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Petecão promove audiência pública para discutir reativação do campus da Ufac em Brasileia
Atendendo a uma demanda da região do Alto Acre, em meio às comemorações dos 112 anos de emancipação política de Brasileia, o senador Sergio Petecão (PSD-AC) promoveu uma audiência pública para discutir a reativação do campus da Universidade Federal do Acre (Ufac).
O tema foi discutido com vários segmentos da população e contou com a presença de diversas autoridades, de representantes da universidade, além de estudantes que já concluíram o ensino médio e têm grande interesse na concretização do projeto.
O debate ganhou relevância após o gabinete do senador viabilizar a oferta de cursos de nível superior, pela Ufac, nas cidades de Acrelândia e Plácido de Castro e, pelo Ifac, em Santa Rosa do Purus.
Diante da iniciativa, os prefeitos da região do Alto Acre também buscaram apoio para estender o benefício aos seus respectivos municípios.
“Nesta audiência pública, nós já demos um passo importante, já existe um núcleo da Ufac aqui na região, que não oferece nenhum curso. Então, nós vamos buscar os recursos para dotar a universidade das condições necessárias para se estabelecer aqui essa oferta de cursos também. Estamos encaminhando à Ufac as sugestões e propostas que foram colhidas aqui e esperamos para breve uma definição da instituição sobre essa demanda”, declarou Petecão.
Segundo o vice-reitor da Ufac, professor Josimar Ferreira, que na ocasião representou a reitora Guida Aquino, “De imediato, já saímos com uma nova proposta daqui, que é trabalhar no sentido de oferecer um curso de engenharia agrícola. Vamos depender de uma ação de toda a nossa bancada federal, do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Economia. Agora nós vamos levar à mesa da reitoria tudo o que foi discutido aqui para dar os encaminhamentos”, explicou.

A deputada federal Wanda Milani (Pros) parabenizou a iniciativa e disse ser louvável a atitude em convocar a audiência.
“Fizemos aqui um compromisso de, conjuntamente com os demais integrantes da bancada federal do Acre, buscar em Brasília as condições para reestruturar o campus da Ufac aqui de Brasileia e conseguir iniciar, o mais breve possível, a oferta de ao menos um curso para essa região, suprindo assim essa carência de formação de mão de obra especializada que nosso estado tanto precisa”, defendeu.
Durante os últimos 3 anos, o senador Petecão já destinou à Ufac cerca de R$ 3,5 milhões em emendas, que possibilitaram a reforma e ampliação do restaurante universitário de Rio Branco e de Cruzeiro do Sul, aquisição de equipamentos e veículos para a instituição, o custeio de cursos oferecidos no interior do estado, além de outras obras que fortalecem o ensino superior do Acre.
“Como coordenador da bancada federal do Acre, eu me sinto no dever de abraçar essa causa. Investir na educação é uma das alternativas para o desenvolvimento desses municípios”, enfatizou Petecão.
Todos os anos, centenas de jovens que concluem o ensino médio nos municípios do Alto Acre são forçados a parar de estudar por não terem nenhuma opção de curso de nível superior pela qual possam obter uma formação acadêmica. Diante do problema, a população desses municípios tem cobrado das autoridades a oferta de cursos superiores alinhados com a vocação econômica da região.
Além da deputada federal Wanda Milani (PROS) e do vice-reitor da Universidade Federal do Acre (Ufac), Josimar Ferreira, também compareceram à audiência a prefeita de Brasileia, Fernanda Assem (PT); o prefeito de Xapuri, Bira Vasconcelos e representantes da sociedade civil.
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Bombeiros encerram buscas por diarista desaparecido no Rio Purus, no Acre
Paulo do Graça foi visto pela última vez em uma canoa; embarcação foi encontrada abandonada, mas vítima não foi localizada.

