo da unidade federativa

Os secretários da Fazenda dos estados se reúnem nesta quinta-feira (26) em São Paulo para discutir o pedido do governo federal para zerar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) do diesel importado, uma medida que visa conter a alta dos preços dos combustíveis no país. A análise é de Gabriel Monteiro, no CNN Novo Dia.

“A proposta do Ministério da Fazenda é que o ICMS sobre o diesel importado seja zerado, com o governo federal arcando com parte das perdas de arrecadação dos estados”, explica o analista. No entanto, os governadores têm demonstrado resistência à medida, considerando o impacto financeiro que a redução do imposto pode causar nos cofres estaduais.

Importância do ICMS para os estados

Para entender a resistência dos estados, é necessário compreender o modelo de financiamento estadual. Diferentemente da União, que pode emitir dívida através do Tesouro Nacional, os estados dependem diretamente da arrecadação de impostos para custear programas sociais e despesas administrativas.

O ICMS representa a maior fonte de arrecadação dos estados, e os combustíveis correspondem de 20% a 30% desse montante, dependendo da unidade federativa. Junto com a energia elétrica, os combustíveis formam os dois principais pilares da arrecadação estadual.

Alternativas em discussão

Além da proposta de zerar o ICMS, também está em debate uma subvenção de R$ 1,20 para a importação do diesel. Nesse modelo, o governo federal arcaria com metade do valor e os estados com a outra metade, utilizando recursos do fundo de participação dos estados e municípios.

O problema é que alguns estados são altamente dependentes desse fundo para suas operações básicas, o que torna a equação financeira complexa. “Enquanto estados produtores de petróleo, como Rio de Janeiro e São Paulo, recebem royalties que podem compensar parte das perdas, outros dependem quase exclusivamente do fundo de participação”, avalia Gabriel.

Pressão dos caminhoneiros

A discussão ocorre em um momento de pressão por parte dos caminhoneiros, que reclamam do alto preço do diesel. Após reunião com representantes da categoria, o governo intensificou a fiscalização em postos de combustíveis e distribuidoras.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) já autuou algumas empresas, entre elas a Vibra, por suposto aumento abusivo nos preços dos combustíveis. A fiscalização está analisando as notas fiscais de compra e venda para identificar possíveis irregularidades na formação de preços.

Além da questão do ICMS, os caminhoneiros apresentaram outras demandas ao governo, como reajuste da tabela de frete, isenção de pedágio para caminhões vazios, exclusão do seguro obrigatório para autônomos e continuidade da fiscalização nos postos de combustíveis. Por enquanto, representantes da categoria indicaram que não há previsão de greve no curto prazo.

Com CNN

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