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Acre

Pesquisa aponta problemas em 100% das rodovias do Acre

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Dos trechos avaliados, 19,2% receberam classificação péssimo e 31,5% ruim.
Dnit diz que problemas estão ligados a baixos investimentos no setor.

Do G1/AC

Levantamento mostra que 19,2% das rodovias do AC receberam classificação de péssimo (Foto: Leno Lima/Arquivo pessoal)

Levantamento mostra que 19,2% das rodovias do
AC receberam classificação de péssimo
(Foto: Leno Lima/Arquivo pessoal)

Um levantamento feito pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostra que 100% dos trechos da malha rodoviária no Acre têm algum tipo problema e, por isso, recebem a classificação de péssimo (19,2%), ruim (31,5%) ou regular (49,3%). Os dados estão na 20ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada nesta quarta-feira (26) pela entidade.

A pesquisa aponta que o Acre foi o único estado brasileiro que não teve nenhuma rodovia classificada de bom ou ótimo. Segundo o órgão, o estudo abrange toda a extensão da malha pavimentada federal e as principais rodovias estaduais pavimentadas.

O supervisor do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) no Acre, Thiago Caetano, afirma que os problemas das rodovias do Acre estão ligados principalmente por um histórico de baixos investimentos no setor e questões de estrutura. Caetano alega que foi solicitado R$ 400 milhões ao governo federal ainda em 2015 para realização dos projetos nas rodovias, mas foi enviado para o estado apenas R$ 50 milhões.

“Essa situação não é de hoje e o Acre sempre tem ficado entre os estados com piores rodovias do país. A questão orçamentária fez com que a gente não conseguisse fazer o que tínhamos projetado para esse ano. O valor que eles mandaram só dava para fazer manutenção das rodovias e não para realizar obras grandes”, afirma o supervisor.

Caetano fala ainda que o fato do Acre não ter uma superintendência do Dnit acaba dificultando ainda mais a realização dos projetos. “Com isso, a gente não tem autonomia de gerenciar orçamento, de passar essa demanda e isso tem dificultado muito a nossa gestão no Acre”, finaliza.

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Pesquisa da CNT aponta problemas em 100% das rodovias do Acre (Foto: Divulgação/CNT)

Pesquisa
A Pesquisa divulgada nesta quarta (26) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) aponta que 58,2% das rodovias brasileiras, o equivalente a 60.165 quilômetros, apresentam algum problema e são consideradas em estado péssimo, ruim ou regular. O estudo avaliou 103.259 quilômetros de estradas, sendo que somente na região norte, foram 12.327 quilômetros.

O percentual de rodovias com problemas é maior do que verificado na pesquisa anterior, de 2015, quando 57,3% apresentavam algum tipo de deficiência, seja de pavimentação, sinalização ou geometria da via.

O trecho considerado em pior estado no país é o que liga Natividade (TO) a Barreiras (BA), envolvendo a rodovias BA-460, BA-460/BR-242, TO-040 e TO-280.

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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