A comunidade local, que acompanha o caso com apreensão, lamenta o desaparecimento de Paulo, conhecido por sua dedicação ao trabalho e simpatia. Foto: cedida
O Corpo de Bombeiros encerrou as buscas pelo corpo de Paulo do Graça, diarista que desapareceu nas águas do Rio Purus, em Sena Madureira, no Acre, na última segunda-feira (24). As operações, que incluíram buscas subaquáticas e superficiais, não obtiveram sucesso em localizar a vítima.
De acordo com relatos de moradores, Paulo foi visto pela última vez saindo do porto da comunidade Silêncio em uma canoa. No dia seguinte, o barco foi encontrado abandonado nas proximidades do seringal Regeneração, aumentando as preocupações sobre o seu paradeiro.
As equipes de resgate trabalharam por dias na região, mas as condições do rio e a falta de pistas concretas dificultaram as operações. A comunidade local, que acompanha o caso com apreensão, lamenta o desaparecimento de Paulo, conhecido por sua dedicação ao trabalho e simpatia.
O Corpo de Bombeiros informou que, por enquanto, as buscas estão suspensas, mas podem ser retomadas caso novas informações surjam. Enquanto isso, familiares e amigos aguardam por respostas sobre o destino do diarista.
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Juiz da execução penal pode mandar monitorar conversa de advogado e preso
As conversas gravadas mostram que a advogada mencionou que “quem a enviou foi o pessoal de fora”, com referências à organização criminosa, e que ela usou códigos e mensagens cifradas

A defesa impetrou Habeas Corpus para sustentar que o juiz da execução penal não tem competência para autorizar as escutas e que elas representam prova ilegal por violarem as prerrogativas da advocacia. Foto: internet
O juiz da execução penal é competente para iniciar procedimentos de ofício, ou a pedido de autoridades como o Ministério Público, sempre que houver interesse na manutenção da segurança e da ordem no estabelecimento prisional.
Com esse entendimento, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou provimento a recurso em Habeas Corpus ajuizado por uma advogada que teve suas conversas com um preso monitoradas pela Justiça de Goiás.
As escutas foram feitas no parlatório da unidade prisional, a pedido do MP, por indícios de que as atividades do preso, membro de uma organização criminosa, estavam sendo facilitadas pela advogada.
A defesa impetrou Habeas Corpus para sustentar que o juiz da execução penal não tem competência para autorizar as escutas e que elas representam prova ilegal por violarem as prerrogativas da advocacia relacionadas ao sigilo entre advogado e cliente.
Juiz da execução penal é competente
No entanto, a relatora do recurso, ministra Daniela Teixeira, observou que o Tribunal de Justiça de Goiás identificou motivos suficientes para justificar o monitoramento das conversas entre advogada e preso.
Isso porque ela não possuía vínculo formal com ele, como procuração para atuar em seu nome nos processos. E não foi designada pela família do detento.
As conversas gravadas mostram que a advogada mencionou que “quem a enviou foi o pessoal de fora”, com referências à organização criminosa, e que ela usou códigos e mensagens cifradas.
“A inviolabilidade do sigilo profissional pode ser mitigada em situações excepcionais, como quando há indícios da prática de crimes por parte do advogado”, explicou a ministra Daniela ao citar a jurisprudência do STJ sobre o tema.
Além disso, ela apontou que o juízo da execução penal é competente para iniciar procedimentos de ofício, ou a pedido de autoridades como o MP, sempre que houver interesse na manutenção da segurança e da ordem no estabelecimento prisional.
“No caso em questão, o pedido do Gaeco foi motivado por indícios de que as atividades de um dos presos, líder da organização criminosa, estavam sendo facilitadas pela advogada”, concluiu ela. A votação foi unânime.
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Briga generalizada entre menores viraliza nas redes durante festa de Carnaval em Cobija
Confronto ocorreu na Praça do Estudante durante tradicional jogo com balões e água; vídeos mostram momento de descontrole

O vídeo, no entanto, continua a viralizar, gerando debates sobre a segurança durante as festas de Carnaval e a necessidade de maior supervisão em eventos públicos que envolvem jovens. Foto: captada
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma briga descontrolada entre menores de idade durante as comemorações de Carnaval na Praça do Estudante, em Cobija, Bolívia, nesta segunda-feira. O confronto aconteceu enquanto os jovens participavam de um jogo tradicional boliviano que envolve balões e água, comum durante a festividade.
Nas imagens, é possível ver o momento em que a briga se inicia, com empurrões, socos e correria, deixando os espectadores em choque. Apesar da natureza lúdica da atividade, a situação rapidamente escalou para a violência, chamando a atenção de moradores e autoridades locais.
Até o momento, não há informações sobre feridos ou intervenção policial no local. O vídeo, no entanto, continua a viralizar, gerando debates sobre a segurança durante as festas de Carnaval e a necessidade de maior supervisão em eventos públicos que envolvem jovens. As celebrações, que costumam ser marcadas por alegria e diversão, foram manchadas pelo episódio de descontrole.
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