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Perto de Machu Picchu, um hotel para quem não tem medo de altura

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Para chegar aos quartos do Skylodge Adventure Suites é preciso escalar um paredão de pedra no Valle Sagrado, no Peru

por O Globo

Uma das três cápsulas do Skylodge Adventure Suites, o hotel encrustado em uma montanha no Vale Sagrado, entre Machu Picchu e Cusco, no Peru - Natura Vive / Reprodução

Uma das três cápsulas do Skylodge Adventure Suites, o hotel encrustado em uma montanha no Vale Sagrado, entre Machu Picchu e Cusco, no Peru – Natura Vive / Reprodução

RIO – Hóspedes costumam chegar a hotéis de táxi, transporte público, carro e até barco. Mas para fazer o check-in no Skylodge Adventure Suites, é preciso escalar um paredão de pedra. Os quartos são três capsulas transparentes, presas a cerca de 400 metros de altura em uma encosta no Vale Sagrado, no caminho de Cusco para Machu Picchu, no Peru.

A subida é feita por uma “via ferrata”, uma trilha com grampos de ferro encrustados na rocha, como uma grande escadaria, com auxílio de ganchos e cordas de segurança. Guias bilíngues orientam os hóspedes aventureiros até a chegada aos quartos.

As cápsulas, com paredes, piso e teto transparentes, medem 7,23 metros de largura por 2,44 metros de altura e profundidade e são feitas de alumínio aeroespacial e policarbonato resistente às variações climáticas. A propaganda promete ao hóspede uma noite como se fosse em um ninho de condor. A comparação fica por conta da vista, de 300 graus para o Vale Sagrado, dentro de uma reserva ecológica particular, administrado pela Natura Vive, empresa especializada em ecoturismo e turismo de aventura.

Quarto do Skylodge Adventure Suites, no Vale Sagrado, no Peru - Natura Viva / Reprodução

Quarto do Skylodge Adventure Suites, no Vale Sagrado, no Peru – Natura Viva / Reprodução

Já no quesito conforto, os turistas-alpinistas estão melhor que os filhotes da ave-símbolo dos Andes. Cada um dos quartos tem quatro camas, uma área para refeições e um banheiro privativo. Todas as cápsulas têm seis janelas e quatro dutos para ventilação. As lâmpadas internas são ligadas por uma bateria carregada por energia solar. O jantar, dentro das cápsulas, e o café da manhã, em uma mesa sobre o teto, são servidos por garçons-alpinistas. Cortinas garantem aos hóspedes privacidade, bem precioso mesmo a 400 metros de altura.

O check-out parece bem mais simples e divertido que o check-in. A descida é feita por uma rede de cabos de aço, em uma tirolesa que cruza o Vale Sagrado, com vistas que só mesmo os condores costumam ter.

O pacote que inclui uma noite no hotel suspenso, mais a escalada pela “via ferrata” e a descida de tirolesa custa 999 nuevos soles (R$ 984) por pessoa.

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Alan Rick afirma que vice na chapa ao governo será escolhido na reta final e confirma conversas com grupo de Sena Madureira

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Senador citou o deputado Gene Diniz como um dos nomes em análise, mas destacou que a definição deve ocorrer próximo às convenções; composição envolve articulações com o MDB e outras regiões do estado

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores

Alan Rick diz que vice será definido como “última escolha” e confirma diálogo com grupo de Sena Madureira

O senador Alan Rick (Republicanos) detalhou, em entrevista à imprensa de Rio Branco, como tem sido o diálogo com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao governo do Acre. Entre os nomes citados, o senador confirmou a possibilidade do deputado Gene Diniz, irmão do prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz.

Ao ser questionado se a vaga de vice teria sido oferecida ao grupo de Sena Madureira, Alan confirmou as conversas:

“O nome do Gene foi colocado na mesa. E como eu te falei, o vice a gente não escolhe agora, né? O vice é uma das últimas escolhas que a gente faz”.

A informação gera um contraponto porque o prefeito de Sena também articula a indicação de um dos nomes da sua base para disputar as eleições pelo MDB, partido que está na base da atual vice-governadora Mailza. A informação foi confirmada pelo presidente do diretório municipal, Vagner Sales.

