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Passageiros vivem momento de pânico em ônibus que teve janela quebrada por assaltantes
Após tentativa de assalto, passageiros foram obrigados a viajar mais de 400 km com janela de ônibus quebrada
Passageiros que estavam no ônibus da empresa Transacreana, que saiu do município de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, com destino à capital acreana na noite deste sábado (10), foram obrigados a viajarar por mais de 400 km com uma das janelas do coletivo quebrada.
Segundo os passageiros, a janela foi quebrada durante uma tentativa de assalto quando o veículo chegava no município de Tarauacá.
Os criminosos, atiraram pedras e uma das janelas foi totalmente estilhaçada. Os estilhaços de vidro chegaram a ferir um dos passageiros.
Os passageiros relataram ainda, que após a tentativa de assalto, o motorista seguiu viagem até Feijó, onde pediram para trocar de ônibus, mas a empresa se negou e todos tiveram que viajar até Rio Branco com o veículo danificado.
“De onde quebraram o vidro até aqui Rio Branco viemos com a janela quebrada. Entrava muito mosquito e chuva. Colocaram uma lona que caiu com o primeiro vento. Pedimos para trocarem a gente de ônibus, mas eles nem deram ouvidos. Passamos uma situação humilhante” , relatou um dos passageiros que pediu para não ter o nome publicado.
De acordo com os normas da ANTT, Agência Nacional de Transporte Terrestre, os ônibus não podem circular transportando passageiros quando apresentarem problemas como o ocorrido.
Alguns passageiros, quando desembarcaram na capital, decidiram que irão entrar com uma ação coletiva contra a empresa Transacreana.
Procurada, a empresa não quis se manifestar.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.




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