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Pensando em apostar no bolão da Mega da Virada? Veja as probabilidades
Apostar mais números aumenta de uma em 1.292 a probabilidade de vencer o prêmio máximo. O sorteio deste ano deve pagar o maior valor da história da loteria, R$ 600 milhões.
Ao fazer uma aposta simples na Mega da Virada, há uma chance em 50 milhões de ficar milionário. Mas é possível marcar até 20 números dentre os 60 disponíveis nos volantes para aumentar a probabilidade — entretanto, os custos da aposta também sobem.
Na prática, quem tem as menores chances de ganhar também gasta menos: a aposta simples, de seis números, custa R$ 5. Já aqueles que querem marcar 20 números precisam desembolsar mais de R$ 193 mil. Com a bolada, a probabilidade de vencer o prêmio máximo da Mega da Virada aumenta para uma em 1.292.
Uma alternativa para quem deseja marcar mais números são os bolões— que são organizados em grupos. Nesse caso, os apostadores ampliam suas chances de ganhar.
Entenda como funciona: no bolão, é apostado um número maior de dezenas, o que significa maior probabilidade de acerto. Por outro lado, o valor do prêmio tende a ser menor, já que terá de ser dividido entre o grupo todo.
Além dos bolões realizados entre amigos, por exemplo, existem também as cotas de bolões organizados pelas unidades lotéricas. Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota.
Veja a abaixo a tabela de preços das apostas e como suas chances evoluem ao marcar mais números.
Probabilidades de levar a Mega da Virada

Fonte: Fonte: Caixa Econômica Federal
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Moraes nega pedido de prisão contra Bolsonaro e segue posicionamento da PGR
Decisão considerou que vereadora Liana Cirne não tinha legitimidade para solicitar a medida; ex-presidente segue respondendo em liberdade

Com a decisão de Moraes, o ex-presidente continua respondendo às investigações em liberdade. Foto: cedida
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira (2) um pedido de prisão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão seguiu o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que, em parecer assinado pelo procurador-geral Paulo Gonet, havia descartado a necessidade da medida.
O pedido havia sido feito em fevereiro pela vereadora Liana Cirne (PSB-PE), que acusou Bolsonaro de incitar crimes ao convocar manifestações em defesa da anistia para os condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. No entanto, Moraes considerou que a parlamentar não tinha legitimidadepara fazer tal solicitação e, por isso, rejeitou o pedido.
A PGR já havia analisado o caso no contexto da denúncia contra Bolsonaro pela suposta tentativa de golpe de Estado e decidiu não pedir sua prisão. Com a decisão de Moraes, o ex-presidente continua respondendo às investigações em liberdade.
- Pedido de prisão: Feito por Liana Cirne, que alegou risco de Bolsonaro incitar novos crimes.
- Parecer da PGR: Gonet entendeu que não havia justificativa para a prisão preventiva.
- Decisão de Moraes: Seguiu a PGR e destacou falta de legitimidade da autora do pedido.
Próximos passos:
- Bolsonaro segue respondendo em liberdade aos processos no STF.
- Caso ainda pode avançar no tribunal, mas sem medidas cautelares por enquanto.
A decisão reforça o entendimento de que, até o momento, não há elementos suficientes para decretar a prisão do ex-presidente, embora as investigações sigam em curso.
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Manaus sofre com terceiro apagão em menos de um mês

Foto: Portal do Holanda
Um apagão de energia elétrica e internet foi registrado, na noite desta quarta-feira (02), em todos os bairros de Manaus. É a terceira vez que ocorre em menos um mês.
A falta de energia elétrica começou por volta das 22h e afetou também os municípios de Itacoatiara, Presidente Figueiredo, Parintins, Iranduba e Manacapuru no interior do Amazonas.
A empresa Amazonas Energia emitiu uma nota mas não explicou o que ocasionou o apagão. Apenas disse ter sido de origem no Sistema Interligado Nacional (SIN).
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Polícia desmantela esquema de loterias irregulares em Tocantins
Um suposto esquema de loteria irregular foi desmantelado pela Polícia Civil em Guaraí, na região centro-norte do Tocantins. A investigação teve início quando um morador procurou a delegacia para registrar um boletim de ocorrência, afirmando que tinha ganhado um prêmio de R$ 43 mil, mas não havia recebido a quantia.
Na operação realizada nesta quarta-feira (2), as autoridades apreenderam milhares de bilhetes que estavam sendo vendidos ao público. Quatro indivíduos foram detidos, mas liberados para responder ao processo em liberdade, com seus nomes não revelados.
A ação, batizada de Operação Trapaça, envolveu equipes da 47ª e 48ª Delegacias da Polícia Civil e resultou na apreensão de cadernos com anotações e dinheiro. Os suspeitos foram encaminhados à 7ª Central de Atendimento da Polícia Civil. Todos foram ouvidos e liberados após assinarem um Termo Circunstanciado de Ocorrência.
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