Brasil
Perigo: Inmet emite alerta de chuvas intensas para 11 estados nesta 5ª
Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) se forma sobre o Brasil a partir desta 5ª; boa parte do país tem risco de chuvas intensas

O litoral norte de São Paulo, Vale do Paraíba, norte de São Paulo, demais regiões de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Amazonas, Rondônia, Acre e interior do Maranhão possuem alerta para a ocorrência de chuvas intensas.
Laura Braga/Metrópolis
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de chuvas intensas para esta quinta-feira (26/12) para grande do Brasil – abrange 12 estados: Acre, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia. Há alerta amarelo para outras regiões e estados.
De acordo com o órgão, a partir desta quinta, a primeira Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) do verão se forma sobre o país e vai cumprir o seu período mínimo de atuação de quatro dias até a próxima terça-feira (29/12). Ao longo desse período, muita chuva vai ocorrer no Norte, Centro-Oeste e no Sudeste.
Os acumulados podem passar facilmente dos 200 mm em todo o período, com maior probabilidade de ocorrer na Região Sudeste.
Potencial de transtornos
Nos dois primeiros dias da ZCAS, 26 e 27, o sistema atua bem sobre o Sudeste e deve provocar chuvas mais intensas a partir da tarde. Vale ressaltar que, nesta sexta-feira (27/12), há potencial de chuvas de até moderada intensidade que vão condicionar um potencial maior de inundações, alagamentos, enxurradas e deslizamentos a partir da tarde.
Há elevado potencial para transtornos no norte e leste de São Paulo, na porção central de Minas Gerais, na região do Triângulo Mineiro, no centro-sul de Goiás, no Tocantins e em Mato Grosso.
Devido às chuvas mais intensas e às condições urbanas e topográficas, a Região Metropolitana de São Paulo, o Vale do Paraíba e o litoral norte de São Paulo são as mais vulneráveis.
No fim de semana, o canal de umidade se desloca um pouco mais para norte, atuando sobre o estado do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, até a Região Norte, o que tira o risco de das chuvas intensas sobre a região metropolitana de São Paulo.
O período de chuvas mais intensas e de maior risco continua a partir da tarde até a noite, mas os acumulados e o potencial para transtornos aumentam. Alerta de elevado risco para o potencial de transtornos para o Rio de Janeiro, o centro-sul de Minas Gerais, região do Triângulo Mineiro e da Zona da Mata, e para o sul de Goiás.
O litoral norte de São Paulo, Vale do Paraíba, norte de São Paulo, demais regiões de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Amazonas, Rondônia, Acre e interior do Maranhão possuem alerta para a ocorrência de chuvas intensas.
Na segunda-feira (30/12), o canal de umidade perde intensidade e configuração, não se tratando mais de uma ZCAS. No entanto, há alerta de chuvas intensas em Minas Gerais, no Espírito Santo, no sul e oeste da Bahia, nos estados de Goiás e de Mato Grosso, na Região Norte e no interior do Maranhão.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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