“O Gerlen é um cara maduro na política, sabe que existem composições que não podem ser feitas de forma intempestiva. A gente tem que olhar para todo o cenário político”, disse o senador.

Opções amplas e decisão estratégica

Além de Gene Diniz, Alan Rick mencionou que o leque de opções é amplo e inclui figuras de diferentes regiões e setores: “Tem o nome da querida Ana Paula [Correa], tem outros nomes… esses dias já citaram o nome do empresário Rico Leite”. Ele também não descartou uma composição com o Juruá: “Mas o vice também pode vir do Juruá, viu? Por que não? […] Vamos deixar as coisas acontecerem”.

Alan Rick foi enfático ao dizer que não pretende apressar a decisão, tratando-a como um movimento estratégico de última hora: “O vice é a última escolha. É lá já pertinho ou no meio das convenções que a gente, diante de todo o cenário criado, faz a escolha”.

Alan Rick (Republicanos) em entrevista para a imprensa de Rio Branco, tem diálogado com aliados para a escolha do nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa ao Governo do Estado. Foto: captada 

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Luiz Gonzaga condiciona permanência no PSDB à formação de chapa competitiva e sinaliza apoio a Bocalom

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Primeiro-secretário da Aleac afirma que aguarda definição dos nomes da chapa proporcional; parlamentar diz que, se ficar, apoiará a pré-candidatura de Tião Bocalom ao governo do Acre

Luiz Gonzaga, afirmou a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição. Foto: captada 

Luiz Gonzaga avalia ficar no PSDB para reeleição, mas aguarda definição de chapa

O deputado estadual e primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Luiz Gonzaga, afirmou na manhã desta terça-feira (31) que avalia a possibilidade de permanecer no PSDB para disputar a reeleição, condicionando a decisão à formação de uma chapa competitiva no partido. Gonzaga frisou que ficar na sigla implicaria no apoio a Tião Bocalom, presidente do partido e pré-candidato ao governo do Acre em 2026.

Em conversa com a imprensa, Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da legenda antes de bater o martelo sobre seu futuro político.

“O presidente do partido ficou de me apresentar uma lista com os nomes dos pré-candidatos. Estou esperando isso para poder decidir. Sou do PSDB, já disputei mais de oito mandatos pelo partido. Se tiver chapa, possivelmente eu vou ficar e apoiar o Bocalom”, declarou.

 

Gonzaga foi presidente da Aleac e atualmente é o primeiro-secretário da Casa. O parlamentar sempre integrou a base de apoio ao governador Gladson Cameli.

Apesar das sinalizações, Gonzaga reforçou que ainda não há decisão definitiva e que o cenário político segue em construção.

Gonzaga destacou que aguarda a definição dos nomes que irão compor a chapa proporcional da sigla antes de bater o martelo sobre seu futuro político. Foto: captada 

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Quatro deputados estaduais do Acre se filiam ao União Brasil em ato em Brasília

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Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo reforçam bancada da sigla no estado; partido já havia recebido adesão de Afonso Fernandes na última semana

Os deputados Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram suas filiações. Foto: captada 

União Brasil amplia bancada no Acre com filiação de quatro deputados estaduais

Os deputados estaduais Fagner Calegário, Chico Viga, Pablo Bregense e Michele Melo oficializaram, nesta terça-feira (31), suas filiações ao União Brasil. O ato ocorreu em Brasília e contou com a presença do presidente nacional da sigla, Antônio Rueda, e do dirigente estadual, Fábio Rueda, consolidando um movimento que já vinha sendo articulado nos bastidores da política acreana.

Com a chegada dos quatro parlamentares, o União Brasil amplia significativamente sua representação no estado, tornando a chapa mais competitiva para as eleições de 2026. Na última semana, a sigla já havia recebido reforço com a filiação do deputado Afonso Fernandes.

A movimentação reforça a estratégia do partido de consolidar uma bancada robusta no Acre nos próximos meses, em meio às articulações para o pleito estadual e federal.

A articulação contou com a participação do presidente nacional do partido, Antônio Rueda. Foto: captada 

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