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Brasil

PGR arquiva pedido de Dallagnol para investigar Moraes por abuso de autoridade

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O ministro decretou prisões preventivas de dois homens por ameaçarem a família dele

O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, aquivou o pedido de Deltan Dallagnol para que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes fosse investigado por abuso de autoridade ao mandar prender dois homens que ameaçaram a família dele. A decisão é deste domingo (9).

O PGR indeferiu o pedido por “falta de mínimo elemento de justa causa”. A decisão afirma que os elementos apresentados por Dallagnol “não se mostram suficiente à realização de apurações pela Procuradoria-Geral da República”.

Entenda

As prisões preventivas foram decretadas na esteira do inquérito das fake news, que investiga ofensas, ataques e ameaças aos ministros e a seus familiares. A decisão atendeu a um pedido da PGR.

Depois de mandar prender os suspeitos, Alexandre de Moraes se declarou impedido para conduzir a investigação do caso e pediu a redistribuição do processo para outro gabinete. O processo é sigiloso.

A notícia-crime contra o ministro foi apresentada pelo ex-procurador e deputado cassado Deltan Dallagnol, que hoje se apresenta como “embaixador” do Partido Novo, pela advogada Carolina Sponza, pré-candidata à prefeitura do Rio, e por Jonathan Mariano, pré-candidato a vereador no Rio.

A representação afirma que a decisão de Alexandre de Moraes foi “arbitrária e ilegal”. O argumento é que, como as ameças foram dirigidas à família do ministro, ele não poderia ter despachado no processo.

“Mesmo ciente do impedimento para decretar a prisão de dois suspeitos, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes proferiu decisão, com a decretação de prisão de cidadãos, ainda que não tivesse nem mesmo naquela ocasião poder para exercer a jurisdição”, diz um trecho da notícia-crime.

Os presos são Oliverino de Oliveira Júnior e Raul Fonseca de Oliveira. As ameaças tinham como alvo, em especial, a filha de Alexandre de Moraes, incluindo seus itinerários. Também mencionavam um plano de atentado a bomba.

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Manaus sofre com terceiro apagão em menos de um mês

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Foto: Portal do Holanda

Um apagão de energia elétrica e internet foi registrado, na noite desta quarta-feira (02), em todos os bairros de Manaus. É a terceira vez que ocorre em menos um mês.

A falta de energia elétrica começou por volta das 22h e afetou também os municípios de Itacoatiara, Presidente Figueiredo, Parintins, Iranduba e Manacapuru no interior do Amazonas.

A empresa Amazonas Energia emitiu uma nota mas não explicou o que ocasionou o apagão. Apenas disse ter sido de origem no Sistema Interligado Nacional (SIN).

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Polícia desmantela esquema de loterias irregulares em Tocantins

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Um suposto esquema de loteria irregular foi desmantelado pela Polícia Civil em Guaraí, na região centro-norte do Tocantins. A investigação teve início quando um morador procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência, afirmando que tinha ganhado um prêmio de R$ 43 mil, mas não havia recebido a quantia.

Na operação realizada nesta quarta-feira (2), as autoridades apreenderam milhares de bilhetes que estavam sendo vendidos ao público. Quatro indivíduos foram detidos, mas liberados para responder ao processo em liberdade, com seus nomes não revelados.

A ação, batizada de Operação Trapaça, envolveu equipes da 47ª e 48ª Delegacias da Polícia Civil e resultou na apreensão de cadernos com anotações e dinheiro. Os suspeitos foram encaminhados à 7ª Central de Atendimento da Polícia Civil. Todos foram ouvidos e liberados após assinarem um Termo Circunstanciado de Ocorrência.

 

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Homem é preso por pornografia infantil durante investigação de desaparecimento de jovem

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A Polícia Civil de Roraima (PCRR) prendeu em flagrante um homem de 30 anos acusado de produzir, armazenar e comercializar material de pornografia infantil.

A prisão ocorreu durante as diligências para esclarecer o desaparecimento de três adolescentes – duas de 14 e uma de 15 anos –, registrado por familiares na última segunda-feira (31). Durante as buscas, a polícia encontrou primeiro K.S.D.S., 22 anos, que afirmou ter recebido as jovens em sua casa e depois as levado para um apartamento no bairro Senador Hélio Campos.

A análise do celular de R.N.D.S. revelou fotos e vídeos de crianças e adolescentes nus, além de grupos de venda de pornografia infantil. Entre os arquivos, havia registros clandestinos das adolescentes resgatadas, incluindo imagens delas tomando banho sem consentimento.

Em depoimento, as vítimas relataram que o acusado as viu nuas no banheiro e fez propostas de ganho financeiro em troca da produção de conteúdo pornográfico. Durante interrogatório, R.N.D.S. confessou armazenar os vídeos, mas alegou que teriam sido gravados por um primo. Admitiu ainda participar de redes de compra e venda de material de exploração infantil.

 

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